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sábado, 23 de agosto de 2014
EU NÃO QUERO ESTE JESUS CRISTO.
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21º Domingo do Tempo Comum: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Esta é a questão decisiva que marca o
fim da primeira parte do evangelho de Mateus… Questão que continua hoje a ser
posta a cada um de nós, e todos somos convocados a respondê-la.
A reflexão é de Marcel Domergue,
sacerdote jesuíta francês, publicada no sítio Croire, comentando as leituras do
21º Domingo do Tempo Comum (Domingo, 24 de Agosto de 2014). A tradução é de
Francisco O. Lara e João Bosco Lara.
Eis
o texto.
Referências
bíblicas
1ª leitura: Isaías 22,19-23
2ª leitura: Romanos 11,33-36
Evangelho: Mateus 16,13-20
Rumo
à prova decisiva
Este texto do capítulo 16 de Mateus
perde muito do seu significado quando separado dos versículos 21-28 que vêm
logo a seguir e que só serão lidos no próximo domingo. De fato, Jesus está à
véspera de partir para Jerusalém onde será crucificado (versículo 21, fora da
leitura). Seus discípulos irão conhecer a prova maior da fé: é possível ter
vindo de Deus, para estabelecer o seu «Reino», um homem que foi superado pelo
complô dos que não aceitam a sua mensagem? E se não é o enviado de Deus, quem é
ele? Daí vem a questão que abre este relato: «Quem dizem os homens ser o Filho
do homem?» A resposta é significativa: Jesus não é visto apenas como uma
espécie de reencarnação de um personagem do passado, mas é classificado ainda entre
os personagens religiosos tradicionais. Não se vê o que ele tem de excepcional,
de único. E os discípulos que estão próximos a Jesus, que não se contentam em
escutar os seus ensinamentos, mas compartilham de sua vida? Eles, precisamente,
irão estar na primeira linha nesta prova de fé decisiva que se vai ter de
atravessar e que vai fazê-los duvidar. «E vós, quem dizeis que eu sou?» Este
«vós» dirige-se prioritariamente aos Doze. Em nome deles, Pedro responde com
uma profissão de fé que só poderá encontrar a sua forma e ganhar o seu sentido
pleno à luz da Ressurreição. Sem que possam defini-la, os discípulos pressentem
já, desde os primeiros encontros, a identidade secreta de Jesus, mas será na
Páscoa, anunciada aqui no versículo 21, que ela se fará declarar em plena luz
do dia.
"Tu
és o Filho do Deus vivo"
Porque aceita morrer na cruz é que Jesus
pode ser reconhecido como Filho de Deus, ou seja, perfeita imagem e semelhança
de Deus. «Odiado sem razão» (João 15,25), foi de fato também sem razão que ele nos
deu o seu amor. Ele pôs no mundo o amor com o qual o Pai, a Origem, nos ama:
Foi, com efeito, «sem razão» que Deus nos fez existir. Vamos, no entanto,
repetir que, aqui, a palavra Filho não tem o seu sentido habitual; por isso a
escrevemos com uma maiúscula. Para João (1,1-5), o Verbo existe desde sempre,
fora do tempo. Não vem depois de Deus, mas, se podemos dizer isto sem colocar
Deus no tempo, Ele é contemporâneo de Deus. Paulo, em Colossenses 1,15-17, dirá
que Ele é «a Imagem do Deus invisível», o que é um paradoxo. Como pode o
invisível ter uma imagem? Ele é «o Primogênito de toda a criatura». Anterior a
tudo, porque tudo o que existe só existe n’Ele e por Ele. Esta Palavra
criadora, que habita o homem como um fermento para fazê-lo crescer, emerge quando
aparece Jesus. Só então a nossa criação faz-se completa: o Cristo é o homem do
final, o homem totalmente perfeito, o «Filho do homem», imagem humana do Deus
invisível e, por aí, o Filho de Deus. O filho é, com efeito, imagem e
semelhança: esta fórmula empregada para definir o homem em Gênesis 1,26 é
repetida em 5,1 e utilizada novamente a propósito do primeiro filho de Adão. O
Filho de Deus está em gestação no homem por toda a eternidade de Deus.
"E
tu és Pedro"
Em Jesus, as pessoas viam apenas o filho
do carpinteiro de Nazaré; só a fé poderia fazê-los pressentir a plenitude da
sua identidade. O mesmo vale para Simão: vendo-o, diz-se que é o «Filho de
Jonas». Perfeito! Só que, neste instante, não é esta herança, esta filiação de
carne e sangue que está falando por ele, mas sim a sua origem absoluta, Aquele
que é o Pai de tudo o que existe e que em Cristo foi criado. Simão torna-se
«Pedro». Na Bíblia, a mudança do nome significa uma mudança de destino. Abrão,
«pai muito elevado», torna-se Abraão, «pai de multidões»; Jacó torna-se Israel,
«forte contra Deus»… O que significa «Pedro»? O rochedo sobre o qual se pode
apoiar e construir, porque é sólido e não decepciona. É o próprio Deus: «Deus é
o meu rochedo, a minha fortaleza, o meu libertador…» (2 Samuel 22,2…). O mesmo
vale para o rochedo que Moisés “ferirá” com a sua vara, para fazer jorrar a
água (Êxodo 17,1-7). Paulo vê neste rochedo (ao qual acrescenta a faculdade de
mover-se, qualificando-o como «espiritual») uma figura do Cristo (1 Coríntios
10,4). Mas a pedra pode tornar-se uma pedra de tropeço que provoca a queda do
transeunte que nela venha a tropeçar. Simão recebe a missão de se tornar a
pedra sobre a qual será construído o edifício da fé. Mas aqui, no final do
relato, o vemos tornar-se a pedra sobre a qual se tropeça. Agora é a sua
herança humana que está falando por ele, e não a voz do Pai.
Fonte:
http://www.ihu.unisinos.br/
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RETIRO DA ORDEM TERCEIRA. A Palavra do Frei Raimundo.
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21º Domingo do Tempo Comum: Que dizemos nós?
A leitura que a Igreja propõe neste
domingo é o Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 16, 13-20 que corresponde
ao 21º Domingo do Tempo Comum, ciclo- A do Ano Litúrgico. O teólogo espanhol
José Antonio Pagola comenta o texto.
Eis
o texto
Também hoje nos dirige Jesus aos
cristãos a mesma pergunta que fez um dia aos Seus discípulos: “E vós, quem
dizeis que Eu sou?”. Não nos pergunta só para que nos pronunciemos sobre a Sua
identidade misteriosa, mas também para que revejamos a nossa relação com Ele.
Que Lhe podemos responder a partir das nossas comunidades?
Conhecemos cada vez melhor Jesus, ou
temo-Lo “encerrado nos nossos velhos esquemas aborrecidos” de sempre? Somos
comunidades vivas, interessadas em colocar Jesus no centro da nossa vida e das
nossas atividades, ou vivemos presos na rotina e na mediocridade?
Amamos Jesus com paixão ou converteu-se
para nós numa personagem gasta a quem continuamos a evocar enquanto no nosso
coração vai crescendo a indiferença e o esquecimento? Quem se aproxima das
nossas comunidades pode sentir a força e o atrativo que tem para nós?
Sentimo-nos discípulos e discípulas de
Jesus? Estamos aprendendo a viver com o Seu estilo de vida no meio da sociedade
atual, ou deixamo-nos arrastar por qualquer reclame mais apetecível para os
nossos interesses? É igual viver de qualquer maneira, ou temos feito da nossa
comunidade uma escola para aprender a viver como Jesus?
Estamos aprendendo a olhar a vida como a
olhava Jesus? Olhamos a partir das nossas comunidades para os necessitados e
excluídos, com compaixão e responsabilidade, ou encerramo-nos nas nossas
celebrações, indiferentes ao sofrimento dos mais desvalidos e esquecidos: os
que foram sempre os prediletos de Jesus?
Seguimos Jesus colaborando com Ele no
projeto humanizador do Pai, ou continuamos a pensar que o mais importante do
cristianismo é preocupar-nos exclusivamente com a nossa salvação? Estamos
convencidos de que o modo de seguir Jesus é viver cada dia fazendo a vida mais
humana e mais feliz para todos?
Vivemos o domingo Cristão celebrando a
ressurreição de Jesus, ou organizamos o nosso fim de semana vazio de todo o
sentido cristão? Temos aprendido a encontrar Jesus no silêncio do coração, ou
sentimos que a nossa fé se vai apagando afogada pelo ruído e o vazio que há
dentro de nós?
Acreditamos em Jesus ressuscitado que
caminha conosco cheio de vida? Vivemos acolhendo nas nossas comunidades a paz
que nos deixou em herança aos Seus seguidores? Acreditamos que Jesus nos ama
com um amor que nunca acabará? Acreditamos na Sua força renovadora? Sabemos ser
testemunhas do mistério de esperança que levamos dentro de nós?
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ELZA BLOISE: Missa de Corpo Presente-01
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A Voz do Pastor - 21º Domingo Tempo Comum - Domingo 24/08/14
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IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE SALVADOR: Um Olhar
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014
O CARMO EM SALVADOR: A Palavra do Frei Raimundo.
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quinta-feira, 21 de agosto de 2014
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 674. O Carmo em Salvador.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 673. Vamos abrir os olhos?
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 672. Por que Será?
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CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA: Frei Adailson.
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terça-feira, 19 de agosto de 2014
ORDEM TERCEIRA DO CARMO: Convite.
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CARMELITAS NO RIO DE JANEIRO: Comunicado.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 671. Eu Prometo!
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014
BATE PAPO CARMELITANO: Frei Márcio, O. Carm.
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MÊS VOCACIONAL: Mensagem do Padre Provincial.
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domingo, 17 de agosto de 2014
ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA: Canto Final.
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EDUARDO CAMPOS: Homenagem do Olhar.
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EDUARDO CAMPOS: Homenagem do Olhar.
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sábado, 16 de agosto de 2014
Eu não quero este Jesus Cristo
Frei Petrônio de Miranda, Padre
Carmelita Jornalista.
Eu não quero este Jesus Cristo que fala alto nos
palanques e na TV, corre, condena, grita e transforma a sua mensagem em
poluição audiovisual. Não, o meu Jesus não é o Jesus do marketing, dos grandes
shows, da corrida pelo ibope. Ele não é fashion, não tem cor. Ele ultrapassa as
religiões, os ritos, os dogmas, ama a todos sem pré-conceitos, fala pouco,
perdoa, contempla e ora. Passa na brisa suave e mora nas favelas, nas
florestas, nos morros, nas montanhas e no silêncio da madrugada triste das
penitenciárias, dos abrigos e das casas de recuperação dos drogados.
Eu não quero este Jesus dos templos televisivos. Não,
o meu Jesus caminha com o mendigo no silêncio da noite, sorri com o ancião
abandonado em um asilo, dorme com os menores nos viadutos das grandes
metrópoles. Silencia na dor dos índios, na saudade dos migrantes, nas alegrias
e tristezas do agricultor. Ele Ressuscita na luta de cada comunidade, no grito
dos homossexuais espancados, das prostitutas, travestis, das lésbicas e
drogados. Sim, o meu Jesus é trindade e se faz presente em cada grupo social na
marcha contra os políticos corruptos e desumanos.
Eu não quero este Jesus Cristo competitivo no mercado
financeiro da marca Bombril, com mil e uma utilidades. Eu fujo do sagrado
comercial e sexualmente sedutor, consumido e comido nas fartas mesas do sistema
econômico. Não, o meu Jesus não tem preço ou marca, Ele não se queima, não se
corrompe e não se vende. Ele é frágil, humilde, carinhoso, misericordioso,
manso, pequenino e só os puros de coração poderão ver e contemplá-lo.
Eu não quero este Jesus Cristo pop estar estampado nas
camisetas, disputando espaço com a Madonna, o Pelé, o Justin Bieber, o Neymar,
a Lady Gaga e todos os artistas e personalidades mundiais. Não, o meu Jesus não
gosta de ser reconhecido. Ele não é o super-homem, ao contrário, foi condenado
e crucificado em uma cruz. O meu herói caminha com os presos políticos, com os
mutilados, desesperados e sedentos de paz e igualdade social.
Eu não quero este Jesus Cristo do cinema 3D, HD e
digital que enriquece empresários do sagrado e transforma os seguidores em
fanáticos. Não, o meu Jesus não tem tablet, aiphone ou iPad. Ele vive escondido
em um pequeno casebre castigado pelas enchentes, sofre com a seca, as chacinas,
a prostituição infantil e as epidemias, chora com os aidéticos e vive a procura
de um pedaço de terra e de um teto para morar. Ele é o mesmo de ontem, de hoje
e de sempre, porém, muitos não o aceitam, não o procuram e fecham os olhos para
não o ver.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 670. A importância do voto.
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Frei Petrônio de Miranda - A Importância da Comunicação para Igreja
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ASSUNÇÃO: Homilia do Frei Petrônio de Miranda.
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CARMELITAS EM BRASÍLIA: Posse do Frei Alexandre-01.
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A NOITE TRAIÇOEIRA.
Frei
Petrônio de Miranda, Padre e Jornalista Carmelita.
“Ainda se vier,
noites traiçoeiras, se a cruz pesada for, Cristo estará contigo, e o mundo pode
até, fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo....”. Esta é a música tocada
de norte a sul, de leste a oeste do nosso Brasil. Não apenas nas igrejas mas
também em rádios e tvs. Por que tal música é tão querida pelas diferentes
classes sociais? O que ela tem de especial em sua letra e melodia para cair na
boca do povo? Será que somos vítimas de traiçoeiros? Será que vivemos na
chamada noite escura, noite esta vivenciada pelo místico São João da Cruz,
Frade Carmelita, em seu poema e na sua vida? Será que gostamos de carregar as
pesadas cruzes da vida? Será que o mundo só nos traz tristezas e choros? Quando
Deus nos quer sorrindo?
Meu caro leitor,
essas interrogações são os ingredientes da “noite traiçoeira”, música bonita,
não apenas na profundidade da letra como também na melodia. Quem nunca teve uma
amizade quebrada ou um amor traído? Quem não passou por uma noite traiçoeira,
daquelas que parecem infinitas na qual torna-se quase impossível se perceber o
raiar do sol no novo dia?. São João da Cruz a chamava da noite da purificação.
Ou seja, são momentos escuros da nossa vida que nos jogam contra a parede e nos
fazem ver a nossa miséria e a nossa fragilidade humana. Sem essa noite, somos
incapazes de vislumbrar a importância da luz ou da perspectiva de um novo dia
que está logo ali. Na verdade, o que é preciso para encontrarmos a luz é darmos
o primeiro passo; mas, às vezes, preferimos ficar na eterna escuridão, a
exemplo do mito da caverna de Platão.
Muitas vezes
somos tentados a nos acostumar com as escuridões da vida. Achamos que tudo é
normal, que é à vontade de Deus. Ou ainda que é o nosso destino sofrer. Eu lhe
pergunto: Você quer a dor, a escuridão e a morte para o seu filho? Se você não
quer o mal para o seu filho, e Deus, que é a infinita bondade, será que Ele vai
desejar que você fique na noite escura
da depressão, da desconfiança diante do seu marido, do medo ou do
estresse? Claro que não. Portanto, está esperando o quê? Os nossos olhos foram
feitos por Deus não apenas para derramar lágrimas, mas sim para ver o brilho
das estrelas, principalmente quando a noite é escura.
“Deus
te quer sorrindo”. Essa afirmação vai contra a teologia que afirma nas entre-
linhas que o nosso Deus é do sofrimento e não do riso. Confirme esta minha
afirmação através do filme: “O Nome da Rosa”. Gostaria ainda de lhe perguntar:
Você já viu imagem de algum santo sorrindo? Você já viu uma pintura de Jesus
Cristo sorrindo? Se não viu, olhe o painel da Igreja Matriz e veja uma foto
rara de Jesus Cristo sorrindo. Dom Bosco- o santo, referência na educação em
várias capitais do Brasil e diversos países, é representado através de uma
imagem, que na sua fisionomia, aparece o riso. O próprio santo conta-nos a
história de Domingos Sávio, então seu aluno, hoje também santo-São Domingos
Sávio. Era desejo dessa criança ser santo. Para tal, participava de todas as
missas do colégio e fazia todas as devoções possíveis com tal objetivo.
Percebendo o seu entusiasmo, exagerarado para uma criança, Dom Bosco pergunta:
“por que você não sai da igreja”? Ele disse- quero ser santo. O educador então
lhe responde: “Viva com os seus colegas, jogue bola, corra, brinque, seja uma
criança feliz que você será santo”. A partir daquele momento, Domingos Sávio
começou a ter uma vida normal como todas as crianças, colocando Deus em
primeiro lugar. Mais tarde, o discípulo e mestre foram reconhecidos como
santos.
Ao
terminar a minha reflexão gostaria de lhe perguntar: Você sente gosto, prazer e
tesão pela vida? Quantas vezes você saiu com os seus filhos para conversar,
este ano, este mês, esta semana? Você pode me responder: Frei, eu trabalho, sou
uma pessoa muito ocupada! E quando você estiver no seu leito de dor
impossibilitado de caminhar? E quando você perceber que a vida passou na sua
frente e você ficou para trás no mundo da depressão, do medo, da noite escura,
alimentando as noites traiçoeiras da vida?. Viva enquanto é tempo. Depois, não
venha culpar a sua família, o seu marido, a sua mulher, vizinho, o gato, o
cachorro e o papagaio pelos seus problemas. A vida é sua. Se você não a vive,
quem é que vai viver por você? Eu é que não vivo, Deus me livre! Eu quero é
sorrir, frequentar a academia, correr todos os dias, caminhar, assistir a um
bom filme, sentar em uma mesa com meus amigos e amigas. Enfim, viver! Chega de
chororô e deprê!!! Quem fica parado é poste.
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A voz do Pastor - Assunção de Nossa Senhora - Domingo 17/08/14
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CARMELITAS EM BRASÍLIA: Posse do Frei Alexandre-02.
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CARMELITAS EM BRASÍLIA: Posse do Frei Alexandre-01.
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sexta-feira, 15 de agosto de 2014
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 669. Vocação e Adoração.
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014
LEVANTANTE E COME. EVANGELIZAR JÁ! Nº 02. O Profeta Elias
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 667. Vocação e Oração.
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terça-feira, 12 de agosto de 2014
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 666. Não tinha água.
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ENCONTRO VOCACIONAL: Convite.
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FALHA NOSSA: A Palavra do Frei Petrônio. Nº 669
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BATE PAPO CARMELITANO: Frei Tinus Van Balen, O.Carm.
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segunda-feira, 11 de agosto de 2014
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 665. Amor e Vocação.
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domingo, 10 de agosto de 2014
19º Domingo do Tempo Comum: Homilia do Frei Petrônio.
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19º DOMINGO DO TEMPO COMUM: Dia dos Pais
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19º Domingo do Tempo Comum: Homenagem aos Pais.
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sábado, 9 de agosto de 2014
LEVANTANTE E COME. EVANGELIZAR JÁ! Convite do Frei Adailson.
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FREI SÍLVIO FERRARI: Mensagem para os Pais.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 664. Mensagem dos Pais.
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Edith Stein: Reflexões sobre a oração
Curso
de Formação Carmelitana em módulos. Módulo VI - Testemunhas da Vivência
Carmelitana.
Frei
Emanuele Boaga, O. Carm.
Ir.
Augusta de Castro Cotta, CDP. Roma 2003.
17 - Por Cristo se dá
glória a Deus
Toda a
glorificação de Deus se realiza por, com e em Jesus Cristo. Por Ele, uma vez que é só, pelo Cristo que a humanidade tem acesso
ao Pai, e porque sua existência de Deus-Homem e sua obra redentora são a mais
perfeita glorificação do Pai. Com Ele,
uma vez que toda oração sincera é fruto dessa união com Cristo ao mesmo tempo que
uma confirmação de tal união, e porque todo louvor do Filho é glorioso ao Pai,
e reciprocamente. N'Ele, uma vez que
a Igreja orante é o próprio Cristo - cada orante é membro do seu corpo místico
- e porque no Filho está o Pai. O Filho é o reflexo do Pai, cuja glória
manifesta. Esse duplo sentido de por, com
e em é a clara expressão da mediação do Deus-Homem. A oração da Igreja é a oração do Cristo sempre vivo. Ele prolonga,
imitando-a, a oração do Cristo em sua vida de homem. (A oração da Igreja, Agir,
Rio 1958, p. 20-21).
18- Sacrifício vivificante
Se os
homens tomarem (a SS. Eucaristia) com fé, também eles serão transformados,
incorporados ao Cristo, numa união viva, e repletos de sua vida divina. A força
vivificante do Verbo é unida ao Sacrificio. O Verbo se fez carne para dar a
vida que possui. Ofereceu-se a Si mesmo e ofereceu a criação resgatada por sua
oferta em sacrificio de louvor ao Criador. A Páscoa da Nova Alianca na última
Ceia do Senhor, no Gólgota pelo sacrificio da Cruz, entre a Ressurreição e a
Ascensão pelos ágapes jubilosos em que os discípulos reconheciam o Senhor na
fração do pão e, no sacrificio da missa, pela Santa Comunhão. (A oração da Igreja, p. 25-26).
19 - O Dom Eucarístico
Pode-se
considerar o dom contínuo do Cristo sobre a Cruz, na Santa Missa e na eterna
glória do céu, como sendo uma só e grande ação de graças: a Eucaristia. Ação de
graças pela Criação, pela Redenção e por sua derradeira consumação. Oferece-Se
Ele a Si mesmo em nome de todo o universo criado, do qual é a primeira figura e
ao qual desceu para o renovar interiormente e o conduzir á perfeição. No
entanto, chama, também, todo esse universo criado para, em união com Ele, dar
as graças devidas ao Criador. (A oração
da Igreja, p. 27).
20 - O novo Templo de
pedras vivas
Em lugar do
Templo de Salomão, o Cristo construiu um templo de pedras vivas: a comunhão dos
santos. Ele permanece no meio dele como o Sumo e Etemo Sacerdote e, no altar, é
Ele próprio a vítima perpétua. E, novamente, os frutos da terra, oferendas
misteriosas, as flores, os candelabros e os círios, os tapetes e o véu, o
sacerdote consagrado, a unção e a bênção da casa de Deus, toda a criação é
incluída na 'liturgia", no solene oficio divino. (A oração da Igreja, p. 29).
21- A vocação humana, o louvor divino
Quando,
para as grandes festas, afluem os fléis às igrejas abaciais ou catedrais e
tomam parte, ativa e jubilosamente nas formas renovadas da vida litúrgica,
estão testemunhan do que sua voceção é o louvor divino. (A oração da Igreja, p. 31)
22 -O Pai nosso realiza os
nossos pedidos
Dizemos antes da Santa Comunhão, e se o fizermos sinceramente e de todo o nosso
coração, se comungarmos o Corpo do Cristo com uma intenção reta, Ele nos há de
trazer a realização de todos os nossos pedidos. Ele nos livra do mal,
purificando-nos do pecado e dando-nos a paz do coração que tira o aguilhão dos
outros males. Ele nos traz o perdão dos nossos pecados e nos fortifica contra
as tentações, como Pão da vida de que necessitamos todos os dias, para nos
enraizar e crescer na vida eterna. Ele faz de nossa vontade um instrumento
dócil á vontade divina. Desse modo, instaura em nós o Reino de Deus, dando-nos
lábios e coração puros para cantar a glória do Seu Santo Nome. (A oração da Igreja, p. 32-33).
23 - A oração de Jesus e a
da Igreja
Cada alma é
um templo de Deus: grande e nova perspectiva. A vida de oração de Jesus é a
chave que nos introduz na oração da Igreja. Vimos que o Cristo participou do
culto público do seu povo, culto que se denomina, habitualmente, a "Liturgia". Une Ele esse oficio, da
maneira mais estreita, à sua própria oferta de vítima, dando-lhe, então seu
pleno e verdadeiro sentido de ação de graças ao Criador, e transformando a
liturgia do Antigo na do Novo Testamento. (A
oração da Igreja, p. 35).
24 - A oração de Maria e o
nascimento da lgreja.
A Redenção
foi decidida no etemo silêncio da vida divina. A força do Espirito Santo
sobreveio á Virgem quando orava solitária, na humilde morada silenciosa de
Nazeré, e operou em seu seio a Encarnação do Redentor. Reunida em torno da
Virgem, orando em silêncio, é que a Igreja nascente esperou a nova efusão do
Espirito que lhe havia sido prometida para intensificar a sua luz interior e
tornar e sua ação fecunda. (A oração da
Igreja, p. 41).
25- O segredo da vida
interior
A oração
sacerdotal do Salvador (cf. Jo 17) entrega-nos o segredo da vida interior:
unidade íntima das pessoas divinas e inabitação de Deus na alma. Nessas
secretas profundezas, no mistério e no silêncio é que foi preparada e se
realizou a obra da Redenção; e é
deste modo que ela prosseguirá até o fim dos tempos, até o momento em que todos
serão efetivamente um em Deus. (A oração
da Igreja, p. 40-41).
26 - A força da oração
A história
oficial cala-se a respeito dessas
forças invisíveis e incalculáveis (da oração). Mas a confiança dos fiéis e o
juizo atento e vigilante da Igreja as conhecem. Nossa época, tantas vezes mal
sucedida, vê-se cada vez mais forçada a esperar, dessas forças ocultas, a suprema
salvação. (A oração da Igreja, p.
48).
27 - O supremo grau da
oração
Que seria a
oração da Igreja se não fosse ela o dom daqueles que amam com um grande amor o
Deus que é Amor? O dom total de nosso coração a Deus e o dom que Ele nos faz em
troca, a plena e eterna união, tal é o estado mais elevado que nos seja
acessível, supremo grau da oração. As almas que o atingiram são,
verdadeiramente, o coração da Igreja: nelas vive o amor sacerdotal de Jesus.
Ocultas em Deus com o Cristo, só podem irradiar em outros corações o amor
divino que as possui e, desse modo, contribuir para a perfeição de todos na
uniáo a Deus, o que, no passado e no
presente, é o único desejo de Jesus (A
oração da Igreja, p. 51).
28 - Não há dualismo para
quem se une a Deus
Tudo é uma
só coisa para as almas ditosas que chegaram à unidade profunda da vida divina:
o repouso e a ação, o contemplar e o agir, o calar e o falar, o ouvir e o
comunicar-se, o receber dentro de si, no amor, o dom divino e retribuir o amor
em abundância, na ação de graças e no louvor (A oração da Igreja, p. 53).
29 - Vida de oração
Na Regra
Carmelitana se resume, numa breve frase, o sentido da nossa vida: «Que cada um permaneça na sua cela ...
meditando dia e noite na lei do Senhor e velando em oração, desde que não seja
impedido por outros trabalhos». «Velando em oração...», isto significa o
mesmo que Elias expressava com as palavras: «...prostrado diante do rosto de Deus». A oração não é outra coisa
senão o olhar do homem dirigido para o rosto do Eterno. Isto só é possível se o
espírito estiver desperto até às profundezas e liberto de todas as preocupações
e satisfações terrenas que o aturdem. Essa vigília do espírito não exige a do
corpo, e o descanso que exige a natureza também não a afeta. Meditando na lei do Senhor..., pode ser uma forma de oração, se tomarmos a
oração em sentido amplo. Se nos referimos, contudo; ao velar em oração como a penetração e o descanso no mistério de Deus,
que é próprio da contemplação, nesse caso a meditação é somente um caminho para a contemplação.
Que se
entende por lei do Senhor? O salmo
118 está imbuído por este desejo de penetrar na lei do Senhor e de se deixar
conduzir por ela ao longo da vida. Talvez o salmista pensasse na lei do Antigo
Testamento, cujo conhecimento exigia efetivamente a dedicação de toda a vida, e
o exercício exato de seu cumprimento. Cristo, contudo, libertou-nos do jugo
dessa lei. A lei do Novo Testamento é o grande mandamento do amor, do qual
Cristo diz que resume toda a Lei e os Profetas. O amor perfeito de Deus e do
nosso próximo é, sem dúvida alguma, um objeto digno de contemplação para toda a
vida. Melhor, podemos interpretar o próprio Cristo como a lei do Novo
Testamento, pois deu-nos o exemplo com sua vida de como devemos viver. Segundo
isto, só realmente cumpriremos a nossa Regra se tivermos constantemente diante
de nós a imagem do Senhor, para nos assemelharmos cada vez mais a ela. O
Evangelho é o livro que nunca podemos deixar de estudar.
Não temos
acesso ao nosso Redentor unicamente através dos testemunhos sobre a sua vida,
mas Ele está constantemente presente no Santíssimo Sacramento. As horas de
adoração diante do Altíssimo e a escuta atenta da voz de Deus, presente na
Eucaristia, são simultaneamente meditação
da lei do Senhor e vigília na oração.
A perfeição, contudo, somente é alcançada quando a lei vive dentro do nosso coração (Salmo 118, 11) e quando estamos
de tal modo unidos com o Deus Uno e Trino, de quem somos templo, que o seu
Espírito determina todo o nosso agir. Nesse estado não abandonamos o Senhor,
mesmo que estejamos acupados com os trabalhos que nos foram determinados pela
obediência. O trabalho é inevitável enquanto estivermos submetidos às leis da
natureza e às necessidades da vida. A nossa santa Regra, além disso, ordena-nos,
segundo as palavras e o exemplo de S. Paulo, que ganhemos o pão com o trabalho
das nossas mãos. Esse trabalho, contudo, precisa ter o caráter de serviço e de
meio, e nunca de fim. O conteúdo autêntico da nossa vida continua a ser: viver
prostradas diante do rosto de Deus.
(De: Los caminhos del silêncio, Editorial de
Espiritualidad, Madrid, 1988; parrafo: Sobre a história e o espírito do
Carmelo).
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Edith Stein: Considerações Sobre a Mulher
Curso de Formação Carmelitana Módulos EM Módulo VI - Testemunhas da Vivência Carmelitana.
Frei Emanuele Boaga, O. Carm.
Ir. Augusta de Castro Cotta, CDP. Roma 2003.
1 - Mulher: imagem de Deus
O SENTIDO da existencia especificamente feminina Localidade: Não PODE Ser compreendido somente pelas Relações Homem-mulher. Dado that essas Relações Acham se intimamente ligadas à Reprodução, E indispensável LeVar los Conta OS Vínculos Particulares that ligam a Mãe uma SEUS Filhos. Por Lado Outro, ja se mostrou com precisão Suficiente Que Toda Criatura E Feita a Imagem de Deus, e POR conseguinte, o Ser feminino DEVE ter, ELE also, Uma Parte nessa função de Imagem. Em suma, Sera necessario perguntar-se, Quanto Go to this SENTIDO ÚLTIMO fazer Ser feminino, se ELE PODE Ser Realizado Unicamente Pelo Casamento e Pela matemidade, OU SE PODE Ser Realizado de Outro Modo. ( La femme et sa Destinée, Bibli. Catholiquc, Amiot et Dumont, Paris 1956, p. 59-60).
2 - A Mulher no judaismo
A Esposa-Mae goza de Alta estima nenhuma seio da familia (judaica) fama e SUA ultrapassa los Muito OS Limites da Casa. Ela Cuida do Bem-Estar da Casa e de Todos os SEUS Habitantes, abre como Mãos AOS Pobres, Merece Toda a Confiança do Marido. MESMO OS FILHOS Adultos um consultam e ouvem SEUS Conselhos. Ela abre um parágrafo boca exprimir a Sabedoria, ea lei da ternura repousa SOBRE SUA LINGUA. Tudo Isto É LHE Acontece o Porque Ela teme o Senhor. Ai reside o Segredo da eficacia de SUA ATIVIDADE e de SEUS Sucessos. Em algumas familias judaicas, Que se mantiveram Fiéis á Tradição do Antigo Testamento , A Mulher mantém ATÉ Hoje Seu Prestígio de rainha. Cabe-LHE um sublime Tarefa de Por Filhos No Mundo e Cuidar, Nao somente fazer Seu Bem-Estar Físico, mas also Educa-los sem Temor faz Senhor. ( La femme et sa Destinée , p. 60-61).
3 - Maria de Semper ao Lado do Senhor
Vemos Semper Maria ao Lado do Senhor. O Serviço Que ELA LHE presta E Imediato, e imediatamente Ela interceda Pelos Homens Junto a Deus. E um recebe Graça Que ELA fazer o logotipo Senhor uma derrama SOBRE OS Homens. María de: Não represen o Senhor, mas o de sempre Acompanha; e nisto o Lugar Que ELE Ocupa E Semelhante AO de Eva Junto AO Adão Primeiro. Se Ocupa ESSE Lugar, não entanto, Nao E POR Causa fazer Senhor, mas POR Causa de NOS. E se Maria e A Mãe dos vivos, Nao E o Porque posteriormente TODAS es Gerações iriam Nascer Dela, mas o Porque Seu amor amor materno Abrange TODO o Corpo Místico EO Senhor, Que é Sua Cabeça. Em SUA virgindade, ELA E uma pura e Primitiva Imagem da Mulher, e Isto É MESMO Pelo Fato de Ela se MANTER Junto AQUELE Que É um TODO Homem Imagem de originais, e conduzir a Humanidade parágrafo Ele. ( La femme et sa Destinée , p. 62)
4 - A imitação de Maria
Se Maria e um original Imagem da pura feminilidade, a imitação de Maria Devera Ser uma meta de Toda a Instrução das Moças. E, se FOI ÀS confiado Mãos da Rainha do Céu DISTRIBUIR como Graças, Sera necessario, parágrafo atingir a meta da Educação, Nao somente elevar o Olhar Para Ela, mas Antes de Tudo apegar-se a Ela com Toda a Confiança. A imitação de Maria Localidade: Não Difere da imitação de Cristo Pelo Simples Fato de Maria ter Sido a Primeira a imitar a Cristo. FOI also O Primeiro e Mais Perfeito RETRATO de Cristo. E POR ISSO MESMO uma imitação de Maria Localidade: Não E somente Dever das Mulheres, mas de TODO Cristão. Pará como Mulheres, não entanto, ESSE Caminho E singularmente precioso, POR Leva-las a Imagem do Cristo UMA Que É Própria de SUA condição feminina. ( La femme et sa Destinée , p. 66).
5 - Ética Profissional
Por Ética Profissional Queremos referir-SOE á atitude permanente da alma UO à totalidade dos Habitos Que se manifestem na Vida Profissional de UMA Pessoa, enquanto principios formadores Que se exercem de Dentro Para Fora. A Ética E essencialmente determinada Pela atitude Pessoal Que se manifes nenhuma Exercício da Profissão. QUEM que sejam considerados Seu trebalho Como Simples Fonte de lucro OU mero passatempo, ha de Realiza-lo diversamente daquele parágrafo QUEM o trabaIho á Uma " vocação ", propriamente Falando, e Que se Sente Chamado a ELE. No estrito SENTIDO, somente no Segundo Caso E Que se PODE Falar de Ética Profissional. ( La femme et sa Destinée , p. 78-79).
6 - A Profissão da Mulher Naturais
Existe UMA Profissão da Mulher naturais, e Que atitude de alma Exige? Somente UMA Pessoa cega Pela Paixão polêmica PODE Negar o Fato de Que evidenciados O Corpo ea Alma da muiher foram criados Pará Fins Particulares. E e Palavra do Evangelho Exprime claramente Aquilo Que uma Experiência de Cada Diâmetro ENSINA HÁ muitos Séculos:
A Mulher se Acha destinada a Ser uma companheira do Homem ea Mãe dos Homens. Seu Corpo was Feito parágrafo Isto É, e parágrafo Este FIM igualmente se Acha orientada a SUA alma Trata-se aquí de hum Fato empíricamente evidenciados that also decorre do Princípio da " anima forma corporis '(Alma forma do Corpo) de Santo Tomas. E Como Corpos OS São constituídos de Modo TÃO fundamentalmente diverso a despeito de Tudo Aquilo Que a Natureza Humana possui los Comum, E DEVE Certo Que Existir UMA Diferença profunda Nos tipos de alma. A Mulher se inclina parágrafo Tudo Aquilo Que É vivo e Pessoal e tende a apreendê-lo totalidade los SUA. Cuidar, Proteger e conservar, Alimentar e Sustentar eis o Que caracteriza SUA necessidade autenticamente naturais maternas. ( La femme et sa
Destinée , p. 80).
7 - Maria, Mãe e Serva
No centro de SUA Vida se Acha Seu Filho. Espera Seu nascimento los Bem-aventurada Expectativa, Cuida-o in SUA infância, Segue-o Por Todos OS SEUS Caminhos, Próximos UO afastados, Como ELE deseja. Sustenta-o, Morto, nos SEUS Braços; executa o Seu testamento. Mas Tudo Isto É ELA O Faz de: Não Como se Fosse SUA Causa Pessoal. Ela á uma serva do Senhor, É Tudo ISSO POR ELE E o Porque designada. Por ISSO Localidade: Não Trata o Filho Como se Fosse SUA Propriedade especial: recebeu-o das Mãos de Deus e As Mãos divinas o Entrega, sacrificando-o no Templo e acompanhando-o comeu uma cruz. ( La femme et sa Destinée , p. 84).
8 - Maria, modelo da Vida Profissional
Pensemos los Maria NAS bodas de Caná: a Seu Olhar obsevador de: Não Escapa Coisa alguma e logotipo Percebe o Que ESTA faltando. Antes Que alguem o Faça um Menor Observação, Antes Que se perceba o Menor embaraço, ELA JÁ encontrou o Remédio. Acha o Remédio EO Caminho, AD como Indicações necessárias É Tudo discretamente, SEM SE Fazer Notar. Que ELA SIRVA de Exemplo A Mulher na SUA Vida Profissional. Possa also ESTA, qua SEJA para o Lugar Onde estiver, cumprir SUA Tarefa não e Silêncio na obediência consentida, SEM procurar Chamar a Atenção SOBRE si, NEM procurar nenhuma aprovação. E POSSA ELA, AO MESMO tempo, com Cuidar Um Olhar vigilante de TODAS como circunstáncias Que se apresentarem, um Fim de perceber uma falha Menor, de ver se alguem necessità de Auxilio, O Que LHE permitirá imperceptivelmente Exercer, na Medida de SUAS Possibilidades, UMA Ação equilibradora. ( La femme et sa Destinée , p. 89-90).
9 - A Colaboração dos sexos na Vida Profissional
Uma Salutar Colaboração dos Dois Sexos nenhuma seio da Vida Profissional Localidade: Não Será, será Possível a Localidade: Não Ser nenhum dia los Que O Homem ea Mulher tomarem consciencia de SUAS Particularidades Próprias. Deus CRIOU o SER HUMANO macho e femea, e Ambos à Sua Imagem. Somente como Particularidades masculina e feminina, desenvolvidas plenamente e lhes Toda a Pureza SUA, poderão dar um Mais elevada semelhança com Deus ea Mais forte penetração de Toda a Vida terrestre pela Vida divina. ( La femme et sa Destinée , 100 p.).
10 - Igreja, Corpo Místico de Cristo e Templo do Espírito Santo
Se UMA Comunidade Humana PODE naturais Ser Bem Mais Que UMA Simples Associação de indivíduos distintos, se PODEMOS ver aí UMA tamanha Intimidade that val Ate a Unidade Orgânica, Isto É AINDA Mais verdadeiro da Comunidade sobrenatural da Igreja. A União da alma com o Cristo Difere da Comunhão Entre Duas PESSOAS terrestres: começada Pelo Batismo É sempre de novo reforçada Pelos To Us Link sacramentos, E UMA Integração e UMA Circulação de seiva (cf. o Símbolo da vinha e dos ramos). ESSE ato de União com o Cristo implica UMA LigAção Membro um Membro between de Todos os cristãos. ASSIM a Igreja assumir uma Figura de Corpo Místico de Cristo. ESSE Corpo e hum Corpo vivo, EO Que o Espírito anima E o Espírito do Cristo Que, partindo da Cabeça, se derrama Por Todos Membros OS; o Espírito Que emana do Cristo E o Espirito Santo, ea Igreja E portanto o Templo do Espírito Santo. ( La femme et sa Destinée , pp. 124-125).
11 - Maria, simbolo Perfeito da Igreja
Maria á o Símbolo Perfeito da Igreja o Porque Ela E Sua Imagem Primitiva e Origem. Ela E POR Outro Lado hum ' orgão 'Único da lgreja, AQUELE Que sirva de para Formar o Corpo Místico, e also SUA Cabeça. Para designar SUA posição Orgânica central e essencial, de bom grado ELA E Chamada 'o Coração da Igreja " . TERMOS Os ' Corpo ',' Cabeça ',' Coração 'São certamente Imagens, mas exprimem Todos Algo Bem real. ASSIM Como existem Entre uma Cabeça EO Coração Vínculos excepcionais, da MESMA forma Maria, Que se Acha unida intimamente a Cristo POR Relações unicas e that here, Muito particularmente, denominaremos místicas, se Acha unida AOS To Us Link Membros da Igreja. Tal União ultrapassa de Longe, Tanto na intensity Como na Qualidade, um dos Outros Membros Entre si: E análoga a União de UMA Mãe um SEUS Filhos e superiores à dos filhos Entre si. ( La femme et sa Destinée , p. 128).
12 - Estender OS Braços à Criança carente
Milhões de Crianças Vivem Hoje Como órfáos SEM Pátria, MESMO Que tenham UMA Casa e UMA Mãe. Sentem sede de amor e esperam POR UMA Mão Que OS guie, Que VENHA Tira-los da sujeira e da Miséria e lev-los á Pureza e à luz. Como E Que Nossa Mãe, a Igreja Localidade: Não abriria amplamente OS SEUS bracos parágrafo apertar contra Seu Peito sos Filhos prediletos fazer Senhor? ( La femme et sa Destinée , p. 145).
13 - A Raiz do Mal
A Raiz do mal DEVE Ser procurada nenhuma das Inversão Relações com Deus. Como uma muiher, Por Seu Pecado, se insurgiu contra Deus e, AO MESMO tempo, dominou o Homem seduzindo-o, SUA punição E Ficar subrmetída AO Dominio do Homem. Pelo Fato de o Pecado AO qua Ela o arrastou ter Sido provavelmente hum Pecado de Sensualidade, A Mulher se Acha Mais exposta Que o Homem ao Perigo da Queda los UMA Vida puramente instintiva. Sempre Alias Que Acontece ESSA Qaeda, E ELA Que de novo arrasta AO mal, enquanto a Luta contra o mal é Sua Missão particular. ( La femme et sa Destinée , p. 173).
14 - O fóruns Trabalho do lar
Embora se apresentem, Segundo Otras proporções e noutras Relações, TODAS como Forças de O Homem Que dispoe se Acham igualmente na Natureza feminina E até pedem parágrafo Ser Usadas los UMA ATIVIDADE Correspondente. Onde OS Limites dos deveres Domésticos FOREM Muito estreitos, parágrafo permitirem a plena Expansão das Forças, Sera bom ampliar o Raio de Ação. No entanto, se o Faça Tudo com Medida, e Me parece that como Medidas São ultrapassadas when O Trabalho Profissional Põe los Risco a Vida do lar, OU SEJA, uma Comunidade de Vida e de Educação dos país e dos Filhos. Uma ATIVIDADE Profissional masculina levada a tal Ponto that subtraia Totalmente O Homem A Vida familiarizado Me parece contradizer a Ordem divina. Com Mais Razão AINDA, é Preciso considerar Como prejudiciais como condições Sociais los that muitas Mulheres casadas se veem Forcadas a ter UMA ATIVIDADE Profissional that como impeça de dirigir o proprio lar. ( La femme et sa Destinée , p. 180).
15 - Profissões Masculinas e Femininas
Existiriam, SEGUNDO A Ordem Natural, Profissões reservadas somente AOS Homens, e Outras somente ÀS muiheres (e eventualmente algumas Abertas a Homens e Mulheres)? Insisto, uma pergunta ESTA PODE-SE also responder Pela negativa, sobretudo POR Causa das fortes Diferenças indivíduos that aproximam claramente algumas Mulheres do Tipo masculino e feminino certos Homens fazem Tipo. Constatase, ASSIM, Que Toda Profissão masculina PODE also Ser exercida POR algumas Mulheres, e Toda Profissão feminina PODE Ser also exercida POR certos Homens. Por ISSO, creio Localidade: Não Ser justo, Domínio Neste, erguer Barreiras Jurídicas. DEVE-SE, Simplesmente, Cuidar parágrafo that UMA Educação adequada a Seu Objetivo, Uma Cultura apropriada e UMA judiciosa Orientação tenham Como Resultado LeVar uma UMA ESCOLHA prefissional Que corresponda a Natureza de Cada Pessoa. De Modo Geral, uma Repartição ocorrerá Naturalmente PIs, Dadas as Diferenças indivíduos, existe necessariamente UMA aptidão Específica Que Leva um CERTAS Profissões de Preferência uma Otras. ( La femme et sa
Destinée , p. 182).
16 - O sacerdócio das Mulheres
Do Ponto de vista dogmático, parece-me Que Nada existe Que proíba à Igreja instaurar TÃO Extraordinária Novidade (o sacerdócio feminino). PODE-SE, no entanto, invocar Toda UMA Série de Argumentos pró UO contra uma Dessa Inovação Utilidade Prática. O Que se Levanta contra ELA E o Conjunto da Tradição from OS tempos primitivos da Igreja ATÉ NOSSOS dias, e Mais vigorosamente AINDA OS Fatos misteriosos Que JÁ sublinhei. Cristo enquanto Filho do Homem Veio á terra e, POR ISSO MESMO, a Primeira Criatura that was POR Excelência a Imagem de Deus na terra era hum Homem, O Que Me parece INDICAR Que ELE somente chamou Homens á função sacerdotal. Mas, ASSIM ELE Como se apegou a UMA Mulher Mais intimamente that um QUALQUER Outro Ser Sobre a terra, e a fez à Sua Imagem Como Nome Outro Ser Antes, e ASSIM como, POR Toda a eternidade, ELE LHE concedeu hum Lugar na Igreja Que Localidade: Não Deu um SER HUMANO Nome Outro, da MESMA forma, from Toda a Eternidade chamou algumas Mulheres a se unirem a fazer Modo Mais íntimo Possível, Como mensageiras de Seu Amor, Como anunciadoras de Suá Vontade Para se dirigir a reis e papas, preparar Pará o Caminho de Seu Domínio no Coração dos Homens: Não PODE portanto Existir Profissão Mais elevada that um de Sponsa Christi, e aquela that vir Este Caminho se abrir Diante de SEUS Olhos de: Não podera escolhér Outro. ( La femme et sa Destinée , p. 185-186).
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Edith Stein: Vida Carmelitana e Martirio
Frei Emanuele Boaga, O. Carm.
Ir. Augusta de Castro Cotta, CDP. Roma 2003.
- Concretiza o Desejo de Fazer-se Carmelita: Abril de 1933 recebe do Seu Diretor Espiritual uma Permissão Para Realizar Seu Chamado vocacional, logotipo percebido apos a Conversão. Faz hum Mês de Experiência e de Prova não das Carmelitas Descalças Mosteiro de Colonia-Lidenthal.
- Dados principais de SUA Vida Carmelitana:
> 14/10/1933 - Ingresso no Carmelo de Colônia
> 15/04/1934 - Vestição com o nomo de Teresa Benedita da Cruz
> 21/04/1935 - Primeira Profissão Religiosa
> 21/04/1938 - Profissão Solene
> 1938/10/05 - Velação
- Pará Transferência de Holanda. No Ano de 1938, in vista fazer Perigo iminente das perseguições AOS hebreus - a «Noite dos Cristais» - solícita e obtêm um parágrafo SUA LICENÇA AO transferencia Carmelo Holandês de Echt.
- Oferta de si MESMA um Deus e testamento Espiritual . Em 1939, dados los Desconhecida, oferece Senhor (Sagrado Coração de Jesus) a Vida Própria los holocausto Pelos Irmãos e escreve o Seu testamento Espiritual, não qua se Evidencia SUA aceitação da morte pelas Grandes intenções do Momento.
- Tentativas de transferìencia e SITUAÇÃO dos Irmãos : .Em 1940, apos a ocupação Alemã da Holanda, se junta a ELA, não Carmelo de Echt, a SUA Irmã Rosa. São feitas varias tentativas de para obter a Transferência das Duas Pará o Carmelo Suíço de Le Paquier. Neste PERÍODO OS SEUS Irmãos Paulo e Frida São deportados parágrafo hum Campo de Concentração.
- Holandeses Denúncia dos Bispos : Em 20 de julho de 1942, EM UMA Carta pastoral, lida los TODAS como Igrejas Católicas, OS Bispos denunciam e condenam Holandeses uma Perseguição movida Pelos autoridades da ocupação Alemã, das cais Quais d'Orsay São vitimas OS judeus.
- Represália nazista e Prisão de Edith. No dia 2 de agosto de 1942, ocorre uma Reação nazista à Carta dos Bispos Holandeses com uma onda de Perseguição AOS judeus católicos da Holanda. Edith Stein é Sua Irmã Rosa retiradas São fazer Carmelo de Echt e conduzidas AO Campo de Concentração de Amersfoort e DEPOIS AO de Westerbork.
- Transferência de para Auschwitz-Birkenau . 07 de agosto de 1942: OS prisioneiros dEste Campo São conduzidos POR via férrea AO campo de Auschwitz-Birkenau, Onde chegam no dia 9/08.
- O Martirio . 09 de agosto de 1942.é um data presumida da morte de Edith Stein, na Câmera de Gás do referido campo.
- Colhendo, EM DIVERSAS Fontes, Testemunhos SOBRE OS ULTIMOS tempos de Vida de Nossa Irma, apresenta-SOE Considerações de PESSOAS Que com ELA conviveram e apreciaram SUA atitude de Serenidade, de Doação, de Entrega a Deus, MESMO los Meio de Grandes Dores, O Que Confirma SUA Vida, levando-SOE a apreciar uma grande coerência Entre SUA Palavra e Ação. Apreciemos:
a) Postura de Serenidade não derradeiro Sofrimento
• Os Testemunhos Sobre a Serenidade da Irmã Benedita (sem campo de morte) EM cara fazer iminente infortúnio, São confirmados Pelo depoimento do Agente Holandês Wielek. He escreve, EM 1952, na Revista De Tijd : "A Única religiosa Que me chamou logo de uma Atenção e Que eu, apesar de TÃO atrozes 'episódios' de that Fui Testemunha Nunca Pude esquecer; A Mulher Cujo Sorriso Nunca FOI UMA rímel, mas hum cálido esplendor Que irradiava de Seu Espírito, e A MESMA that TALVEZ SEJA UM día canonizada Pelo Vaticano a Assim Que vi ESSA Mulher no Campo de Concentração de Westerbrok dei-me Conta Disso e de Disse parágrafo MIM MESMO.: Eis aquí UMA grande Personalidade . Sem Inferno de Westerbrok viveu alguns días, Andou, falou e rezou ... como UMA papai E o era Realmente Durante UMA Conversa Disse:.. . FAZ O Mundo se de contrastes ... (Mas) Finalmente nada restará Desses contrastes de: Não Ficara outra Coisa SENAO O Grande Amor. porventura poderla Ser de outra forma ? Falava com tamanha firmeza e humildade, Que necessariamente cativava a de Todos os Que a escutavam. Conversar com ELA era de Como Fazer Uma viagem um Mundo Outro. Instantes sas, JA de: Não existía Mais Westerbork ... Nunca imagínei
Que houvesse PESSOAS ASSIM , Disse los Certa OCASIÃO ... Como tampouco jamais pensei Realmente that MEUS IRMAOS e Irmãs tivessem that suportar os tais sofrímentos ... Toda Hora Rezo enguias Por. Deus DEVE Ouvir Minhas oracões? O Que certamente Ouve São OS SEUS lamentos ... ».
• «when JÁ Localidade: Não restava alguma Dúvida de that Dentro EM BREVE, Tanto ELA Como OS To Us Link batizados, sor iam conduzídos um Lugar Outro, perguntei-LHE a QUEM Deveria comunica-lo e Como poderia remedia-lo. Localidade: Não conviria Que algum dos Policiais de Confiança telefonasse parágrafo Utrecht? Ela sorriu Novamente. NAO, POR favor, Nao o Faça ISSO. Por Que buscar exceções parágrafo ELA OU parágrafo ESSE Grupo? Por Acaso Localidade: Não Será, será justo Que se Evite parágrafo enguias QUALQUÉR Vantagem Pelo Fato de Serem batizados ? Se ELA Localidade: Não compartilhasse a sorte dos Outros, consideraria uma SUA Vida inutilizada. Nada Disso! E acompanhada de SUA Irmã Rosa dirigiu-se, rezando, Caminhões parágrafo OS. Presenciei o Sorriso ea inabalável firmeza Que a acompanharam ATÉ Auschwitz ". ( Cartas SOBRE Edith Stein , vol. 1, p. 25).
• «Na Noite, de quinta Pará sexta-feira, dia 7 de agosto, era Primeira sexta-feira do Mês. Os prisioneiros São despertados repentinamente. Leem-se como Longas Listas com OS nomos daqueles Que se devem preparar parágrafo Serem levados parágrafo Outro Lugar. Com Exceção de SEIS Homens, Todos estao incluidos. No día 7 de agosto de 1942, de Manhã, when amanhece hum sol radiante, intermináveis filas de Mulheres, Homens e children atravessam o campo de Concentração. A policia cede o posto a SS: Membros das. SUAS brutais Vozes de Comando acompanham OS prísioneiros ATE FORA DO Campo de Concentração. Os Hábitos Religiosos contrastam estranhamente com como Roupas dos Demais. Os Que ficam Sinais fazem, Durante Muito tempo, par uma caravana ». (Teresa de la Madre de Dios, Edith Stein, en busca de Dios , Editorial Verbo Divino, Navarra 1974, p. 292).
• Aos Olhos dos Humanos, toda a Obra de Irmã Benedita da Cruz se desfaz los Ruínas when, com Seu Povo se dirige parágrafo Auschwitz à semelhanca de Cristo Que se deíxou prender e LeVar fazer Getsêmani ATÉ Jerusalém Mas uma anônima obscuridade Que engole SUA Vida ea de SEUS Irmãos, a Só PODE Matar o Corpo, mas Localidade: Não uma alma COMECA ágora o Caminho da morte, mas o Terminais de-fé. Próprios de Os Inimigos da cruz se encarregam de abrir de par los par como Portas da eterna Verdade àquela Mulher Que Nunca cessara de procurar a Verdade. (Teresa de la Madre de Dios, Edith Stein, en busca de Dios , Editorial Verbo Divino, Navarra 1974, pp. 292-294).
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Edith Stein: Judia, atéia e cética, cristã, carmelita
VIDA
Curso de Formação Carmelitana Módulos EM. Módulo VI - Testemunhas da Vivência Carmelitana.
Frei Emanuele Boaga, O. Carm.
Ir. Augusta de Castro Cotta, CDP. Roma 2003.
1. Nascimento, infância e Relações Familiares
- Nascimento . 12 de outubro de 1891: Edith Stein Nasce los Breslavia, a capital da Silésia, politicamente pertencente entao, à Alemanha e atualmente à Polónia. A Família de e descendente e de Fé hebraica. O pai Sigfrido E comerciante de madeira; Um Mãe se Chama Augusta Courant. Edith E A Última de onze Filhos, dos cais Quais d'Orsay Três Mortos los tenra idade, os antes de Seu nascimento.
- Morte do pai e Relação co, uma Mãe . Julho 1893: morre o pai, repentinamente. Suá Mãe, Mulher corajosa e enérgica, toma o Governo da Família e dos Negócios da madeireira. Edith recebe da Mãe - Que a que sejam considerados A Filha Predileta, um observante Mais Educação religiosa hebraica.
- Algumas referencias autobiográficas:
• Relação com a Mãe: «Conservava bem à Lembrança das Coisas que observava em Mim Nos tempos de infância, e tiva de sempre a IMPRESSÃO de that se prolongava o Afeto Que mamãe de sempre tivera POR MIM. Eu era SUA flíha Predileta, Sem sombra de Dúvida »(. Autobiografia , citamos uma Tradução Espanhola: Editorial de Espiritualidade, Madrid sd, p 107.).
- Descreve Cenas Domésticas, refletindo Sobre a Presença materna : «Hoje AINDA ELA Encontra Enorme alegria los contemplar Como vao crescendo OS PES de feijão, ervilha e tomate, that DEPOIS recolhe contente. Devido ás muitas Horas Que passava AO AR Livre permaneceu Ate a velhice. Vigorosa e Bem disposta. Ate Nos dias duros e Frios de invemo mantinha como Mãos Quentes e pódios esquentar como Minhas. Isto É, parágrafo MIM, era hum Símbolo de that em Casa Tudo recebia Vida e Calor de mamãe. »( Autobiografia , 47 p.).
- Viva e geniosa, Assim se descreve: « Nos Primeiros Anos de Minha Vida era de Como hum azougue, viva, semper em Movimento de Gênio fulgurante, apressada, atrevida e intrometida Alem do Mais indomável e voluntariosa geniosa when alguma Coisa me contrariava Minha Irmã Mais Velha, QUEM eu quería Muito, tinha USADO inutilmente Comigo TODO o Seu sabre Pedagógico. Seu ÚLTIMO Recurso FOI Trancar-me num Quarto Escuro. When via Próximo ESSE Perigo lançava-me AO Chão e encantadora Minha Irmã de: Não pódios, SEM Muito esforço, Levantar-me e LeVar mim. Em Minha Escura Prisão NEM POR ISSO entrava.em a Acordo com a Irmã mas gritava uma Planos pulmões e. Batia Punhos Com Os nd porta ATÉ Que mamãe Finalmente dizia Que Aquilo Localidade: Não ficava Bem, Que OS Vizinhos reclamariam, e me libertavam »( Autobiografia , p. 61-62).
• Morte Repentina do Pai: SOBRE ISTO Edith Afirma, considerando-se O Último Legado do Pai à família: «Papai Morreu los junho de 1893 ja contei Como eu estava Nos Braços de mamãe when papai se despediu de Nós parágrafo Fazer aquela Viagem da Qual Localidade: Não voltaria Mais com Vida. AINDA não ÚLTIMO Instante o chamei, when se Voltava parágrafo NÓS indo embora. Por ESSE Pormenor, eu era parágrafo mamãe Como that O Último Legado de papai ". ( Autobiografia , p. 61).
2 Formação escolar elementar e Estudos Universitários
- Formação escolar elementar . Nos Anos 1897-1911 Edith Completa com, com ótimos Resultados, OS ESTUDOS primário e humanístico na «Victoriaschule» de Breslavia.
- Algumas referencias autobiográficas:
• S Obre si MESMA Afirma: « Toda a familia me definiu, from a tenra infância Mais, Atributos POR DOIS. Com Toda a Razão me censuravam POR Ser ambiciosa, mas also me chamavam de uma inteligente Edith.
Ambas encontra em Coisas que me faziam sofrer. A Segunda, o Porque entendia Que desejavam Fazer alguma Observação SOBRE Minha Inteligência e, de Além Disso, parecía-me that Só tinham Olhos Para a Minha Inteligência.
Mas from OS Primeiros Dias de Minha Vida eu sabiá, Por Outro Lado, Que É Mais Importante Ser Que bom inteligente ». ( Autobiografia , p. 107).
• Adeus ás Aulas : «Localidade: Não me custou Muito DiZer adeus como Aulas. Por hum Lado estava saturada de Aprender. E POR Outro Localidade: Não Sentia especial carinho POR Nenhum de MEUS Professores OU professoras ». ( Autobiografia , p. 111).
- Estudos Universitários los Breslavia e Gottinga . Nos Anos seguintes, de 1911-1913, Completa OS ESTUDOS Universitários los Breslavia (Estudos de Língua e Literatura Germânicas, de História e de Psicologia). Demonstra UMA grande capacidade na aparendizagem de Línguas Línguas (LATIM, Grego, francés, Inglês, Espanhol). Passa DEPOIS, EM 1913, à Universidade de Filosofia los Gottinga, parágrafo Seguir OS Cursos de Edmund Husserl, Fundador da Corrente fenomenológica . Sofre UMA profunda Influência dEste filosofo e, EM CONSEQÜÊNCIA do Ambiente universitário, Torna-se atéia e cética.
- Enfermeira militar volontaria . EM 1915, POR alguns Meses, presta Serviço de Como Enfermeira militar nenhum hospital de Marish-Weisskirchen na Moravia, Doencas Infecciosas Pará.
- Doutora en Filosofia . Em 1916 Passa a Friburgo, seguindo o mestre Husserl e em-3 de agosto fazer MESMO Ano, SUA Defende tese de Doutorado em Filosofia, obtendo « summa cum laude ".
- Algumas referencias autobiográficas:
• Alegria Diante das boas Notas : «Uma Colega me Disse hum dia: Alegro-me POR VOCE FICA ver that Sempra Alegre (when Ganha nota boa). Pensava Que Voce JÁ Deveria Estar acostumada HÁ Muito ritmo! Mas Isto É de: Não acontecia Comigo Nao calculava O Que escrevia, ea nota era parágrafo MIM Como hum oráculo »( Autobiografia , p. 131).
• O Estudo da Filosofia : "A Filosofia era a Maior Montanha Que eu devia do Escalar naquele invemo. Dedicava-LHE a Maior Parte do dia. Minhas Jornadas Compridas ERAM. Levantava-Me como SEIS e trabaIhava ATÉ meia-noite, Quase SEM interrupção. Comia Quase Semper Sozinha e entao pódios continuar 'Minhas Reflexões Durante como refeições. E AO deitar-me deixava um Meu Alcance, na Mesinha de Cabeceira, lapis e Papel parágrafo anotar rapidamente alguma idela Que me ocorresse Durante A Noite. Muitas-fold me afigia porqué não sono me ocorria Algo Que pensava suma importância. Mas acordando Completamente e tentando comprises-lo, nada sobrava de inteligível. ( Autobiografia , p. 225).
• Elaboração Pessoal: «Tive here Pela Primeira Vez, Uma Experiência Que me DEPOIS acompanharia los Todos Os Meus Trabalhos To Us Link. Livros de Os Nao me adiantam nada enquanto eu Localidade: Não esclarecer a Questão los UMA elaboração Pessoal. ESSA Luta Pela clareza ágora se travava Dentro de Mim com Grandes sofrimentos e Localidade: Não me deixava descansar NEM de Noite sem votos de dia. Naquela Época Perdi o sono, é Isso se prolongou POR muitos Anos, comeu Que Pude Novamente passar Noites Tranquilas ». ( Autobiografia , p. 226).
• Respeito Pela Crença : «Eu aprendera los Gottinga a mostrar Respeito Diante das perguntas da Fé e das PESSOAS crentes. Agora ATÉ ia com Minhas amigas algumas-fold uma Igreja protestante uma, mas AINDA Localidade: Não reencontrara o Caminho Para Deus. A Mistura de Política e religião, that caractarizava OS sermões, Nao me pódios LeVar AO Conhecimento da Fé pura e me repugnava freqüentemente ». ( Autobiografia, p. 260).
• Diante da guerra : «A paz, A DOS Tranquila posse Bens, a estabilidade das Relações cotidianas constituíam parágrafo NÓS Como Que o alicerce inabalável da Vida. When, enfim, percebemos Que se aproximava inexoravelmente a Tempestade, Todos procuramos compreender claramente o Processo EO desenlace. Uma Coisa Certa era: tratava-se de UMA guerra Diferente das Anteriores. Uma Destruição TÃO horrorosa Localidade: Não poderia durar ritmo Muito. Em poucos Meses Tudo passaria ». ( Autobiografia , p. 240).
- Minha Vida de: Não me Pertence : " .. Agora Minha Vida Localidade: Não me Pertence, Disse parágrafo MIM MESMA TODAS como Minhas energias estao a fazer Serviço Acontecimento Grande (Guerra de 1914-1918) when Terminar a guerra, se AINDA estiver viva, poderei Pensar Novamente assuntos los MEUS Pessoais. ( Autobiografia , p. 244).
- Enfermeira militar Voluntária: « ? Por Que Deveria Ser UMA privilegiada Em mamãe encontrei UMA forte Resistência de: Não Ihe Disse UMA Só Palavra de Que se tratava de hum Hospital de Doenças contagiosas. Ela Sabia Muito Bem que poderia dissuadir de: Não-me com o Argumento de that Corria Risco de Vida. Por ISSO usou Como Argumento, parágrafo -me Fazer edo, Que OS soldados vinham da Frente de Batalha cheios de piolhos e Que eu Localidade: Não me poderla defensor ISSO contra. Realmente era Coisa tal hum tormento e me enchia de pavor. Mas, se OS that estavam NAS trincheiras tinham that sofrer Isto É, o Porque eu Deveria Ser UMA privilegiada? »( Autobiografia , p. 264).
- Em 24 Horas Tudo Tera Passado : «como Vésperas fazer Exame (de doutoramento), A Noite, Érika me perguntou Como me Sentia. Eu respondi a Ela: Em 24 Horas Tudo Tera Passado! Ela fícou admirada com tamanho fatalismo. Naturalmente me acompanhou ate o campo de Batalha. ( Autobiografia , p. 327).
- Doutora los Filosofia: «Weissenfels (professora) me contou Que o Presidente da banca examinadora tinha apresentado dificuldades los Concedente-me uma nota s umma cum laude ., achando that fóruns Muito Fácil o Exame de "Cultura Geral» Mas OS examinadores mantiveram um Um nota (nota maxima) Husserl me garantiu, não domingo, rindo, Que Realmente uma nota Conjunta fazer Exame Escrito e orais NAS that CONSTA atas, E ESTA.: "Mit Auszeichnung Bastanden» (Nota Máxima) ». ( Autobiografia , p. 261).
3 Primeiras Atividades EO Caminho da Conversão
- Influência da Filosofia fenomenológica . DEPOIS fazer doutorado, Edith Stein trabalha los Vitória de Breslavia e lhes Outubro de 1916 Passa de novo à Universidade de Friburgo Como Assistentes fazer Prof. Husserl, comeu o último de 1921 atraves dos Estudos de Filosofia, vai los Busca da Verdade.
- Conversão à Fé Cristã . Experiências Algumas, Que a colocam los Contato com a dor (entre como Quais, in 1917 uma Visita a Viúva de Adolf Reinach), e also a Leitura dos exercicios de Santo Inácio de Loyola (1918) e da autobiografia de Santa Teresa de Jesus (1921) ajudam-na los Seu Processo de Conversão à Fé Cristã. Recebe o Batismo ea Primeira Comunhão, EM 1º de janeiro de 1922, na Igreja Paroquial de Bergzabern. Em 2 de fevereiro de 1922, recebe o Sacramento do Crisma.
- Desejo de se Fazer Carmelita . A SUA Descoberta de Cristo Leva-a à redescoberta de SUAS Raízes hebraicas. Sente entao o vivo Desejo de tornar-se carmelita. Porem Seu Diretor Espiritual de: Não admitem-LHE uma Permissão Para tal, o Porque, sem trocadilho Seu, Edith Deveria testemunhar SUA Fé Cristã, No Mundo, Como leiga Comprometida.
- Algumas referencias autobiográficas:
• Juizo SOBRE o professor de Husserl: « Eu era UMA insignificância e Husserl, O Primeiro dos filosofos Atuais e, Segundo Minha Opinião, um dos Maiores, that sobreviverão à SUA Época e marcarão a História. (Escrevo ISTO AOS 27-04-1939.Faz Hoje hum Ano Que o querido mestre Passou um parágrafo etemidade) »( Autobiografia , p. 325).
• Novos horizontes : Relata SOBRE O Processo de Transformação SUA: «Joe Cada Manhã me sentava, Cheia de Dúvidas,
Diante de Minha escrivaninha. Eu era Como Pequeno Ponto los hum Imenso espaco. Viria Algo Dessa Imensa Extensão Que eu CAPTAR pudesse? Sentava-me, Bem Apoiada no espaldar da Cadeira, e dirigia Meu espirito los dolorosa, Tensão parágrafo Aquilo Que parágrafo MIM era exatamente uma Questão Mais lancinante. Ao cabo de Instantes, parece Que a luz chegava. Logo pódios formular uma pergunta e ia Encontrando Caminhos parágrafo LHE dar Corpo. E enquanto UMA Coisa se ia clareando, surgiam DIVERSAS perguntas de Todos os Lados. Husserl costumava Chamar Isto É de Novos
Horizontes ". ( Autobiografia , p. 300).
• Primeiro Contato com o catolicismo: «Este FOI O Meu Primeiro Contato com hum Mundo ATÉ entao Totalmente Desconhecido parágrafo MIM. AINDA Localidade: Não me levou à Fe. Mas, me abriu parágrafo Toda UMA Esfera de f enômenos Diante dos cais Quais d'Orsay Nunca pódios Ficar cega. Localidade: Não era los VAO Que nsa tinham inculcado Que deveríamos ter TODAS como COISAS Diante dos Olhos, Sem preconceitos e despojarmo-SOE de Todos os antolhos. Como limitações dos preconceitos racionalistas los educada that fóruns, Sem o saber, começaram a CAIR, eo Mundo da Fé surgiu de Repente Diante de MIM. PESSOAS de Minha convivência diaria e that admirava, Viviam Nele. Tinham Que Ser, Pelo Menos Dignos de Séria consideração »( Autobiografia , p. 211).
• Algo Totalmente novo: «Entramos alguns Minutos na catedral (de Heidelberg) e enquanto estávamos ali los
respeitoso Silencio, Entrou UMA senhora com UMA cesta de Compras e se ajoelhou, parágrafo Fazer UMA breve Oração. ISTO FOI parágrafo MIM Algo Totalmente novo. Nas sinagogas e NAS Igrejas protestantes, a instâncias that, a Só se ia parágrafo OS Ofícios Religiosos. Mas aqui a lista chegava QUALQUÉR Pessoa, no Meio de SUAS ocupações diarias, e na Igreja Vazia travava Como Que hum Diálogo confidencial (com Deus). Nunca Pude esquecê-lo ». ( Autobiografia , p. 318).
• Novas atitudes:
«Minha atitude ante a Pessoas e Diante de MIM MESMA mudara Totalmente. Localidade: Não pensava Mais lhes ter Semper Razão e vencer o adversário a TODO o Custo. E MESMO when continuava Formando hum Juízo severo SOBRE como fragilidades dos Outros, Nao o usava parágrafo Tocar Seu Ponto Fraco, mas parágrafo Ser indulgente. Nem sofreu com Este senso Crítico uma função de educadora that de sempre exerci. Aprendi Que UMA Pessoa poucas-fold melhora when SE LHE Diz A Verdade. ISTO PODE ajudar somente when OS To Us Link mesmos TEM um Séria exigência de Ser Melhores e se permitem o Direito à Crítica ». ( Autobiografia, p.185-186).
4. Presença Cristã Localidade: Não campo intelectual
- Professora los Colégio Dominicano . Nos Anos de 1923-1931 Edith Stein ENSINA LINGUA E literatura alemãs nenhuma Instituto S. Maria Madalena das Dominicanas los Spira. Continua, concomitamente, OS ESTUDOS filosóficos, aprofundando o Conhecimento de S. Tomás de Aquino. Traduz also como Cartas e Diários de OS Newman.
- Conferencista . Em 1929 DESENVOLVE UMA ATIVIDADE Intensa de Conferências.
- . Professora Universitária Em março de 1932 Aceita o encargo de docente no Instituto de Pedagogia Científica los Münster. Em fevereiro do Ano seguinte E constrangida a deixar o Instituto los Razão da Ascensão de Hitler AO Poder e da imposição de Novas leis de discriminação racial. Rejeita uma Oferta Para ensinar na América do Sul.
- Algumas referencias autobiográficas:
• Elegante POR modéstia. Interessante E SUA Preocupação com a discreção não trajar. ASSIM se manifes SOBRE ISTO: «from that era professora esforçava-me POR me vestir com TODO o esmero. Estava n'uma Cátedra Diante de Moças educadas NAS Melhores familias, e sabiá Que tinham Olhos penetrantes Pará como COISAS externas. Localidade: Não quena Chamar a Atenção NEM POR desalinho NEM POR demasiada Elegância, mas sim o Ser Mais discreta Possível e NAO desviar a Atenção da classe parágrafo Minha Pessoa. »( Autobiografia , p. 324).
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