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sábado, 30 de maio de 2015
Nas horas de Deus Amém: Mensagem do Frei Petrônio.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 893. Domingo da Trindade.
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quinta-feira, 28 de maio de 2015
Vaticano diz que casamento gay é “derrota para a humanidade”
Secretário
de Estado diz que a Igreja precisa reagir ao resultado do referendo irlandês
Irlanda,
o primeiro país a aprovar o casamento gay em um referendo
O sim da católica Irlanda ao casamento
homossexual caiu como uma bomba no Vaticano. Seu mais graduado funcionário, o
secretário de Estado Pietro Parolin, um diplomata com muitos anos de
experiência e fama de moderado, assim se referiu ao resultado do referendo:
“Não só se pode falar de uma derrota dos princípios cristãos, mas também de uma
derrota da humanidade”.
O cardeal italiano Parolin acrescentou
que se sente “muito triste pelo resultado” – 62% dos votos favoráveis ao
casamento entre homossexuais, 37% apostaram contra – e pediu à Igreja que
reaja. “O arcebispo de Dublin”, acrescentou o secretário de Estado durante um
ato da fundação Centesimus Annus, “disse que a Igreja deve levar em conta essa
realidade, mas me parece que no sentido de reforçar seu esforço evangelizador.
A família tem que continuar no centro, e devemos defendê-la, tutelá-la e
promovê-la. O futuro da humanidade e da Igreja depende da família. Golpeá-la
seria como tirar os alicerces do edifício do futuro”.
As palavras de Parolin chamam a atenção
por dois aspectos. Primeiro porque ele não costuma se estender – e muito menos
com tal eloquência – quando fala em público. Seu trabalho até agora era no
sentido de sustentar de forma calada, quase invisível, os esforços do papa
Francisco para renovar a Igreja e, sobretudo, colocar a máquina diplomática do
Vaticano a serviço da paz. Em segundo lugar, desde que o Papa se referiu à
homossexualidade durante seu voo de volta do Brasil – “Quem sou eu para julgar
os gays” – a Santa Sé vinha procurando atualizar os velhos clichês.
Mas, até o momento, tratava-se apenas de
uma aproximação mais respeitosa, talvez mais compreensiva em relação aos
homossexuais, mas deixando claro –como faz nesta quarta-feira o cardeal Angelo
Bagnasco, presidente da Conferência Episcopal Italiana, em uma entrevista ao
jornal La Repubblica – que a Igreja continua rejeitando as uniões civis.
“Acreditamos”, observa Bagnasco, “na família que nasce da união estável entre
um homem e uma mulher, potencialmente aberta à vida; esta união, que constitui
um bem essencial para a sociedade, não é equiparável a outras formas de
convivência”.
Talvez as palavras de Pietro Parolin
possam ser explicadas pelo fato de a Igreja temer um efeito-dominó do referendo
europeu no resto da Europa.
Fonte:
http://brasil.elpais.com
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quarta-feira, 27 de maio de 2015
Hino Missionário da Ordem Terceira-2016.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 889. A Morte que vende.
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terça-feira, 26 de maio de 2015
AO VIVO- Terça-feira 26: Missa com Frei Petrônio de Miranda.
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CANTANDO COM FREI PETRÔNIO: Manda teus anjos.
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AO VIVO AGORA: Missa com Frei Petrônio/RJ.
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TAUBATÉ/SP: Ordem Terceira do Carmo.
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
¡Romero Mártir por amor a los pobres!
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 888. A Mulher invisível.
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Carta aberta ao bispo de Maceió, Dom Antônio Muniz
Dom Antônio Muniz, Arcebispo
Metropolitano de Maceió:
Rogo a atenção de V. Exa. Revma. para
fixar ainda mais o seu olhar sobre Alagoas. O estado não consegue controlar a
epidemia de violência homicida que tem enlutado milhares de famílias.
Alagoas, nas últimas duas décadas,
alcançou o primeiro lugar no ranking dos estados mais violentos. São números
trágicos e vergonhosos que se assemelham aos de guerra.
O Mapa da Violência de 2014 revela que
entre 2008 e 2012 ocorreram 10.159 homicídios em Alagoas; desses, 6.114 são
jovens, na faixa etária de 15 a 29 anos, ocorrendo 60% dos homicídios entre
negros e pobres.
Os dados estatísticos produzidos pela
Secretaria de Defesa Social (SDS) em 2013 revelam 2.260 crimes violentos
letais, uma média de 6,19 homicídios/dia, e em 2014 foram assassinados mais
2.199; a média mantida é de 6,02 homicídios/dia. A soma do período é de 14.618
homicídios.
Esse contingente de jovens negros e
pobres em idade escolar não teve o direito de viver com o mínimo de dignidade;
foram assassinados e os motivos nunca serão esclarecidos pela policia alagoana,
fato que mantém a impunidade como regra geral e política de Estado.
Dom Antônio, as condições em que o
Estado se encontra é de sucateamento, notadamente nas áreas em que a população
mais necessita: educação, saúde, assistência social, e com taxa de desemprego
crescente.
As políticas públicas essenciais não
existem concretamente, a não ser na propaganda oficial. A possibilidade de
incluir os jovens no mundo do trabalho e da cultura é impensável em Alagoas.
O Núcleo Estadual de Atendimento
Socioeducativo (Neas), localizado no Tabuleiro, em Maceió, é um depósito em
condições inferiores às das piores pocilgas. A tortura física e psicológica tem
sido o método de castigo implementado pelos agentes públicos. Não bastou o
ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, em 2014,
ouvir dos adolescentes relatos de torturas e de que a comida era deplorável,
pois as condições permanecem iguais ou o que mudou tem efeito meramente
cosmético.
Dom Antônio, a presença mais visível do
estado nos bolsões de pobreza e miséria é através da presença da polícia, que
insiste na “guerra contra a criminalidade” como meio de “oferecer segurança
pública”. Essa prática retrógrada se mantém com o apoio e incentivo público dos
responsáveis pela segurança pública.
Essa prática tem servido tão somente
para incitar o ódio estatal contra o fenômeno crescente de violência,
identificado como um estágio de epidemia. Toda a fúria policial é um
instrumento que operacionaliza o processo de “limpeza social e étnica”
instaurado há décadas no seio da segurança pública.
Dom Antônio, como cidadão preocupado com
essa questão, me reporto ao tempo em que era criança em Anadia, interior de
Alagoas. Era então comum ouvir o dito popular: “vá se queixar ao bispo”. É o
que me ocorre diante do estado de entorpecimento das autoridades de Alagoas.
Apelo a V. Exa. Revma. por identificar
na figura do arcebispo metropolitano e na Igreja Católica a possibilidade de
intervir nesse quadro desolador.
Os meus
respeitos e admiração
Geraldo de
Majella
Fonte: www.cadaminuto.com.br
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domingo, 24 de maio de 2015
Oh! Espírito Santo: Uma Prece do Frei Petrônio de Miranda.
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AO VIVO - PENTECOSTES: Missa com Frei Petrônio-02.
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PENTECOSTES: Mensagem do olhar.
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AGORA- Ao vivo. Missa com Frei Petrônio,
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