Total de visualizações de página
Seguidores
sábado, 13 de junho de 2015
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO, Nº 352. Sto. Antônio e as Encalhadas.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
05:32
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-91 (Trezena de Santo Antônio: As Virtudes de ...
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
05:08
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 12 de junho de 2015
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 905. A inquietação de um jovem.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
10:35
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
AO VIVO- LAPA/RJ: Imagens do Rio de Janeiro. (10h: 15min)
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
06:12
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
AO VIVO- EDIÇÃO: Direto do Carmo da Lapa/RJ, com Frei Petrônio.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
04:46
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
AO VIVO- LAPA/RJ: Oração da manhã com Frei Petrônio. (6h: 30min)
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
04:32
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 11 de junho de 2015
AO VIVO- LAPA/RJ: Lapa, Rio de Janeiro-BRASIL
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
14:25
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
AO VIVO- EDIÇÃO-: Direto do Carmo da Lapa/RJ, com Frei Petrônio.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
05:05
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 10 de junho de 2015
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 903. Junho e a família.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
06:17
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 9 de junho de 2015
“Algumas freiras vendem o que entregaram ao Senhor para poder viver”, destaca religiosa africana.
Na missa celebrada ao meio-dia, do
domingo de 31 de maio, na basílica romana de ‘Santa Maria sopra Minerva’, as
leituras e os pedidos ficaram a cargo de irmã Rita Mboshu Kongo (foto),
religiosa congolesa que leciona na Pontifícia Universidade Urbaniana. Foi quem
presidiu a missa, o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado, que pediu que
ela fosse ao púlpito. Dessa forma, reconhecia a intervenção de Mboshu Kongo
durante o recente seminário sobre a condição da mulher na Igreja, realizado no
Vaticano, e que era encerrado com aquela eucaristia. A reportagem é de Darío
Menor, publicado por Vida Nueva, 05-06-2015. A tradução é do Cepat.
A fala de irmã Rita no encontro,
organizado por Donne Chiesa Mondo – o suplemento feminino de L’Osservatore
Romano e que é publicado por Vida Nueva em espanhol –, impressionou o auditório
por descortinar uma realidade muitas vezes escondida: os abusos que algumas
freiras africanas sofrem por parte de eclesiásticos e o maltrato que recebem de
suas próprias superioras.
Vida Nueva teve a oportunidade de
conversar com esta religiosa das Filhas de Maria Santíssima Corredentora, antes
de iniciar uma das sessões do seminário.
“Ficou sabendo do recente suicídio de
uma freira congolesa perto de Florença?” “Possuía um grande um amor pela vida.
Não deve se assumir com banalidade sua morte, dizendo que retirou a vida porque
estava deprimida. É necessário procurar as causas profundas que a empurraram a
cometer este ato feio para a Igreja e para a mulher”, conta a este semanário.
As chaves, para irmã Rita, estão não “falta de formação e de acompanhamento”.
“Vivia em um túnel de total obscuridade, sofreu sozinha, sem assistência
espiritual e psicológica”, queixa-se, comparando este caso com o de uma
religiosa latino-americana que deu à luz um bebê, no mês de janeiro, em
Macerata. “De quem é a culpa? Desta jovem que, por fim, precisou deixar o
convento?”.
Falta
de recursos
A falta de recursos é uma das causas
subjacentes deste problema que acaba explodindo em casos como o dessas duas
freiras. “Há muitas congregações africanas pobres que enviam religiosas para
estudar sem proporcionar os meios para o seu sustento”. Para ir adiante, as
consagradas se veem, em determinadas ocasiões, obrigadas a pedir esmola. Nessa
situação, “quem oferece a mão é o que manda”.
“Seus benfeitores as submetem e exploram
seu corpo. Se não possuem nada para dar em troca, vendem o que têm: precisam
comercializar a parte que entregaram ao Senhor para poder viver”, denuncia irmã
Rita, afirmando que são muitas as religiosas que conhecem esta realidade. O
medo faz com que não falem sobre isso. “Só se trata desse assunto quando surge
um problema como o da religiosa grávida. Nesses casos, muitas vezes, a freira é
condenada com a sua expulsão do convento. É o habitual na África. A congregação
e a Igreja não sabem onde vão parar estas pobrezinhas. São consideradas uma
vergonha. São como os leprosos do Antigo Testamento. Nenhuma irmã quer lhes
dirigir a palavra”.
Em parte, as religiosas perseguidas não
são capazes de enfrentar os eclesiásticos que lhes exigem serviços sexuais
porque cresceram em uma cultura onde a mulher é inferior ao homem. “Pensa-se
que é preciso obedecê-los. Inclusive, alguns padres chegam a utilizar falsos
argumentos teológicos para justificar seu comportamento”, denuncia a docente
congolesa. Nos países onde a Aids abunda, os sacerdotes e bispos estupradores
consideram as freiras “mais seguras” para evitar o contágio desta enfermidade
quando mantêm relações íntimas com mulheres.
A professora da Pontifícia Universidade
Urbaniana disse que é quase impossível quantificar o número de freiras que
sofrem abusos de seus benfeitores ou que foram abandonadas por suas
congregações, demonstrando o seu desejo de que a Igreja intervenha para
ajudá-las. “Estão espalhadas pelo mundo. Quem alguma vez se interessou por
estas religiosas? Onde estão? O que fazem? Não nos interessa. As freiras são as
que deveriam buscar as ovelhas desgarradas, mas são estas freiras as que estão
perdidas”. Fonte: http://www.ihu.unisinos.br
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
16:56
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
A Palavra do Frei Petrônio,
África,
Freiras na África,
irmã Rita Mboshu Kongo,
Olhar Jornalistico,
religiosa africana,
Rita Mboshu Kongo,
seminário sobre a condição da mulher na Igreja,
Vaticano
segunda-feira, 8 de junho de 2015
AO VIVO- MISSA DAS 10h: Direto do Carmo da Lapa/RJ, com Frei Petrônio.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
04:59
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
AO VIVO- MISSA DAS 8h: Missa com Frei Petrônio no Carmo/RJ.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
04:49
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 7 de junho de 2015
AO VIVO- AGORA (8h). Missa com Frei Petrônio/RJ.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
03:55
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 6 de junho de 2015
Dona Maria Helena: O Testemunho de Uma Carmelita.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
20:43
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Dona Maria Helena: O Testemunho de Uma Carmelita.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
17:49
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 5 de junho de 2015
AO VIVO- CORPUS CHRISTI: Missa direto do Carmo/RJ.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
05:59
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Boicote ao Boticário na Marcha para Jesus? Não, prefiro meu perfume.
Religiosos
criticam a propaganda, mas consideram pedido de boicote "exagerado
demais". Comercial do Boticário testa o risco de tomar posição no Brasil
Amanda Ornelas e o namorado, Luis
Henrique, decidiram aproveitar o feriado de sol em São Paulo para acompanhar
milhares —340.000, de acordo com a Polícia Militar—, na Marcha para Jesus 2015, uma tradicional
passeata anual convocada por denominações evangélicas, o grupo religioso que
mais cresce no Brasil. Na zona norte da cidade, Amanda, 18, e Luis Henrique,
21, vestidos com a camisa do evento em azul forte, comentaram o tema que
deflagrou disputa nas redes sociais nesta semana: a propaganda do Boticário com
casais gays. “Acho que é errado passar em um horário que crianças possam ver”,
lançou Luis Henrique, que não gostou do comercial. “Mas a verdade é que tem
coisa bem pior na TV.” “Mesmo se o meu pastor pedisse, eu não faria, não penso
em deixar de usar os produtos deles”, disse ela, sobre a decisão do pastor
Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus, uma das mais fortes e influentes
denominações evangélicas do Brasil, de gravar um vídeo conclamando os fiéis a
boicotar a marca de cosméticos. “Se alguém quiser me dar um desodorante deles
eu aceito, porque estou precisando”, brincou o pai de Amanda, Orlando.
O tom mais ameno da família, em
comparação à agressiva disputa virtual em torno do tema, foi o que prevaleceu.
A pedagoga Renata Ferreira Dauta, 43, que frequenta a igreja Renascer em
Cristo, disse apoiar a presença de gays em comerciais. “Achei [a propaganda de
O Boticário] atual. Hoje em dia tem que abordar de tudo, não dá para deixar a
questão do homossexualismo de fora”. Quanto ao boicote, Renata diz que “por
mais que o Malafaia peça, os fiéis não vão deixar de comprar. Até porque, se
for para boicotar empresas que apoiam gays, teria que deixar de lado muitas
marcas”.
“O pastor Silas é muito rígido. É óbvio
que não gostei da propaganda, mas deixar de comprar uma marca por isso também
não é o caso”, concordou Ideli Maria de Souza, 50, também na marcha. Ela conta
que uma sobrinha de seis anos viu a propaganda e lhe perguntou o porque de dois
homens trocando presentes: “Eu não soube responder. Pedi para que ela fosse
perguntar para os pais dela”.
A rejeição ao boicote, apesar do
incômodo provocado pelo reclame, pode ser lido como um sinal de alento para o
Boticário, que resolveu testar, em propagandas na TV aberta, o risco de tomar
posição num tema que desagrada as lideranças dos evangélicos. Segundo o
levantamento do Censo 2010, os dados mais recentes disponíveis, a população
evangélica no Brasil passou de 15,4% em para 22,2% em dez anos. São 42,3
milhões de pessoas, um eleitorado considerável, menor apenas que os católicos,
que movimentam um mercado que se segmenta para agradá-los, de roupa à música e
até experimentos em redes sociais.
Na loja de O Boticário da rodoviária do
Tietê, não muito longe da Marcha de Jesus, os funcionários não estavam
interessados —ou autorizados— a comentar a polêmica. Durante a visita do EL
PAÍS, o casal Steffani Ortiz e Jessica Thawani, as duas de 17 anos, mostraram a
outra ponta da história. “Comprei um presentinho de Dia dos Namorados para
ela”, afirma Jessica, que é evangélica. Ela e Steffani gostaram da propaganda,
mas com ressalvas. “Eu por exemplo, que tenho uma identidade de gênero e um
jeito de me vestir mais masculino, não me sinto muito representada”, seguiu
Jéssica.
"Não vou mentir: me desagrada ver
gays se beijando, a bíblia fala que é errado. Mas também é errado agredi-los”,
diz, distraída com a vitrine, Josida Maria da Silva, 57, frequentadora da igreja Assembleia de Deus, a de Malafaia.
Sobre o pastor, ela diz: "Como eu disse para você, eu gosto da
marca".
Luciano Siqueira, gay de 29 anos, deixa
a loja, satisfeito, de sacola na mão - um presente para a prima. Para ele, a
propaganda com casais gays da marca tem efeito pedagógico na população: “As
pessoas precisam ver casais homossexuais na TV e nas ruas até se acostumar.
Essa história de boicote é coisa de quem não tem mais o que fazer. Com tanto
problema sério por aí as pessoas vão querer se preocupar com a vida dos
outros?”. Fonte: http://brasil.elpais.com
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
16:57
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
A Palavra do Frei Petrônio,
Boticário,
Boticário e Religião,
Comercial do Boticário,
Gays e Boticário,
Olhar Jornalistico,
Sexualidade e Religião
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 897. Dom Hélder e o Corpus Christi.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
16:25
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
AO VIVO- AGORA (10h). Missa de Corpus Christi direto do Carmo/RJ.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
05:57
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 2 de junho de 2015
A Contemplação na Igreja
RAFAEL CHECA CURI
Este
mistério da relação Deus-Homem, que teve suas tipificações no Antigo
Testamento, alcança sua plenitude no Novo. No Filho de Deus se consuma a
relação inefável entre Deus e o Homem-Jesus Cristo e desde então todos os
homens têm oportunidade de uma intimidade com o Senhor, intimidade que só será
alcançada, excepcionalmente, pelos homens-tipo do povo de Deus.
Jesus
se converte no modelo deste novo relacionamento entre o Homem e
deus. O mistério pascal da morte e da
ressurreição de Jesus Cristo é a realização paradigmática dessa outra morte e
ressurreição que se protagoniza em cada homem. O que se liberta, pela redenção
de Jesus, da escravidão do pecado e ressuscita para a plenitude da graça, pela
ação do Espírito Santo, é o mesmo homem que, a níveis de contemplação, vive na
plenitude de vida divina. A este respeito se afirma:
"O fato místico que testemunha a
história da espiritualidade cristã, oriental e ocidental, é um fato
cristocêntrico, eclesial. Quaisquer que sejam suas formas e conteúdos, a
experiência mística se concebe somente como uma participação privilegiada, do
mistério morte e ressurreição, presente em uma Igreja sacramental e
hierárquica, cuja missão é a de colaborar para a redenção do mundo."(8)
Efetivamente,
é na Igreja comunidade dos fiéis, e pelo sacramento de entrada, como se explica
a vitalidade mística e contemplativa de seus membros. Comentando o Cântico B.
cap. 23, num. 6, de são João da Cruz, diz-nos certo autor: "O mistério
fundamental realiza-se na cruz; sua aplicação concreta a cada alma faz-se no
batismo, participação sacramental no mistério da redenção. O esplendor e a
perfeição deste desposório batismal realizam-se mediante a experiência do
desposório espiritual do qual fala o Santo no Cântico. Existe unidade
intrínseca: é a mesma graça; existe diversidade na realização: na passagem da
alma por via de perfeição." (9)
A
Igreja se fez cada vez mais consciente desta realidade, e sabe que o mistério
de suas relações esponsais com Cristo tem uma ressonância plena em cada um de
seus membros que participam de sua vida.
O
Concílio Vaticano II explicita-o em vários de seus documentos. A Igreja sabe
que vive na história, entretanto projeta-se para a eternidade; tem um
compromisso humano e visível, vive, contudo a tensão do invisível e do
contemplativo. (S.C. 2).
A
Igreja nutre-se da Palavra e está mesma ela dá aos fiéis como alimento de sua
contemplação e conversação com Deus (D.V.B), "esta tradição com a
Escritura de ambos os Testamentos, são o espelho em que a Igreja peregrina
contempla a Deus, de quem tudo recebe, até vê-lo face a face como Ele é"
(D.V. 7). E assim recomenda igualmente aos que se sentem comprometidos no
empenho apostólico a que "alimentem e fomentem sua ação na abundância da
contemplação" (L.G. 41).
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
12:37
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
A Palavra do Frei Petrônio,
Contemplação,
Contemplar,
Contemplativo,
Frei Petrônio,
Igreja Contemplativa,
Olhar Jornalístico,
Oração Contemplativa,
Ser Carmelita é ser contemplativo
OS CARMELITAS NO MEIO DO POVO
2Ts 3,7 “Vocês sabem como devem
imitar-nos: nós não ficamos sem fazer nada quando estivemos entre vocês,
8 nem pedimos a ninguém o pão
que comemos; pelo contrário, trabalhamos com fadiga e esforço, noite e dia,
para não sermos um peso para nenhum de vocês.
9 Não porque não tivéssemos
direito a isso, mas porque nós quisemos ser um exemplo para vocês imitarem.
10 De fato, quanto estávamos
entre vocês, demos esta norma: quem não quer trabalhar, também não coma.
11 Ouvimos dizer que entre vocês
existem alguns que vivem à toa, sem fazer nada e em contínua agitação.
12 A essas pessoas mandamos e
pedimos, no Senhor Jesus Cristo, que comam o próprio pão, trabalhando em paz.
Quanto a vocês, irmãos, não se cansem de fazer o bem”. (Ver
também o capítulo 20 da Regra onde este texto é citado).
SERVIR E TRABALHAR
Como resultado da aprovação da
Regra pelo Papa Inocêncio IV, os carmelitas se colaram à serviço da Igreja
(Cons. Art. 10). De acordo com a Regra, somos chamados em primeiro lugar ao
serviço. Servimos a Jesus Cristo fielmente, com um coração puro e uma
consciência serena (Regra 1). O serviço no meio do povo é um elemento essencial
de nosso carisma de acordo com a Ratio: “Somos
chamados a dar uma expressão concreta à missão de evangelização e de salvação
em união com o Senhor e com sua Igreja, para que todos possam receber a
mensagem do evangelho e tornar-se parte da família de Deus” (Ratio, 8).
Como carmelitas não estamos
ligados a nenhum trabalho apostólico específico. Isso tem sido uma grande
bênção através dos séculos porque fomos capazes de nos adaptar às mudanças do
tempo. Devemos revelar o amor de Deus em todos os nossos trabalhos pela
humanidade. Podemos fazer isso de diferentes maneiras.
Um elemento de nosso carisma que
não foi muito desenvolvido é o papel de São Paulo na Regra. Ele é muito citado
na Regra e é apresentado aos carmelitas como um modelo para o trabalho. O
capítulo 20 da Regra diz: “Vocês devem
fazer algum trabalho, para que o diabo sempre os encontre ocupados e não
consiga, através da ociosidade de vocês, encontrar alguma brecha para penetrar
nas suas almas. Nisto vocês têm o ensinamento e o exemplo de São Paulo
apóstolo, por cuja boca Cristo falava e que por Deus foi constituído e dado
como pregador e mestre dos gentios na fé e na verdade. Se seguirem a ele, não
poderão desviar-se”. Continua citando o texto da Escritura que mencionamos
no começo tirado da segunda carta aos Tessalonicenses.
Em seu livro, “O Espaço Místico
do Carmelo”, Kees Waaijman reflete porque o exemplo de São Paulo é tão
enfatizado na Regra. Sua resposta é que Paulo dá o exemplo de como os cristãos
devem trabalhar neste mundo enquanto se voltam para o Fim dos tempos. No livro
do Gênesis, o trabalho é visto como uma punição imposta aos seres humanos por
Deus (3,17-19). No Eclesiastes o trabalho é considerado tormento e vaidade
(2,18-23). Para o salmista do Salmo 104, o trabalho é um modo de se unir a Deus
na criação das coisas baseado na sabedoria de Deus (v. 23-24). O Salmo 8 vê os
seres humanos como representantes de Deus. A humanidade governa a criação da
parte de Deus e em nome de Deus. O trabalho humano é visto a partir de uma
variedade de perspectivas. Em Tessalônica, Paulo deparou-se com um problema.
Algumas pessoas estavam tão convencidas que o Fim era iminente que pararam de
trabalhar e atrapalhavam as outras pessoas. Ele adverte aos cristãos daquela
cidade e a nós que o trabalho é muito importante. Não devemos trabalhar para
construir nosso próprio pequeno reino. Em vez disso, nosso trabalho deve ser
preparar a vinda do Reino de Deus.
A questão do motivo para nosso
trabalho emerge da idéia de trabalho na Regra. O trabalho de Paulo estava
voltado para construir o Corpo de Cristo. Para não ser um fardo e não dar
oportunidade a seus inimigos de levarem as pessoas para o mau caminho, ele se
recusou a receber o que tinha direito como emissário do Evangelho. Então, ele
trabalhou noite e dia. A maioria de nós trabalha muito. Aqueles que não
trabalham e interferem no trabalho dos outros, podem simplesmente ler novamente
a Regra e as passagens de São Paulo lá citadas. Contudo, peço àqueles que
trabalham, que voltem sua reflexão para os motivos que os levam a realizar tal
trabalho.
O falso eu, que é a parte egoísta
de cada um de nós, deve morrer para que tenhamos vida. O falso eu enfoca uma
única pessoa e é muito sutil. A jornada espiritual carmelitana trata da
transformação em Cristo.
Essa transformação não é simplesmente uma mudança do
comportamento exterior. Ela atinge as raízes de nossa existência e transforma
nossa motivação. Seguimos em frente, vendo como Deus vê e amando como Deus ama.
Nosso modo de ser e de amar é distorcido sob a influência do falso eu.
AS TENTAÇÕES DE JESUS
Aparentemente, Jesus passou um
longo tempo se preparando para sua missão, cerca de 30 anos. Ele trabalhou como
carpinteiro (Mc 6,3). Essa experiência não facilitou a aceitação de sua
mensagem por certos setores da sociedade. Antes de anunciar sua missão na
sinagoga de Nazaré, Jesus passou algum tempo comungando com seu Pai na solidão
do deserto (Lc 4,1-13). Ele foi tentado pelo diabo e as três tentações
principais são muito instrutivas para nós porque tocam o âmago de sua
identidade e de sua missão. Elas também podem falar muito sobre nós mesmos e
irradiar luz sobre nossa missão.
A primeira tentação diz respeito
a autocompreensão de Jesus como o Filho de Deus: “Se tu és Filho de Deus, manda que essa pedra se torne pão”. Jesus
poderia abusar de seu poder divino em seu próprio benefício e fazer sua própria
vontade em vez da vontade do Pai? Todos nós estamos numa jornada de
transformação. Essa é normalmente uma longa jornada com muitas curvas e desvios
enquanto tudo que é falso dentro de nós gradualmente se transforma em Cristo. A tradição
carmelitana fala da noite escura, que é um grande bênção de Deus. É o momento em que Deus está alcançando
as partes escondidas de nossos corações para nos transformar completamente. A
noite escura não é tão escura. Pelo contrário, ela é brilhante, muito brilhante
para nós e por isso nos parece escura. Esta sala pode parecer bem limpa, mas se
trouxermos algumas lâmpadas super poderosas, veremos então toda sujeira que não
é visível a olho nu.
Não iniciamos a jornada
espiritual como se já estivéssemos transformados. Somos marcados por nossa natureza
decadente e, por isso, somos fundamentalmente egoístas não importa o quanto nos
sentimos ou parecemos santos para os outros. São João da Cruz ressalta as
muitas faltas do iniciante em seu livro “A Noite Escura” para que ele ou ela
perceba que a perfeição ainda está distante. O falso eu se concentra totalmente
na realização de suas necessidades e desejos egoístas. É vital compreender que
o falso eu não é destruído simplesmente porque começamos a levar Deus a sério.
O falso eu é bem feliz numa situação religiosa desde que possa usar este
ambiente para realizar seus próprios desejos.
A primeira tentação de Cristo no
deserto também está dirigida a nós. Como usaremos os dons e talentos que nos
foram dados, em nosso benefício ou em prol do Reino de Deus?
Lembre-se que o falso eu é muito
desonesto. Posso servir as pessoas de forma que não as liberte para serem
cidadãos do Reino de Deus, mas para que se tornem cada vez mais dependentes de
mim. A jornada espiritual alcança as profundezas escondidas do coração humano e
purifica o coração de tudo o que não é Deus. Temos a tendência de pensar que
somos generosos e que nos dedicamos no serviço ao próximo, mas isso certamente
não é verdade no início de nosso ministério.
É importante lembrar as palavras
do sábio:
“Meu filho, se você se apresenta para servir ao Senhor, prepare-se para
a provação. Tenha coração reto, seja constante e não se desvie no tempo da
adversidade. Una-se ao Senhor e não se separe, para que você no último dia seja
exaltado. Aceite tudo o que lhe acontecer, e seja paciente nas situações
dolorosas, porque o ouro é provado no fogo e as pessoas escolhidas, no forno da
humilhação. Confie no Senhor, e ele o ajudará; seja reto o seu caminho, e
espere no Senhor” (Eclo 2,1-6).
A razão para esse teste é que
precisamos ser purificados para que sejamos capazes de servir aos outros de
coração puro. Contudo, não iniciamos a jornada com um coração puro. Trata-se de
um processo gradual. Muitas vezes nossa oração será seca, mas isso não
significa que Deus não esteja falando conosco. Deus normalmente fala fora do
tempo da oração em meio à nossa vida diária. Na medida em que o Reino de Deus
já está presente no mundo, podemos estar amorosamente conscientes da presença
de Deus. Mas na medida em que ele ainda não está presente, devemos estar
amargamente conscientes da ausência de Deus. No entanto, não podemos estar
conscientes da ausência de Deus (ou aparente ausência porque Deus não está
ausente de lugar algum) a menos que tenhamos experimentado a presença de Deus.
Experimentamos a presença de Deus na oração. É na oração que Cristo forma em
nós sua própria mente e coração. Essa experiência permite que nos tornemos
constantemente conscientes da presença de Deus na realidade que nos cerca,
mesmo nas situações menos prováveis.
É durante o tempo da oração que
Deus purifica nossos sentidos espirituais para que sejamos capazes de discernir
sua voz em meio a tantas outras vozes que ouvimos a cada dia. Às vezes, Deus
usa palavras de consolo, mas às vezes também nos aponta algo que necessita ser
modificado. É vital que aceitemos isso e que façamos algo sobre isso, do
contrário não cresceremos. Sem dúvida, nosso falso eu fará uso de todos os
tipos de argumentos para não mudar e isso parecerá razoável. Devo permitir que
qualquer emoção forte se acalme e, então, perguntar a mim mesmo o que posso
aprender com o que foi dito ou com o que aprendi sobre mim mesmo. Seria
proveitoso perguntar por que surgiram essas emoções fortes? Lentamente me
desligarei de minhas próprias opiniões, do meu jeito de fazer as coisas e serei
capaz de discernir o que Deus está me dizendo.
A segunda tentação de Jesus no
deserto dirige-se ao desejo do ser humano pelo poder. Todos têm algum poder.
Mesmo se estamos na base da pirâmide, ainda podemos chutar o cachorro! Todos os
reinos da terra e suas riquezas são oferecidos a Jesus, mas ele recusa e
reitera mais uma vez seu compromisso com a vontade de seu Pai. Estamos tentando
realizar a vontade de quem em nosso ministério? Portanto, a purificação de
nossa motivação é importante para que qualquer poder ou autoridade que
tenhamos, por menor que pareça, seja usada para a glória de Deus e não para
nossa própria glória.
A terceira e última tentação de
Jesus no deserto é realizar maravilhas para atrair a admiração das multidões.
Jesus realmente realiza milagres, mas sempre como sinais da presença do Reino
de Deus e não para chamar atenção sobre si mesmo. No final de seu ministério
público, ele foi desafiado a descer da cruz para que o povo acreditasse nele.
Ele permaneceu na cruz, dando sua vida para a salvação do mundo.
SERVIR NA ESPERANÇA
O falso eu concentra-se em si
mesmo. Ele é fundamentalmente egoísta. Como nas tentações anteriores, somos
desafiados a nos questionar sobre nossas ações. Jesus nos diz no Evangelho para
não julgar. A razão para isso é bem simples: não sabemos qual a motivação de
uma pessoa e todas as circunstâncias que a levaram a agir. A advertência para
não julgar geralmente é compreendida num sentido negativo, isto é, para não
julgar alguém negativamente. No entanto, também podemos estar errados se
julgarmos positivamente. É compreensível considerarmos que alguém que cuida dos
enfermos é um cristão maravilhoso, muito melhor do que alguém cujo trabalho não
conhecemos. Contudo, não sabemos porque a pessoa cuida dos enfermos. É possível
realizar boas obras pelos motivos errados como, por exemplo, usar outras
pessoas para chamar atenção para si mesmo. Então é melhor deixar todo
julgamento para o Senhor. Acredito que teremos uma ou duas surpresas!
O coração humano é muito sutil e
requer uma purificação profunda. Esse é o propósito da jornada espiritual. Ao
crescermos mais e mais à semelhança de Cristo, aprendemos a nos ver como
realmente somos. Somos chamados a servir as pessoas como comunidades
contemplativas. Respondendo ao chamado de Cristo para segui-lo, empenhamo-nos a
assumir sua visão e valores. No entanto, logo descobrimos que somos incapazes
de viver de acordo com nossos ideais sozinhos. Ao amadurecermos em nosso
relacionamento com Deus, damos espaço para que Deus nos purifique. Assim
começamos a ver como Deus vê e a amar como Deus ama. Esse modo de ver e amar é
doloroso para o ser humano porque requer uma transformação radical do coração.
O clamor do pobre penetrará em nossas defesas e nossa resposta, livre da
distorção do falso eu, virá de um coração puro.
No início de Regra (cap. 2),
Santo Alberto diz que, como todos os cristãos, nos empenhamos à serviço do
Mestre. Mas adiante, ele nos dá o exemplo de São Paulo, que trabalhou
incansavelmente e sem medo por Cristo e não em nome de sua própria reputação.
No final da Regra, parece que estamos diante de um outro modelo, o do
estalajadeiro na história do Bom Samaritano. Kees Waaijman comenta sobre o
paralelismo entre a história e a Regra: “Se
alguém fizer mais do que o prescrito, o Senhor mesmo lhe retribuirá quando
voltar” (Regra 24). Ele afirma que esse ‘mais’ não se refere àqueles que
têm maior generosidade e zelo, mas é uma proposta para todos os carmelitas.
Precisamos trabalhar como o estalajadeiro, não com os olhos na recompensa, mas
prestando atenção naquele dia, talvez muito distante, quando o Mestre
retornará.
“Os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano
concebeu o que Deus reservou para aqueles que o amam”.
Perguntas para reflexão:
Pessoal:
1-Como você trabalha para a vinda
do Reino de Deus?
2-Releia as tentações de Jesus
(Lc 4,1-13). Como você responde à tentação em seu ministério?
Em Grupo:
1-Qual é a missão da Ordem
Terceira do Carmo, e como ela pode ser melhorada?
2- Qual é o programa de formação permenente
que permite que os membros da Ordem Terceira do Carmo trabalhem para a vinda do Reino de Deus?
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
12:30
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
A Palavra do Frei Petrônio,
Carmelitas,
Carmelitas no meio do povo,
Carmelo,
Formação da Ordem Terceira do Carmo,
Leigos Carmelitas,
Ordem Terceira do Carmo
AO VIVO- Direto de Sapopemba/SP. (Edição-01).
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
11:56
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 895. Segura na Mão de Deus.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
04:33
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 1 de junho de 2015
A ORDEM DO CARMO NO BRASIL
A nossa
História no Brasil começou em 1580 quando aqui chegaram, vindos de Portugal,
quatro Religiosos Carmelitas liderados por Frei Bernardo Pimentel Ord. Carm.
Sucederam-se então as fundações dos nossos conventos: em 1584 o Convento de
Olinda/PE, em 1589 o de Santos/SP, em 1590 o do Rio de Janeiro/RJ, em 1594 ode São
Paulo/SP, em 1608 ode Angra dos Reis/RJ, em 1627 o de Mogí das Cruzes/SP, em
1622 o de Vitória/ES, e em 17180 de ltú/SP.
Até
aqui, esses conventos pertenceram como Vice-Província àProvíncia Carmelitana de
Portugal e somente em 1720 constituiu-se a Província Carmelitana Fluminense que
em 1963 passou a chamar-se Província Carmelitana de Santo EIias.
A Ordem
do Carmo no Brasil cresceu muito, chegamos até a ter três Províncias: a do Rio
de Janeiro, a da Bahia e a de Pernambuco e ainda uma Vigararia, a do Maranhão.
As atividades apostólicas dos Carmelitas estenderam-se por todo o litoral de
São Luís do Maranhão até a cidade de Santos e, as suas atividades missionárias
se estenderam até o Pará e o Amazonas.
Há uma
tradição de que o imenso convento de Salvador chegou a abrigar até 100
Religiosos. Entretanto, nas épocas de Brasil-Colônia e Brasil-Império a Ordem
do Carmo passou momentos sombrios, tenebrosos, de muitos conflitos com o
envolvimento de Vice-reis, da Rainha D. Maria I, das autoridades eclesiásticas,
etc. Um dos momentos mais dolorosos de nossa História foi a proibição de
aceitar Noviços, resultado de uma
circular do Ministro da Justiça e de sua Majestade o Imperador (D. Pedro II),
que cassava a licença de entrada de Noviços nas Ordens Religiosas. Com esta
medida governamental a Ordem do Carmo experimentou os estentores da agonia.
Em 1881
havia na nossa Província apenas quatro Religiosos nos conventos da Lapa, de
Angra dos Reis e de Mogí das Cruzes. Os conventos de Belém do Pará, Itú, Santos
e Vitória estavam sem Carmelitas. A situação era tão dramática e desoladora que
o Papa Leão XIII em 1891 submeteu as Ordens Religiosas do Brasil à inteira
dependência dos Prelados Diocesanos tanto no temporal como no espiritual. Foi
então que o internúncio apostólico confiou aos Beneditinos Belgas a restauração
dos mosteiros Beneditinos do Brasil; aos Franciscanos da Alemanha a restauração
dos conventos Franciscanos e aos Carmelitas Espanhóis a restauração dos
conventos Carmelitas: A 15 de novembro de 1889 aconteceu a Proclamação da
República no Brasil, D.Pedro II e a Família Real retornaram a Portugal. Foi
decretada a separação entre a Igreja e o Estado e as Ordens Religiosas
receberam a autorização do governo de fundar conventos, abrir noviciados e
administrar os seus próprios bens.
Em 1892
governava o Brasil o Marechal Floriano Peixoto de quem herdamos este feliz
pronunciamento: “Não é nem pode ser intenção do Governo da República apossar-se
dos bens que a piedade dos fiéis doou as Ordens Religiosas, mas não lhe pode ser
indiferente vera decadência em que se acham; trate a Santa Sé de reformá-las e
conte com o meu apoio”! Com estas palavras,
o Marechal Floriano Peixoto deu um
belo testemunho de bom senso de Magistrado do Governo Brasileiro.
Em
1893, iniciaram-se os entendimentos entre o Pe. Geral Aloísio Maria Galli e o
Provincial espanhol Frei Anastácio Borras. Deste entendimento resultou a vinda
da Espanha de seis Religiosos Carmelitas, liderados por Frei Joaquim Maria
Guarch; isso aconteceu a 08 de agosto de 1894. Além deste primeiro grupo,
sucederam-se outros grupos Religiosos espanhóis entre sacerdotes, professos e
irmãos leigos, totalizando 21 Religiosos espanhóis que muito se empenharam em
restaurar o Carmelo Brasileiro nas três Províncias: a Fluminense, a da Bahia e a
de Pernambuco.
De 1894
a 1904, muita coisa aconteceu no Carmelo Brasileiro; dificuldades inúmeras de
relações em que estiveram envolvidos: a Santa Sé, a Província Espanhola, os
Religiosos Carmelitas do Rio de Janeiro, da Bahia, de Pernambuco, etc. Até que
em abril de 1904, num Capítulo Provincial da Espanha foi resolvido que os
Carmelitas espanhóis deixariam o Rio de Janeiro e a Bahia e iriam a Recife. Em
junhode 1904, iniciaram-se os entendimentosentre o Pe. Geral Frei Pio Mayer e o
Provincial holandês Frei Lamberto Smeets; ficou decidido que a Província
Carmelita da Holanda iria assumir a Missão de continuar a restauração da
Província Fluminense.
A 31 de
outubro de 1904 seis sacerdotes e dois irmãos leigos, tendo como superior o
Frei Cirilo Thewes, embarcaram em Antuérpia, Bélgica, num vapor alemão; quatro
deles desembarcaram em Salvador e alguns dias depois seguiram para o Rio de
Janeiro e na madrugada do dia 27 de novembro, os outros quatro aportaram no Rio
de Janeiro. No mesmo dia, 27 de novembro de 1904, Frei Eliseu Duran por
delegação do Pe. Geral, Frei Pio Mayer, entregou a Província Carmelitana
Fluminense aos Carmelitas holandeses que, com muita dedicação se atiraram à
penosa missão de dar continuidade ao zeloso trabalho iniciado pelos Carmelitas
espanhóis: restaurar a Província Carmelitana Fluminense. A 27 de novembro a
Província Carmelitana de Santo Elias procederá à abertura do Centenário de
Restauração de nossa Província.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
14:22
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
A Palavra do Frei Petrônio,
Carmelitas,
Carmelitas no Brasil,
História do Carmo no Brasil,
O Carmelo no Brasil,
Ordem do Carmo no Brasil
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 894. Uma história de fé.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
06:36
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 31 de maio de 2015
MISSA AO VIVO NO OLHAR: Direto de Sapopemba/SP.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
19:16
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 30 de maio de 2015
Nas horas de Deus Amém: Mensagem do Frei Petrônio.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
15:27
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 893. Domingo da Trindade.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
05:40
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Vaticano diz que casamento gay é “derrota para a humanidade”
Secretário
de Estado diz que a Igreja precisa reagir ao resultado do referendo irlandês
Irlanda,
o primeiro país a aprovar o casamento gay em um referendo
O sim da católica Irlanda ao casamento
homossexual caiu como uma bomba no Vaticano. Seu mais graduado funcionário, o
secretário de Estado Pietro Parolin, um diplomata com muitos anos de
experiência e fama de moderado, assim se referiu ao resultado do referendo:
“Não só se pode falar de uma derrota dos princípios cristãos, mas também de uma
derrota da humanidade”.
O cardeal italiano Parolin acrescentou
que se sente “muito triste pelo resultado” – 62% dos votos favoráveis ao
casamento entre homossexuais, 37% apostaram contra – e pediu à Igreja que
reaja. “O arcebispo de Dublin”, acrescentou o secretário de Estado durante um
ato da fundação Centesimus Annus, “disse que a Igreja deve levar em conta essa
realidade, mas me parece que no sentido de reforçar seu esforço evangelizador.
A família tem que continuar no centro, e devemos defendê-la, tutelá-la e
promovê-la. O futuro da humanidade e da Igreja depende da família. Golpeá-la
seria como tirar os alicerces do edifício do futuro”.
As palavras de Parolin chamam a atenção
por dois aspectos. Primeiro porque ele não costuma se estender – e muito menos
com tal eloquência – quando fala em público. Seu trabalho até agora era no
sentido de sustentar de forma calada, quase invisível, os esforços do papa
Francisco para renovar a Igreja e, sobretudo, colocar a máquina diplomática do
Vaticano a serviço da paz. Em segundo lugar, desde que o Papa se referiu à
homossexualidade durante seu voo de volta do Brasil – “Quem sou eu para julgar
os gays” – a Santa Sé vinha procurando atualizar os velhos clichês.
Mas, até o momento, tratava-se apenas de
uma aproximação mais respeitosa, talvez mais compreensiva em relação aos
homossexuais, mas deixando claro –como faz nesta quarta-feira o cardeal Angelo
Bagnasco, presidente da Conferência Episcopal Italiana, em uma entrevista ao
jornal La Repubblica – que a Igreja continua rejeitando as uniões civis.
“Acreditamos”, observa Bagnasco, “na família que nasce da união estável entre
um homem e uma mulher, potencialmente aberta à vida; esta união, que constitui
um bem essencial para a sociedade, não é equiparável a outras formas de
convivência”.
Talvez as palavras de Pietro Parolin
possam ser explicadas pelo fato de a Igreja temer um efeito-dominó do referendo
europeu no resto da Europa.
Fonte:
http://brasil.elpais.com
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
16:04
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
A Palavra do Frei Petrônio,
Casamento Gay,
Igreja e sexo,
Mundo,
O sim da católica Irlanda ao casamento homossexual,
Religião,
Vaticano
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Hino Missionário da Ordem Terceira-2016.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
12:42
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 889. A Morte que vende.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
03:11
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 26 de maio de 2015
AO VIVO- Terça-feira 26: Missa com Frei Petrônio de Miranda.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
09:45
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
CANTANDO COM FREI PETRÔNIO: Manda teus anjos.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
09:39
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
AO VIVO AGORA: Missa com Frei Petrônio/RJ.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
08:01
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
TAUBATÉ/SP: Ordem Terceira do Carmo.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
05:21
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 25 de maio de 2015
¡Romero Mártir por amor a los pobres!
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
13:56
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 888. A Mulher invisível.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
13:20
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Carta aberta ao bispo de Maceió, Dom Antônio Muniz
Dom Antônio Muniz, Arcebispo
Metropolitano de Maceió:
Rogo a atenção de V. Exa. Revma. para
fixar ainda mais o seu olhar sobre Alagoas. O estado não consegue controlar a
epidemia de violência homicida que tem enlutado milhares de famílias.
Alagoas, nas últimas duas décadas,
alcançou o primeiro lugar no ranking dos estados mais violentos. São números
trágicos e vergonhosos que se assemelham aos de guerra.
O Mapa da Violência de 2014 revela que
entre 2008 e 2012 ocorreram 10.159 homicídios em Alagoas; desses, 6.114 são
jovens, na faixa etária de 15 a 29 anos, ocorrendo 60% dos homicídios entre
negros e pobres.
Os dados estatísticos produzidos pela
Secretaria de Defesa Social (SDS) em 2013 revelam 2.260 crimes violentos
letais, uma média de 6,19 homicídios/dia, e em 2014 foram assassinados mais
2.199; a média mantida é de 6,02 homicídios/dia. A soma do período é de 14.618
homicídios.
Esse contingente de jovens negros e
pobres em idade escolar não teve o direito de viver com o mínimo de dignidade;
foram assassinados e os motivos nunca serão esclarecidos pela policia alagoana,
fato que mantém a impunidade como regra geral e política de Estado.
Dom Antônio, as condições em que o
Estado se encontra é de sucateamento, notadamente nas áreas em que a população
mais necessita: educação, saúde, assistência social, e com taxa de desemprego
crescente.
As políticas públicas essenciais não
existem concretamente, a não ser na propaganda oficial. A possibilidade de
incluir os jovens no mundo do trabalho e da cultura é impensável em Alagoas.
O Núcleo Estadual de Atendimento
Socioeducativo (Neas), localizado no Tabuleiro, em Maceió, é um depósito em
condições inferiores às das piores pocilgas. A tortura física e psicológica tem
sido o método de castigo implementado pelos agentes públicos. Não bastou o
ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, em 2014,
ouvir dos adolescentes relatos de torturas e de que a comida era deplorável,
pois as condições permanecem iguais ou o que mudou tem efeito meramente
cosmético.
Dom Antônio, a presença mais visível do
estado nos bolsões de pobreza e miséria é através da presença da polícia, que
insiste na “guerra contra a criminalidade” como meio de “oferecer segurança
pública”. Essa prática retrógrada se mantém com o apoio e incentivo público dos
responsáveis pela segurança pública.
Essa prática tem servido tão somente
para incitar o ódio estatal contra o fenômeno crescente de violência,
identificado como um estágio de epidemia. Toda a fúria policial é um
instrumento que operacionaliza o processo de “limpeza social e étnica”
instaurado há décadas no seio da segurança pública.
Dom Antônio, como cidadão preocupado com
essa questão, me reporto ao tempo em que era criança em Anadia, interior de
Alagoas. Era então comum ouvir o dito popular: “vá se queixar ao bispo”. É o
que me ocorre diante do estado de entorpecimento das autoridades de Alagoas.
Apelo a V. Exa. Revma. por identificar
na figura do arcebispo metropolitano e na Igreja Católica a possibilidade de
intervir nesse quadro desolador.
Os meus
respeitos e admiração
Geraldo de
Majella
Fonte: www.cadaminuto.com.br
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
07:33
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Alagoas,
Arcebispo Metropolitano de Maceió,
Carta aberta ao bispo de Maceió,
Dom Muniz,
Maceió,
Olhar Jornalistico,
Violência em Alagoas
domingo, 24 de maio de 2015
Oh! Espírito Santo: Uma Prece do Frei Petrônio de Miranda.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
17:26
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
AO VIVO - PENTECOSTES: Missa com Frei Petrônio-02.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
16:39
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
PENTECOSTES: Mensagem do olhar.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
07:18
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
AGORA- Ao vivo. Missa com Frei Petrônio,
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
03:52
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 23 de maio de 2015
Pentecostes: Mensagem de Dom João Costa, Carmelita.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
03:42
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Audience to ACLI members - 2015.05.23
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
03:27
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 22 de maio de 2015
VINHETA DO OLHAR DO DIA: 22 de maio.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
15:23
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
VOCÊ TEM TUDO, MENOS O ESPÍRITO SANTO. (3ª Parte)
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
05:53
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 21 de maio de 2015
AO VIVO. Olhar do Dia, com Frei Adailson dos Santos.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
20:59
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
AO VIVO. Missa com Frei Petrônio de Miranda.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
09:48
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
VOCÊ TEM TUDO, MENOS O ESPÍRITO SANTO. (2ª Parte)
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
04:42
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Freira argentina 'ativista' irrita o Vaticano
A freira argentina de clausura Lucía
Caram, que vive em um convento na Catalunha, acusou o governo da Espanha de
pressionar o Vaticano para calá-la por causa de seu ativismo.
Nascida em Tucumán, em 1966, a monja
pertence a uma ordem dominicana contemplativa fundada em 1206 por São Domingos
de Gusmão com o objetivo de orar em silêncio e evangelizar. Ela reside há 20
anos no convento de Santa Clara de Manresa, nos arredores de Barcelona.
No entanto, sua constante exposição
midiática, inclusive em um programa culinário na televisão espanhola, irritou a
Santa Sé, que a convocou para uma reunião na última quinta-feira (14), no
Vaticano, com o secretário da Congregação para os Institutos da Vida
Consagrada, José Rodríguez Carballo.
Na ocasião, o frade disse que Caram
precisa abandonar a vida em clausura se quiser manter sua intensa atividade
pública. Mais tarde, a freira afirmou à imprensa local que seu discurso social
"incomoda o governo" de Mariano Rajoy, a quem acusou de ter
pressionado o Vaticano.
Uma das causas defendidas pela religiosa
é a independência da Catalunha e, apesar do ultimato, ela participou nesta
quarta (20) de um ato de campanha ao lado do presidente da região autônoma,
Artur Mas, em vista das eleições municipais do próximo domingo (24).
Há alguns meses, ela também criticou o
aumento das barreiras entre Marrocos e Melilla (enclave espanhol no norte da
África) implantado por Rajoy para dificultar a entrada de imigrantes ilegais no
país.
"O governo se queixou junto à
Nunciatura e o núncio [Renzo Fratini] enviou uma carta convidando minha
comunidade a me calar", disse a monja. Segundo o jornal catalão "La
Vanguardia", o caso pode até levar ao fechamento do convento de Santa
Clara e à transferência de suas ocupantes para outras instituições.
Fonte:
http://noticias.uol.com.br
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
19:50
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
A Palavra do Frei Petrônio,
Catalunha,
Irmãs Dominicanas,
Lucía Caram,
Mariano Rajoy,
Olhar Jornalistico,
Vaticano
terça-feira, 19 de maio de 2015
ORDEM TERCEIRA: Missão em Taubaté. (1ª Parte)
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
05:06
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 18 de maio de 2015
LEONARDO CARVALHO: Vai com Deus...
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
20:03
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 884. O Carmo em Taubaté.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
08:06
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 17 de maio de 2015
ASCENSÃO DO SENHOR: Homilia do Frei Petrônio de Miranda.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
15:06
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 883. Ascensão do Senhor.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
02:30
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Holy Mass with Canonization and Regina Caeli 2015.05.17
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
02:18
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 16 de maio de 2015
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 882. São Simão Stock.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
07:17
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 883. Ascensão do Senhor.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
07:10
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Missa com Dom José Carlos, de Caraguatatuba/SP.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
06:55
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 15 de maio de 2015
MISSÃO CARMELITA EM TAUBATÉ/SP.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
11:08
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 14 de maio de 2015
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO. Nº 880. Nossa Senhora invisível
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
05:07
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 13 de maio de 2015
O Deus da esperança e o nosso futuro
Jürgen
Moltmann, teólogo protestante alemão.
Nesta noite, às 20h45, junto ao Centro de Congressos João XXIII de Bergamo, o teólogo protestante alemão dará uma palestra sobre o tema.
“Pensar a esperança. Crer no futuro para
viver no presente” foi o tema de uma conferência proferida por Jürgen Moltmann
em Bergamo, na Itália, no dia 9 de maio.
Moltmann é um dos mais conhecidos
teólogos da segunda metade do século vinte, discípulo de Ernst Bloch e famoso
por sua obra “Teologia da esperança” (Queriniana, 1970). Aqui publicamos um
extrato de sua lectio, publicado pelo jornal Avvenire, 09-05-2015. A tradução é
de Benno Dischinger.
Eis
o artigo.
Os cristãos são capazes de futuro. Mas,
de qual futuro? Como se pode, afinal, falar de futuro, se nem sequer teve
início? Como se podem narrar os acontecimentos que se aproximam, mas que de
fato ainda não aconteceram? Não se trata de infundados desejos ou de visões
angustiadas e igualmente infundadas? Não é melhor dizer, com Albert Camus:
“Pensar lucidamente e não esperar em nada?”
Não, na esperança cristã não falamos dos
nossos desejos e das nossas angústias, e nem mesmo do futuro em si. Falamos de
Jesus Cristo e de seu futuro. Nós recordamos a história de Jesus Cristo: sua
vinda a este mundo, sua alegre novidade do Reino de Deus para os pobres, os
enfermos e as crianças, o seu sofrimento e sua morte na cruz – e sua gloriosa
ressurreição, com a plenitude da vida eterna que ele revelou.
A esperança cristã no futuro de Deus tem
sua sã ancoragem no tornar presente sua história e sua ressurreição. E, no meio
dia história está a sua cruz. A cruz, na comunidade de Cristo, é a pedra do
escândalo para todos os espíritos utópicos e apocalípticos. Somente quem tem
consistência ante o vulto do Cristo crucificado é esperança cristã.
Com o sinal da cruz são de fato expulsos
também os espíritos enfermos e malignos dos por eles possuídos. Somente por
trás da cruz sobre o Gólgota surge o sol da ressurreição. Somente além da cruz
de Cristo desponta a aurora do novo mundo de Deus. A esperança cristã não é, de
fato, otimismo que promete às pessoas de sucesso dias melhores. A fé em Cristo
difunde esperança aonde de outro modo não há mais nada a esperar.
Com os braços da esperança cristã
abraçamos o mundo inteiro e não damos nada nem ninguém por perdido. Assim como
o Cristo ressurgido tem o seu futuro em Deus, ele não é somente o Redentor das
nossas almas, mas também o Reconciliado do cosmos. De sua vinda esperamos, por
isso, a grande transformação do mundo “do corpo corruptível à
incorruptibilidade e do corpo mortal a imortalidade”, como anuncia o apóstolo
Paulo segundo o exemplo do profeta Isaías. Cristo há de vir, mas nós fazemos a
experiência de sua presença já aqui e agora na palavra do Evangelho e no
Espírito que nos torna vivos; nós fazemos a experiência de sua presença já no batismo
e na comunhão: nós fazemos a experiência de sua presença em companh9ia de quem
crê e em companhia dos pobres e dos enfermos. Mais intensamente, fazemos a
experiência do fato de que Jesus vive e então clamamos “Maranata, vem Senhor
Jesus”, vem rapidamente (Ap 22, 20).
Resistência e antecipação são virtudes
daqueles que esperam. No sofrimento, nas desilusões, nas dores e nas
preocupações a esperança cristã mostra a sua força confortadora e resistente.
Resistência e antecipação são virtudes daqueles que esperam. No sofrimento, nas
desilusões, nas dores e nas preocupações a esperança cristã mostra a sua força
confortadora e resistente. É confortador resistir nas dores e nas preocupações
sabendo que este não é o fim, mas que precisamente ali ainda existe algo que
vem. É encorajador não capitular diante do irrevocável, mas resistir sadios no
protesto. Em força da esperança não nos rendemos, mas permanecemos inquietos e
insatisfeitos num mundo injusto e violento. Nenhuma reconciliação com o mal!
Nas situações de sofrimento a grande tentação é render-se. Eu mesmo corri este
risco como prisioneiro de guerra da Segunda Guerra mundial. As promessas de
Deus que despertam a nossa esperança nos colocam frequentemente em contradição
com as experiências do nosso ambiente. O novo mundo de Deus tão esperado e o
velho mundo do qual temos experiência, no qual vivemos e sofremos, se
contradizem. Em tais situações, a sombra da cruz desce sobre nós.
Começamos a sofrer por um mundo injusto
e violento, porque nos colocamos contra a injustiça e a violência. Se não
esperássemos em nada, então nos adaptaríamos: o mundo é no fundo aquilo que é.
O fato que não nos adaptamos é fruto da inextinguível fagulha da esperança que
habita em nós. Pela força da esperança no novo mundo de Deus os hebreus e os
cristãos oprimidos se contaram contra histórias sobre o decurso deste mundo.
Trata-se das histórias de ressurreição do profeta Ezequiel, no capítulo 37:
veja, aqui está a planície que estava repleta de ossos estorricados dos povos
passados – mas, escuta, ali vem o espírito de Deus que os despertará e
reconduzirá os mortos à vida. Por isso, não te rendas: a morte não tem a última
palavra.
Existem as contra imagens apocalípticas,
na revelação de João, da ‘grande prostituta da Babilônia’, que em breve cairá,
e todos sabiam que com isto se entendia Roma e o império romano que perseguia
hebreus e cristãos. A imagem da ‘Jerusalém celeste’ que descerá sobre a terra e
terá duração eterna é uma contra imagem da Roma imperial que se fazia celebrar
como ‘cidade eterna’. O próprio título de Senhor, na confissão ‘Senhor é Jesus
Cristo’, é um contra título adverso aos poderosos imperadores romanos que se
faziam exaltar como ‘senhores do mundo’.
O anúncio de Deus em nome de Cristo
crucificado é, nestas condições, um discurso subversivo de Deus. Muitos
dominadores perceberam que a Bíblia, para eles, é um livro perigoso porque
chama à resistência, como o fizeram os cristãos na Coréia em 1919. “Senhor,
nosso Deus, outros patrões, diversos de ti, nos tem dominado, mas nós a ti
somente, o teu nome invocaremos” (Is 26,13): assim dizia o povo prisioneiro na
Babilônia dirigindo-se ao Deus de Israel. Esta passagem foi muito apreciada
pela Igreja professante durante a resistência contra a ditadura nazista na
Alemanha.
Todavia, na vida da esperança não
fazemos somente experiência de contradições e sofrimentos, mas também de sinais
premonitórios de antecipações. Não podemos permitir-nos dizer que este modo é
malvado e retirar-nos à vida privada, enquanto pudermos “vencer o mal com o
bem”, como aconselhava Paulo na Epístola aos Romanos 12, 21. Por isso, devemos
intervir na vida política e social do nosso povo e lutar pela verdade na
política e pelo direito dos pobres; não com violência, mas com métodos não
violentos, como ensina a teologia Minjung (na Coréia do Sul). Esta era a
esperança do Movimento social Gospel na América, esta era a esperança da
teologia da libertação na América Latina, esta era a esperança do movimento
pelos direitos civis nos Estados Unidos e esta é a esperança do movimento
ecológico na Europa: “Outro mundo é possível”.
Mas, antes de poder mudar algo em
direção do bem, devemos estar dispostos a mudar-nos a nós mesmos. O Espírito da
vida nos desperta do nosso egoísmo, da nossa indiferença com os outros. Sentimos
a paixão pela vida e abrimos o nosso espírito e as nossas mãos à vontade de
Deus. “Os pródigos do mundo futuro”, dos quais fala a Carta aos Hebreus 6,5,
nos convida a agir. Fonte: http://www.ihu.unisinos.br
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
12:06
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
A Palavra do Frei Petrônio,
acreditar,
Benno Dischinger,
confiar,
esperança,
Esperança cristã,
Esperar,
Jürgen Moltmann,
Palavra do Frei Petrônio,
sonhar com os pés no chão,
Ter Esperança
A PALAVRA... Nº 879. Fátima e a minha vocação.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
07:00
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 12 de maio de 2015
ORDEM TERCEIRA: Missão em Taubaté.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
09:57
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Influenciada pelo papa, Opus Dei muda cúpula em busca de carisma.
A Opus Dei se soma à onda renovadora que o papa Francisco promove na Igreja Católica. Pela primeira vez em quase um século de existência, a poderosa prelatura deixou aberta a porta para a possibilidade de que sua direção seja ocupada por alguém que não tenha trabalhado lado a lado com Josemaría Escrivá de Balaguer, o fundador santificado, ou que não tenha nascido na Espanha, onde estão as raízes de uma organização implantada em mais de 60 países. Assim se projeta a era pós-Escrivá nos tempos de Jorge Mario Bergoglio.
Em dezembro de
2014, o prelado Javier Echevarría, que aos 82 anos é a autoridade máxima da
organização, nomeou vigário-auxiliar o franco-espanhol Fernando Ocáriz, e
vigário-geral o argentino Mariano Fazio. A decisão insinua uma ordem sucessória
da qual ficaria desalojado o influente arcebispo peruano Juan Luis Cipriani e
coloca a prelatura diante de um cenário inédito. Na direção da Obra, fundada em
1928, nunca haviam convivido um prelado e um vigário-auxiliar.
"Será um
momento histórico", descreve um porta-voz do escritório de informação da
Opus. Na direção da organização se sucederam até agora três espanhóis: o
fundador; o beato Álvaro del Portillo, que foi seu braço-direito durante 40
anos; e Echevarría, que por sua vez também foi colaborador de Balaguer por mais
de 20. "Que chegue o momento em que o prelado não tenha conhecido nem
trabalhado com o fundador é algo natural, e será uma nova demonstração da
maturidade desta instituição da igreja."
Os analistas
viveram a ascensão de Ocáriz ("um cargo é uma carga", matizam na
Opus) como um ponto de inflexão na trajetória da instituição. E também como um
gesto ao papa, que é jesuíta, prega com verbo fresco, nem sempre compartilhou
as opiniões de Cipriani - excluído, por enquanto, do núcleo executivo - e trata
com intimidade seu compatriota Fazio, o novo vigário-geral da Opus Dei.
No segundo ano
de seu pontificado, o papa Francisco mostrou que continua decidido a abrir
várias frentes para reformar a igreja, imprimindo ao papado um novo estilo,
mais próximo dos fiéis, e seguindo de perto tudo o que ocorre no mundo. Este
álbum mostra a variedade de interesses e a frenética atuação de Jorge Mario
Bergoglio ao longo de 2014. É de tirar o fôlego.
"Efetivamente,
o papa Francisco está promovendo uma forte renovação na igreja", disse José
María Gil Tamayo, secretário-geral da Conferência Episcopal. "Não se trata
de esperar que venham à igreja, mas sim de sair ao encontro das pessoas, e isso
nos convida a renovar nossa forma de trabalho pastoral", continuou o
porta-voz, que acrescentou sobre o caso específico da Opus: "A renovação
que nos pedem afeta a todos na missão comum evangelizadora, na qual a
especificidade de cada carisma de congregações, movimentos e associações deve
ser posta a serviço dessa missão compartilhada sob a orientação de nossos
bispos. Só estando unidos seremos verossímeis, como aponta o Evangelho".
A
prelatura tem cerca de 90 mil seguidores, distribuídos por mais de 60 países.
Fortemente implantada na América Latina e na Europa, e com presença na África,
dá agora seus primeiros passos no Casaquistão e no Vietnã e está pronta para
iniciar seu trabalho em Cuba quando as circunstâncias políticas permitirem,
segundo fontes consultadas. Em suas estruturas há mais mulheres que homens,
segundo a organização. A idade média de seus integrantes aumentou na última
década. Em sua maioria são laicos de classe abastada, com capacidade para
influir nos gabinetes mais importantes; dedicados ao princípio de
"santificar o trabalho"; e sempre cercados de críticos, alguns deles
ex-membros da organização, que opinam que esta promove o conservadorismo,
limita as leituras de seus integrantes e exerce o proselitismo.
Na Espanha, uma
centena de colégios, a Universidade de Navarra e a escola de administração Iese
têm relação com a Obra, que, segundo um porta-voz, lhes dá orientação
espiritual. Essa radiografia resume a grande capacidade de influência e
mobilização da Opus Dei, que durante a beatificação de Portillo, realizada em
Madri em 2014, reuniu mais de 100 mil pessoas, entre elas dois ministros do
governo e 40 mil jovens chegados de todos os recantos do planeta. Esses números
refletem sua força para influir nas instituições e, em consequência, a
importância das mudanças em sua cúpula.
"Com estas
decisões sobre a quarta geração de dirigentes, se demonstra que não há medo de
mudanças, que podem ser tutelados por alguém que não tenha estado em contato
com o secretário-geral anterior", opinou José Manuel Vidal, formado em
teologia e sociologia pela Universidade Pontifícia de Salamanca e diretor de
Religião Digital. "Uma aproximação clara do papa, assim como fizeram os
salesianos ao eleger reitor-maior um espanhol [Ángel Fernández Artime], que,
entre outras coisas, conhece bem Francisco de sua estada em Buenos Aires",
acrescentou sobre o cargo privilegiado que o argentino Fazio ocupa desde
dezembro.
"O núcleo
espanhol e mais velho quer ter o controle, mas chega um momento em que não
pode. É a lei da vida", argumentou o sociólogo Alberto Moncada, autor de
obras de tom crítico à instituição. "Fora da Espanha, a Opus é variada e
plural, uma organização internacional."
Talvez não haja
lugar fora da Espanha em que a Opus tenha mais força que na América Latina. Lá,
Juan Luis Cipriani, o primeiro cardeal da organização, ficou afastado, por
enquanto, da possibilidade de alcançar a prelatura. Quando Jorge Bergoglio,
hoje o papa Francisco, presidiu a comissão de redação do documento final da 5ª
Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano (2007), Cipriani mostrou-se
pouco chegado a sua tese, segundo fontes consultadas, e Fazio as compartilhou
plenamente.
Um porta-voz da Opus Dei negou que isso
tenha a ver com o fato de Echevarría não ter contado com Cipriani para suas
nomeações de dezembro, e salientou a relação "imelhorável" da
instituição com o papa. Fontes consultadas afirmaram que Bergoglio veria com
bons olhos que Cipriani estivesse em Roma. Monsenhor Lombardi, o porta-voz do
Vaticano, declinou fazer comentários sobre o assunto. Assim, em silêncio, a
Opus Dei continua projetando seu futuro. Fonte: http://brasil.elpais.com
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
07:05
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
A Opus Dei,
A Palavra do Frei Petrônio,
Conservador,
conservadores,
Javier Echevarría,
Olhar Jornalistico,
Opus Dei,
Papa Francisco,
Religião,
Vaticano
segunda-feira, 11 de maio de 2015
DIA DE ESPIRITUALIDADE: Um Olhar.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
14:04
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
MÃE, APENAS MÃE: Homenagem do Olhar.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
13:18
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 10 de maio de 2015
IGREJA DO CARMO DA LAPA: Homenagem às Mães.
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
19:35
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 9 de maio de 2015
DIA DAS MÃES: Uma Prece do Frei Petrônio
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
15:02
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Carmelo: Crescer na Fraternidade: Dia de Espiritualidade em Vicente de Carvalho/RJ, com Frei Petrônio de Miranda.
ORDEM
TERCEIRA DE VICENTE DE CARVALHO/RJ.
Dia de Espiritualidade Carmelitana. 09 de maio
-2015.
Com Frei Petrônio de Miranda, O.Carm
(E-mail do Frei: missaodomgabriel@bol.com.br)
Carmelo:
Crescer na Fraternidade.
No âmbito do Carmelo
salientemos a ênfase sempre mais crescente sobre o valor teológico da
fraternidade. A fraternidade
vem sendo entendida, cada vez mais, como o leito e o núcleo do carisma
carmelita.
Chamados a viver vida de
fraternidade, precisamos lutar para que a Ordem Terceira do Carmo seja prova
concreta de que a fraternidade é possível. Fraternidade, que nasça da escuta e
da meditação da Boa Nova e que leve a
tornar mais humana à vida, a unir as pessoas, apesar de certas
divergências, conseguindo ser assim uma presença do Evangelho. E é desta
maneira que a nossa Ordem Terceira do Carmo se transforma em sinal de
esperança, que fazem os pobres dizer a nosso respeito o que a viúva de Sarepta
dizia ao Profeta Elias: “Agora sei que és um homem de Deus e que a Palavra de
Deus está realmente sobre a tua boca” (1Rs 17,24).
Na Igreja fomos gerados como Família Carmelitana pelo
Espírito Santo, mediante a experiência de um grupo de penitentes, peregrinos, eremitas, no contexto do grande movimento
europeu, medieval, para recuperação da Terra do Senhor.
O Espírito de Vida nos tornou
fecundos quanto aos valores fundamentais da fraternidade evangélica: escuta e anúncio da Palavra, oração
assídua, comunhão de bens, reconciliação fraternal, serviço recíproco e aos
pobres, luta espiritual e empenho de libertação dos oprimidos, discernimento,
solidariedade com todos os homens, esperança operante.
A atitude contemplativa para com o mundo em volta de nós,
que nos faz descobrir Deus presente nas nossas experiências cotidianas, leva‑nos a encontrá‑Lo especialmente nos
nossos irmãos. Desta maneira somos guiados a valorizar o mistério das
pessoas que estão próximas de nós e com as quais compartilhamos a nossa vida.
A nossa Regra nos quer irmãos fundamentalmente e nos
recorda como a qualidade dos relacionamentos e relações interpessoais, que
caracterizam a vida da comunidade do Carmelo, deve desenvolver‑se segundo o
exemplo inspirador da primitiva comunidade de Jerusalém. Ser irmãos significa
para nós crescer na comunhão e na unidade, na superação das distinções e
privilégios, na participação e na corresponsabilidade, na partilha dos bens, do
projeto comum de vida e dos carismas pessoais; significa, também, atenção ao bem‑estar
espiritual e psicológico das pessoas, percorrendo os caminhos do diálogo e da
reconciliação. Estes valores da
fraternidade se exprimem e encontram a sua força na Palavra, na Eucaristia e na
Oração.
Na Palavra ouvida, rezada e vivida no silêncio, na
solidão e em comunidade), especialmente na forma da "lectio divina",
cada dia os Carmelitas são levados ao conhecimento e experiência do mistério de
Jesus Cristo. Animados pelo Espírito e radicados em Cristo Jesus, nEle
permanecendo dia e noite, eles inspiram na Palavra de Jesus todas as suas
opções e o seu agir.
Os irmãos, inspirados pela Palavra e em comunhão com toda
a Igreja, celebram juntos os louvores do Senhor e convidam outros a compartilhar da sua experiência de oração.
Para Frei Tito Brandsma, Carmelita, Jornalista e Mártir
da Segunda Guerra Mundial (*1881 + 1942), era muito forte a vivência da
fraternidade, quer no âmbito interno da Comunidade, quer no âmbito externo de
suas relações apostólico-profissionais. Afirmava que, para ele, a vida comunitária
era indispensável a fim de restaurar as forças para os diversos compromissos.
Na comunidade revelava-se cheio de ânimo, acolhimento bondade, solidariedade.
Era bastante leal e pronto a reconhecer os próprios limites e também os valores
da tradição, tanto junto aos co-irmãos, como junto às demais categorias de sua
convivência (judeus, protestantes, ateus, imigrantes).
Era um homem sem fronteiras e sem defesas, porém audaz,
perseguindo sempre as vias da reconciliação com todos. Pelo fato de viver pacificado
por Deus interiormente, não tinha medo de abrir a porta do próprio coração e da
própria casa que se tornou um lugar comum de encontros fraternos. “O amor ganhará o coração dos pagãos”,
afirmava, acrescentando que como assim se dizia dos primeiros cristãos, também
se deveria dizer novamente dos cristãos de seu tempo. Seu amor fraterno o faz superar toda barreira de religião, de
partido, de nação. Todos para ele eram considerados companheiros e irmãos.
Vida Comunitária e
Oração.
Na primitiva comunidade
cristã, a oração em comum era um distintivo específico. O livro dos Atos é um
testemunho eloquente do espírito dessas comunidades. "Eram constantes em
escutar o ensinamento dos apóstolos e na comunidade de vida, no partir do pão e
nas orações”... (Atos, 2, 42-47).
É claro supor que ao
costume judaico de escutar a palavra de Deus e de cantar salmos, acrescentavam
a nova modalidade cristã de celebrar juntos a eucaristia. Com certeza os
primeiros cristãos, doutrinados pelos apóstolos, tiveram em conta a insistência
de Jesus no sentido de que vivessem unidos em um só coração e uma só alma.
Recordariam também a forma de orar que o Mestre ensinara aos seus discípulos. O Pai Nosso é uma prece claramente
comunitária. Não podiam referir-se a Deus no singular, mas tão só em grupo, no
plural.
Aparece evidente que os primeiros cristãos
tiveram o costume de orar e de juntar-se para falar de Deus e para falar com
Deus, na referência que Paulo faz aos Romanos, quando, escrevendo de Corinto,
lhes anuncia o desejo de visitá-los: "Desejo ver-vos para comunicar-vos
algum dom espiritual, para confirmar-vos, ou melhor, para consolar-me convosco
e pela mútua comunicação de nossa fé comum" (Rom. 1, 11-12). Este renascer
da oração comunitária surge paralelamente ao movimento de revalorização das
comunidades em si mesmas e em todos os níveis. O Concílio Vaticano II é
consciente disso e assim testemunha: A vida pessoal é incompleta sem a relação
interpessoal: "O homem é, com efeito, um ser social e não pode viver nem
realizar suas atividades sem relacionar-se com os demais" (G.S. 12). Isto
mesmo deve afirmar-se a respeito da oração.
Os
bispos da América Latina, por sua vez, o asseveram explicitamente: "Além
de buscar a oração íntima tende-se de modo especial para a oração comunitária,
com comunicação da experiência de fé, com discernimento sobre a realidade,
orando juntamente com o Povo (Puebla, 727).
Para meditação individual.
Texto Bíblico. (Atos dos Apóstolos. 4, 32-37).
1º- Somos da Ordem Terceira do Carmo ou um grupo de
amigos?
2º- A nossa fraternidade carmelitana tem um olhar para o
sofrimento do próximo ou para nós mesmos?
Postado por
Artigos do Frei Petrônio de Miranda
às
15:25
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
A Palavra do Frei Petrônio,
Crescer na Fraternidade,
Espiritualidade Carmelitana,
Leigos Carmelitas,
Olhar Jornalistico,
Ordem Terceira do Carmo,
Retiro com Frei Petrônio
Assinar:
Comentários (Atom)




