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sábado, 23 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-102. Natividade de São João Batista.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-101. Rio + 20: O outro lado da moeda.
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-100. Centésimo Programa.
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quarta-feira, 20 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-99. Parabéns, Luiza Erondina!.
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terça-feira, 19 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-98. (Lula e Maluf: Tudo pode nas Eleições?)
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-97. (Olho por olho, dente por dente)
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domingo, 17 de junho de 2012
Profetas de fraternidade: num mundo dividido e injusto.
Frei Bruno Secondin O.Carm.
1. Vamos partir de uma página da Bíblia: 1Rs 17,17-24. Trata-se de um momento difícil para Elias, quando morre o menino da viúva de Sarepta. Nesta cena podemos ver realizar-se uma profunda conversão de Elias: através da provocação desta morte e das exprobrações da viúva, Elias deve aprender a enfrentar o insucesso, a solidarizar-se com os pobres, a mostrar um novo rosto de Deus: será o rosto da compaixão e da solidariedade, e é isto que convencerá a mulher de que Elias é profeta de Deus.
Nestes anos tem acontecido forte recuperação da dimensão profética da Vida Consagrada: passando de uma concepção de "profecia" num sentido muito espiritual - o profeta como homem de Deus, orante, solitário, sofredor - para uma concepção de profecia mais comprometida com os sofrimentos da História, como testemunho de esperança e de uma outra história, a história da justiça, da libertação, da esperança.
2. A Exortação do Papa deu grande relevo à categoria da profecia e à missão profética da Vida Consagrada. Vinte e oito vezes se encontra este vocábulo, mas sobretudo dois parágrafos inteiros são explicitamente dedicados a ilustrar a natureza profética da Vida Consagrada e à importância desta caraterística para o mundo atual (VC 84-85). Já por este fato material se vê que realmente havia a intenção de dar importância a este aspecto. Importância ainda maior ressalta, adiante, da união da profecia com o martírio (VC 86), da profecia com a libertação (VC 57b), da profecia com o tema dos desafios históricos (VC 88-92), da profecia com "um mundo dividido e injusto" (VC 51).
Não nos podemos deter a analisar todos os textos sobre o profetismo - cf. o capítulo específico no meu O Perfume de Betânia (Loyola 1997) - porém é do meu agrado salientar e fazer observar que o Profeta Elias é evocado como exemplo clássico do profetismo da Vida Consagrada. E a descrição do Profeta não se faz somente de acordo com os temas da tradição antiga, mas também segundo as novas leituras sobre o empenho de Elias em favor da justiça e dos direitos dos pobres. Esta alusão do Papa nos dá coragem para caminharmos mais além, isto é, a termos presentes todas as grandes figuras "proféticas" da História e também da nossa história. E ainda nos encoraja a unirmos - como, de resto, se faz na América Latina - profecia e martírio, profecia e movimento feminino (cf. VC 57b), profecia e cultura (VC 80a), profecia e fraternidade (VC 85a), profecia e contestação intra-eclesial (VC 84b e 85b), etc.
Para mim é muito inspirador ligar o tema da profecia com o conteúdo do parágrafo VC 51: "A fraternidade num mundo dividido e injusto". Nesta página não se encontra o vocábulo "profecia", mas o sentido geral é mesmo o de profecia. Já o título é em si mesmo muito bonito e inspirativo, mas em seguida se fala também de "diálogo" sempre de novo reaberto, de função de caridade e diálogo em contextos de ódio étnico e loucuras homicidas; fala-se de lógica de vida e de alegria, de esperança e bem-aventuranças, como um dinamismo que impele ao amor de oblação. Fala-se de ídolos do nacionalismo e de globalização dos problemas, aos quais devemos responder com a fraternidade, a abertura, a criatividade, sem perder a própria identidade.
3. Seguindo a Exortação e as suas linhas, queremos revelar uma orientação mais geral sobre a tipologia desta dimensão profética.
Trata-se de uma qualidade teológica e não de um estilo puramente funcional. É uma participação em Cristo e na sua vida e testemunho: o seu foi um testemunho messiânico, profético, libertador. Tal participação é comum a todos os cristãos (VC 46), mas logo se diversifica conforme os carismas e os ministérios eclesiais, e deve tender a fazer da Igreja inteira uma comunidade autêntica e significativa. A substância deste "ministério profético é relembrar e servir ao plano de Deus a respeito dos homens" à luz das Escrituras; mas acrescenta o texto: "como emerge também da leitura atenta dos sinais da ação providente de Deus na História" (VC 73a).
A escola da profecia consiste na escuta intensa da Palavra de Deus. Somente uma experiência profunda de Deus, um generoso seguimento de Cristo, uma abertura à voz do Espírito Santo, conjugados com a leitura e o discernimento dos sinais dos tempos, dos apelos de Deus através das situações históricas, podem conduzir a "agir de acordo com os seus planos com uma inserção ativa e fecunda nas vicissitudes do nosso tempo" (VC 73a). O profeta não é alguém que só vê as coisas de Deus, tornando-se estranho à História, mas, por Ele seduzido e condicionado como Jeremias, vê Deus ativo e presente no meio da História, como juiz e guia (VC 19b), e se põe ao serviço da sua verdade com franqueza e liberdade (VC 85a). O próprio radicalismo no seguimento de Cristo é fundamental para uma autêntica profecia (VC 84a).
O texto traz duas imagens significativas, que podemos recuperar, a fim de compreendermos as duas faces da dimensão profética: "um subir ao alto da montanha" e "um descer da montanha" (VC 14c; cf.40b e 75c). Trata-se de entrar em profunda intimidade com Deus no alto do monte da sua glória por meio do seu Filho, e de descer para o vale a fim de "viver com Jesus as fadigas dos desígnios de Deus" (VC Ibid) e lutar contra todo indício de escravidão ao maligno (cf. Mt 17,20), "para libertar a História de tudo quanto a deturpa" (VC 75c) e recuperar a imagem de Deus deformada nos rostos desfigurados de tantos oprimidos (VC 75d).
4. O estilo do profeta e da profecia passa pela proclamação verbal e pelos gestos de vida, pelo testemunho dos bens futuros (VC 23 e 59) e pela difusão da "mensagem de libertação (...), promovendo mentalidades e condutas conformes com as intenções do Senhor" (VC 57d). Silêncio e solidão, fraternidade e diaconia, antecipação e interpelação, denúncia e intercessão: muitas são as mediações para pôr em ação os deveres proféticos. Eles se desenvolvem tanto dentro da Igreja, intimando-a a uma generosa e criativa fidelidade, quanto na sociedade e dentro de uma cultura, tornando-se aguilhão e "fermento evangélico, capaz de purificá-la e fazê-la desenvolver-se" (VC 80a).
Por isso o texto insiste em dar grande importância ao discernimento dos sinais dos tempos, conforme o carisma específico: trata-se de intuir os apelos de Deus e os desafios dos tempos, para elaborar "novas respostas aos novos problemas" (VC 73b). "Desta maneira a Vida Consagrada não se limitará a ler os sinais dos tempos, mas contribuirá também para elaborar e executar novos projetos de evangelização em vista das situações hodiernas" (VC 73d).
Estreita é na verdade a ligação, que o Papa estabelece entre função profética e presença na História: ao lado da "profunda experiência de Deus", o profeta deve "tomar consciência dos desafios do seu tempo, recolhendo o seu sentido teológico profundo, mediante discernimento operado com a ajuda do Espírito Santo" (VC 73a). Aparece como coisa própria do profeta o encargo de discernir, a capacidade de saber "ler por dentro e através" das vicissitudes, das tragédias e dos anseios do povo, em vista de um plano de Deus, que germina dentro da História. Por isto o profeta deve ter um senso histórico realista, para que possa acolher os sinais de Deus, que vêm de baixo, ter intuição dos caminhos novos de esperança e liberdade, prevenir sucessos nefastos, fruto de decisões enganosas. É o profetismo da companhia, da solidariedade, da busca de sentido e de esperança.
5. Nesta linha o texto aplica a perspectiva profética aos grandes valores fundamentais da Vida Consagrada: castidade, pobreza, obediência, fraternidade. E fala de grandes desafios e provocações, entrelaçados com as próprias provocações culturais da cultura hedonista, de um materialismo ávido de possuir e da exasperação da liberdade (cf. VC 87-91). Este modo de falar é em parte inovador, porque subtrai do enclausuramento no privado e no intimístico os grandes valores dos votos religiosos, para encorajar uma correlação deles "com os desafios de sempre, que pela sociedade dos nossos tempos se colocam de formas novas e, talvez, mais radicais" (VC 87a).
Esta des-privatização da consagração segundo os conselhos parece-me uma das propostas mais originais e proféticas do texto todo e orienta rumo a um duplo efeito. Antes de tudo adverte que não se trata somente de rememorar valores evangélicos ou espirituais, mas também de reagir contra "os contravalores" ou desafios que brotam da cultura contemporânea, e põem em crise uma concepção auto-exaltatória e centralizada na vivência intimística dos três conselhos evangélicos. E, ainda, porque exige que os próprios modos de viver estes valores evangélicos se meçam, se estruturem e se confrontem com os desafios e sensibilidades culturais das pessoas do nosso tempo por meio de uma interpelação realmente eficaz.
6. Parece-me que a missão profética, para a qual o Papa convocou os consagrados, não pode ser construída por baixo do vácuo, em conceitos abstratos e celestiais, mas "como um sinal e profecia para a comunidade dos irmãos e para o mundo" (VC 15c). É, além do mais, uma resposta generosa, feita de "discernimento e audácia, de diálogo e provocação evangélica" (VC 80b). Com outras palavras, "a fidelidade dinâmica e criativa" (cf. VC 37) torna-se profecia, testemunho, missão e, até mesmo, martírio heróico (VC 86) nestes nossos anos de 90. Parece-me que a situação real, que estamos vivendo, nos esteja pedindo novo método na profecia, para se oferecer aos homens o testemunho da "benignidade e humanidade do nosso Salvador, Jesus Cristo" (Tt 3,4). Uma profecia que saiba enfrentar...
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11º Domingo do Tempo Comum.
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sábado, 16 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-96. (11º Domingo do Tempo Comum. Ano-B)
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UNAÍ-MG: 264ª Festa de Sto. Antônio do Boqueirão.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-95: Entrevista com Frei Osman, 0. Carm. (Final)
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
O jornalista Frei Tito Brandsma, Carmelita.
Por Frei Manoel Wermers, 0.Carm.
(Publicado no Mensageiro do Carmelo em 1948).
O papel grandiosamente nobre da imprensa católica foi por Frei Tito definido em poucas palavras, simples mas decisivas: “uma potência contra as forças inimigas, porque responde não apenas aos ataques feitos, como ainda prega positivamente a verdade, dia a dia”.
A boa imprensa é uma das armas mais poderosas do apostolado, pois penetra todas as camadas sociais, ensinando, exortando, retificando, cristianizando. Pela imprensa católica a palavra de Cristo é levada aos doentes entrevados nas camas e aos presos nos cárceres. Pela imprensa católica a palavra de Cristo acompanha os viajantes dos aviões e dos submarinos dos trens e dos navios, dos bondes e dos ônibus. Pela imprensa católica a palavra de Cristo entra nos bolsos e nos escritórios, nas fábricas e nas lojas. E nos poucos momentos de lazer que deixam as ocupações materiais, a palavra de Cristo aí está para formar as consciências. A política é encarada sob um aspecto católico, a vida social examinada segundo os princípios cristãos e a cultura avaliada segundo os valores da verdade e da estética do divino.
Compreende-se o desejo dos Sumos Pontífices que os Católicos, por toda a parte, tenham a sua imprensa própria que, em íntima união com as autoridades eclesiásticas, propague as verdades de Cristo. As Universidades têm o seu boletim para propagar a ciência, as Ordens Religiosas a sua revista para espalhar a sua espiritualidade, a igreja de Cristo precisa ter a sua imprensa que continue o seu ensino nas praças e nas casas de família, e a defenda contra os ataques diários dos seus inimigos sempre solertes e sempre traiçoeiros como Judas o traidor de Jesus.
A alma apostólica de Frei Tito não podia ignorar a importância transcendental da imprensa católica, e desde cedo dedica-lhe uma grande parte dos seus talentos. Já o vimos.
Em 1935 recebe uma carta do Arcebispo, nomeando-o Assistente Eclesiástico dos jornalistas católicos holandeses. Bem depressa revela qualidades técnicas de primeira ordem. O seu trabalho é feito com dedicação e amor, não se limitando a alguns conselhos e avisos sobre moral e bons costumes. Orienta a formação dos jornalistas e se interessa em melhorar a sua situação jurídica. Não somente a corporação mas também cada jornalista em particular merece-lhe a atenção. Conhece a todos, e todos se tornam seus amigos. O nome Tito foi dado muitas vezes os filhos em homenagem e gratidão a este pai dos jornalistas.
Bem ia ele precisar dessa dedicação afim de poder guiá-los através de sacrifícios e abnegações inerentes à tarefa de defender a verdade e a cultura contra, os ataques mais violentos. A atmosfera estava sendo envenenada pejas estúpidas mentiras do nazismo material, desprovido de qualquer elevação cultural e apenas animado do brutal desejo de destruição.
Assistindo em 1937, três anos antes da invasão, à tomada de posse do novo diretor de um diário, Frei Tito faz-lhe a pergunta se se realizava bem a tarefa, “pois ela não será fácil quando Hitler invadir a Holanda”.
Visão real da situação, inspirado pelo bom senso! Imediatamente depois da ocupação foi criado o “Conselho Informativo da Imprensa”. Deu-se a garantia: “A liberdade de consciência será respeitada, pois seria sumamente desprezível violentar as consciências” (!) ... Pouco a pouco, porém, começam essas violações desprezíveis, na surdina ainda. Quantas vezes foram chamados os diretores, por não terem publicado as notícias fornecidas pelo Conselho Informativo! Em novembro de 1940, meio ano depois da invasão, foi suprimida a associação dos jornalistas católicos de que Frei Tito era Assistente Eclesiástico. Em 1941 foram proibidas quase todas as publicações de caráter religioso. Falta de papel. Havia-o em abundância para as publicações partidárias e pornográficas, quase sempre idênticas. Os protestos dos Bispos de nada adiantaram. A resistência passiva era a única arma que podiam manejar. Em todas as igrejas foi lida uma carta episcopal proibindo prestar auxílios importantes ao nazismo alemão ou holandês.
O Conselho Informativo continuava a mandar publicações de propaganda nazista, que os Católicos não publicavam ou transformavam, seguindo os conselhos de Frei Tito que estava em contínuo contato com o Arcebispo. Em dezembro de 1941 veio a provocação em forma de uma nota particular, dirigida a todas as direções dos jornais, cujo teor é:
Nota nº 1.008 — Para as direções. Não para publicação.
Haia, 18 de dezembro.
O Departamento de Informações e Cultura comunica não ser permitido à imprensa da Holanda recusar a propaganda fornecida pelo N.S.B. (movimento nazista holandês) ou pelas suas associações por motivo de princípios...
Não para publicação.
E a tão apregoada liberdade de consciência? Frei Tito, como Assistente Eclesiástico os jornalistas católicos, está frente à mais completa degeneração pagã e totalitária. Urge dar normas claras e decisivas aos jornalistas e aceitar a responsabilidade da luta. No último dia de 1941 traça as diretrizes a seguir num documento precioso e venerando, selo com a sua própria vida:
Nimegue, 31 de dezembro de 1941.
Ilmo Sr.
Como Assistente Eclesiástico da Associação dos Jornalistas Católicos, nomeado por sua Excia Revma. o Sr. Arcebispo, considero meu dever propor o seguinte à sua atenção:
... Segundo os seus próprios princípios e os princípios do direito internacional, a Igreja Católica na Holanda respeita os direitos das forças de ocupação. Ao mesmo tempo, porém, e em virtude dos mesmos princípios ela viu-se obrigada a agir contra um movimento que repudia esses princípios para propagar outros contrários à Igreja Católica.
A imprensa é forçada a publicar muitas informações. Não havendo conflito com os princípios católicos, satisfez-se a essas exigências na medida do possível...
... Há poucos dias foi baixada uma ordem para a imprensa, cuja execução poria as Direções e as Redações dos diários católicos em conflito com os princípios católicos... Os jornais católicos aqui não podem ceder sem entrar em conflito com a ordem do episcopado a qual proíbe prestar auxílios importantes ao Movimento Nacional Socialista. A ordem emanada do Departamento de Informações e Cultura ainda não se tornou oficial... Caso, porém, se chegar a esse ponto, ou caso houver insistência em que seja publicada a propaganda do Movimento Nacional Socialista, mesmo sob a ameaça de pesadas multas, de suspender ou até de suprimir o jornal, então devem as Direções, e as Redações de acordo com essas, tratando-se de artigos de tendências idênticas, negá-los terminantemente caso queiram conservar o caráter católico de seu jornal. Não pode ser de outra forma. Atingiu-se o limite... Isso, certamente, será duro para muitos, que até hoje têm encontrado no jornalismo um emprego honesto e remunerado; a responsabilidade, porém, fica para aqueles que querem, contra todas as promessas, violentar a consciência da Direção e da Redação.
Por enquanto não posso crer que as instâncias responsáveis chegarão a esse ponto. Se, porém, acontecer isso, Deus terá a última palavra e recompensará o servo fiel.
Com os melhores votos para o Ano Bom.
Frei Tito Brandsma, O. Carm.
Durante a primeira semana de janeiro vê-se Frei Tito a viajar pela Holanda toda, conferenciando com os Bispos e os jornalistas mais destacados e organizando a defesa da verdade. Aos 10 de janeiro comunica ao Arcebispo os resultados das suas conferências.
A resistência parece ter impressionado os chefes nazistas. Eles mostram-se mais acessíveis e até dispostos a fazer concessões embora falem com amargura sobre a ação do Professor Brandsma, qualificando-o de sabotagem. A atmosfera está menos carregada, alguns pensam mesmo que o perigo já tenha passado.
De repente vem o desenlace. Na tarde de 15 de janeiro o Arcebispo telefona para Frei Tito comunicando-lhe que o Movimento Nacional Socialista novamente ofereceu grandes notícias de propaganda aos jornais com a ordem de publicá-las depois de dois dias. O Arcebispo é de opinião que se deve enviar agora a Carta Circular do Episcopado que fora retida em conseqüência das concessões recebidas. A Carta sai com a data de 16 de janeiro.
O testo é de Frei Tito. Nesse documento o Arcebispo, em nome do Episcopado da Holanda, dá as normas definitivas aos jornais católicos sobre as publicações de tendências nazistas.
“Temos a plena consciência da situação extremamente difícil em que se encontra a imprensa católica e dos grandes interesses econômicos que estão em jogo. Lamentaríamos profundamente se a imprensa católica, construída a custo de tantas dificuldades e sacrifícios e que tanto bem tem realizado fosse obrigada a desaparecer. Mas há limites. Não podemos considerar católicos os jornais que propaguem princípios contrários aos católicos. Tais jornais seriam mais perigosos, para os Católicos do que os jornais neutros ou mesmo nazistas, pois os fiéis, de sobreaviso para com esses julgariam aceitável o Movimento Nacional Socialista, se 'esse fosse propagado por jornais católicos. Haveria ainda o escândalo, se fosse permitido aos jornalistas católicos propagar esse movimento, já que é proibido aos outros.
“Por esses motivos o Venerável Episcopado declara expressamente que os vossos jornais perdem o seu caráter católico, publicando propaganda do N.S.B., ou ainda artigos à favor do N. S. B. (a não ser que tenham sido modificados eficazmente),e que o mesmo será levado ao conhecimento dos fiéis. Quanto às notícias e às reportagens nazistas de publicação obrigatória, é preciso indicar as fontes das mesmas.
“O Venerável Episcopado declara outrossim que a não observância dessas normas será considerada como um auxílio importante, prestado ao Movimento Nacional Socialista, com todas as suas sanções para as pessoas repensáveis.
“Afim de conseguir uma atitude uniforme, o Venerável Episcopado deseja, receber, por intermédio, do Assistente, Professor Dr. Tito Brandsma, uma declaração escrita de que vós, como Diretor ou Redator-Chefe seguireis essas diretrizes”.
Durante três dias Frei Tito percorre mais uma vez a Holanda. No terceiro dia, 19 de janeiro, pouco depois de ter chegado em casa, duas pessoas apresentam-se desejando falar com ele. Eram da Polícia de Segurança e vinham para prender Frei Tito. Durante duas horas fazem urna busca no seu quarto, examinando os seus papeis, com que enchem algumas malas. Em seguida Tito abraça pela última vez os confrades e deixa o seu querido Carmo para sempre...
Como bom jornalista Frei 'Tito defendeu a verdade, testemunhando por Cristo contra o paganismo moderno. Conseguiram abafar a sua voz, mas o seu sangue ia clamar mais alto e dar novo esplendor à Verdade Eterna.
(Mensageiro do Carmelo, Ano 36. Abril de 1948, pág. 63 e seg.).
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CORAÇÃO DE JESUS: Espiritualidade Bíblica.
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quinta-feira, 14 de junho de 2012
RIO + 20: Labirinto de Lixo no Parque do Ibirapuera/SP.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-93 (Conversa com Dom Vital, Eremita Carmelita...
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terça-feira, 12 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-92 (Festa de Santo Antônio)
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-91 (Trezena de Santo Antônio: As Virtudes de ...
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
Jesus está presente na Eucaristia. Mas como? Perguntaram as crianças ao Papa.
No dia 15 de outubro de 2005, o Santo Padre Bento XVI encontrou-se com diversas crianças que estavam se preparando para receber pela primeira vez a Eucaristia. Nesse bate-papo com os pequenos, o Pontífice deixou ensinamentos precisos sobre este tão grande mistério.
O jovem André perguntou ao Papa: A minha catequista, ao preparar-me para o dia da minha Primeira Comunhão, disse-me que Jesus está presente na Eucaristia. Mas como? Eu não o vejo!
Bento XVI respondeu: Sim, não o vemos, mas existem tantas coisas que não vemos e que existem e são essenciais. Por exemplo, não vemos a nossa razão, contudo temos a razão. Não vemos a nossa inteligência e temo-la. Não vemos, numa palavra, a nossa alma e todavia ela existe e vemos os seus efeitos, pois podemos falar, pensar, decidir, etc... Assim também não vemos, por exemplo, a corrente eléctrica, mas sabemos que ela existe, vemos este microfone como funciona; vemos as luzes. Numa palavra, precisamente, as coisas mais profundas, que sustentam realmente a vida e o mundo, não as vemos, mas podemos ver, sentir os efeitos. A eletricidade, a corrente não as vemos, mas a luz sim. E assim por diante. Desse modo, também o Senhor ressuscitado não o vemos com os nossos olhos, mas vemos que onde está Jesus, os homens mudam, tornam-se melhores. Cria-se uma maior capacidade de paz, de reconciliação, etc... Portanto, não vemos o próprio Senhor, mas vemos os efeitos: assim podemos entender que Jesus está presente. Como disse, precisamente as coisas invisíveis são as mais profundas e importantes. Vamos, então, ao encontro deste Senhor invisível, mas forte, que nos ajuda a viver bem.
O Papa bento XVI, em breves palavras, afirmou que a presença de Jesus é real na Eucaristia, independentemente se esta não seja “perceptível” aos olhos humanos, porém, este fato não afasta a realidade de que Cristo está presente na Eucaristia.
A pequena Anna perguntou: Caro Papa, poderias explicar-nos o que Jesus queria dizer quando disse ao povo que o seguia: "Eu sou o pão da vida"?
O Pontífice respondeu que: Deveríamos, esclarecer o que é o pão, pois hoje nós temos uma cozinha requintada e rica de diversíssimos pratos, mas nas situações mais simples o pão é o fundamento da nutrição e se Jesus se chama o pão da vida, o pão é, digamos, a sigla, uma abreviação para todo o nutrimento. E como temos necessidade de nos nutrir corporalmente para viver, assim como o espírito, a alma em nós, a vontade, tem necessidade de se nutrir. Nós, como pessoas humanas, não temos somente um corpo, mas também uma alma; somos seres pensantes com uma vontade, uma inteligência, e devemos nutrir também o espírito, a alma, para que possa amadurecer, para que possa alcançar realmente a sua plenitude. E, por conseguinte, se Jesus diz 'eu sou o pão da vida', quer dizer que Jesus próprio é este nutrimento da nossa alma, do homem interior do qual temos necessidade, porque também a alma deve nutrir-se. E não bastam as coisas técnicas, embora sejam muito importantes. Temos necessidade precisamente desta amizade de Deus, que nos ajuda a tomar decisões justas. Temos necessidade de amadurecer humanamente. Por outras palavras, Jesus nutre-nos a fim de que nos tornemos realmente pessoas maduras e a nossa vida se torne boa.
Por fim, o jovem Adriano perguntou ao Sumo Pontífice: Santo Padre, disseram-nos que hoje faremos a Adoração Eucarística. O que é? Como se faz? Poderias explicar-nos isso?
Bento XVI afirmou: A adoração é reconhecer que Jesus é meu Senhor, que Jesus me mostra o caminho a tomar, me faz entender que vivo bem somente se conheço a estrada indicada por Ele, somente se sigo a via que Ele me mostra. Portanto, adorar é dizer: "Jesus, eu sou teu e sigo-te na minha vida, nunca gostaria de perder esta amizade, esta comunhão contigo". Poderia também dizer que a adoração, na sua essência, é um abraço com Jesus, no qual eu digo: "Eu sou teu e peço-te que estejas também tu sempre comigo".
Com essas palavras do Papa Bento XVI dirigidas às pequenas crianças na Alemanha, aprendemos que Jesus está presente na Eucaristia, mesmo que não O vejamos, pois Sua presença está além dos nossos sentidos. Aprendemos que Ele, o Pão da Vida, deseja nos alimentar, para que, em meio ao mundo - faminto de Deus –, possamos caminhar fortemente rumo à vontade d'Ele. Para isso, basta-nos apenas reconhecer Sua presença majestosa e nos prostrarmos em adoração, oferecendo a Ele, a partir da nosso testemunho de vida, uma resposta de amor, a Ele que quer ficar conosco até o fim dos tempos.
Fonte: Zenit
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-90 (Vocação e Marketing).
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domingo, 10 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-89 (10º Domingo do Tempo Comum. Ano-B).
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sábado, 9 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-88 (A Morte de Frei Celestino Lui).
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-87 (Conversa com Dom Vital, Eremita Carmelita...
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70 ANOS DE VIDA: Ação de Graças.
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
Pensamento do dia: Corpus Christi.
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Facebook começa a dar sinais de esgotamento entre seus seguidores
Javier Martín
Em Barcelona (Espanha)
34% dos americanos passam menos tempo no Facebook do que há seis meses, segundo pesquisa.
Um bilhão de moscas, perdão, de pessoas não podem estar enganadas. Ou sim? Em agosto, o Facebook alcançará esse número de clientes. E a empresa valia há apenas algumas semanas mais de US$ 100 bilhões. Mas isso foi há algumas semanas. Desde que entrou na Bolsa parece que tudo gira contra ela.
As más notícias coincidem com a queda em sua cotação, que em 12 dias passou de US$ 45 para US$ 26,80. Coincidindo com a decepção dos investidores, vão aparecendo mais dados que turvam a marcha da rede social.
Uma pesquisa da Reuters / Ipsos aumentou suas penúrias financeiras: 34% dos usuários do Facebook nos EUA passam menos tempo na rede do que seis meses atrás. Os motivos são que a consideram "aborrecida", "irrelevante" e "inútil". A preocupação com a privacidade é apenas o terceiro motivo de desistência.
Primeiro chegaram as grandes crises de fechamento de lojas, depois a retirada de campanhas publicitárias e finalmente - o que mais doeu para os investidores - a desvalorização da ação. Mas parece que a influência dos que apostaram na Bolsa teve consequências na fidelidade do pessoal do Facebook.
Seu início vacilante na Nasdaq (no primeiro dia acabou quase como começou), entretanto, provocou que 44% dos pesquisados, entre quinta-feira (31) e segunda-feira (1º) passadas, se mostraram menos partidários da rede e 46% menos inclinados a investir na Bolsa.
Velhos problemas - reconhecidos oficialmente pelo Facebook - como a dificuldade de transformar sua popularidade (901 milhões de clientes) em dólares se agigantam agora na mídia.
Quatro em cada cinco usuários nunca compram um produto ou serviço a partir de um comentário escrito por um amigo na rede. Um dado que lembra o estampido da General Motors, que retirou suas campanhas publicitárias poucos dias antes que ele entrasse na Bolsa.
Já em fevereiro um estudo da eMarketer indicava que as sugestões de pagamento da rede social tinham menos eficácia que o marketing direto ao e-mail do consumidor.
De pouco vale salientar que dois em cada cinco usuários se conectam diariamente a sua conta e que a metade passa o mesmo tempo que seis meses atrás. De repente, o Facebook parece "micado".
Para o analista Ray Valdes, da Gartner, trata-se de um fenômeno de cansaço da novidade. "O Facebook tem o constante desafio da fadiga das pessoas, da perda do fator novidade, por isso tem que introduzir novidades constantes", declarou à Reuters.
Também se disse que seu ritmo de crescimento desacelerou, embora isso só seja verdade em países com alta penetração, como os EUA, o que compensa com sua força na China, Índia ou Brasil, determinantes para alcançar o número mágico do bilhão.
Se o número de assinantes aumenta, a queda na Bolsa também é o menor de seus problemas. O mais decisivo em uma rede social é que não receba qualificativos como "aborrecida" ou "inútil". Tão grande e teoricamente tão importante para nossas vidas era ter uma conta no MySpace seis anos atrás. Hoje é irrelevante. Por isso, também nesta semana - que casualidade -, o fundador da firma Ironfire Capital, Eric Jackson, previu o desaparecimento do Facebook antes de 2020.
A aparente brincadeira era bem justificada (além de que há precedentes). Segundo ele, estamos na terceira geração da Internet, algo assim como a terceira era glacial. A maioria dos da primeira morreu, e os da segunda, à qual pertenceria o Facebook, tentaria sobreviver às condições da terceira geração, caracterizada pelo mundo móvel, onde a rede social, paradoxalmente, com seus escassos dez anos de vida, por enquanto não está conseguindo se adaptar.
A Google, também da primeira geração, o conseguiu graças ao Android, seu sistema operacional para celulares gratuito, mas que lhe serve para continuar captando a publicidade que já havia conseguido no mundo do computador.
O desafio do Facebook, portanto, é buscar sua gente nos smartphones e não se dispersar. A Linkedin, a única que entrou na Bolsa com êxito, é um exemplo de objetivo claro e clientela definida, a profissional. A Linkedin não tem, como o Facebook, planos de abrir suas portas para bebês e alunos da pré-escola.
A má reputação é hoje na rede
Antigamente, chegar em casa depois das 10 da noite poderia provocar má reputação no bairro ou na escada, especialmente se fossem garotas solteiras. Hoje a má reputação se adquire na Internet. "A sensação de privacidade dos menores é uma realidade diferente da dos maiores", explica Francisco Prieto, diretor da CTIC Fundación de la Sociedad de la Información. "A privacidade não está incorporada a seus valores. Não são críticos com a reputação digital", observa.
O CTIC organizou em Gijón (Espanha) o Terceiro Encontro Internacional de Menores nas TIC, sob o lema "Privacidade versus participação". "É claro que as redes sociais devem se incorporar à docência, mas é preciso saber como. Os jovens sabem mais de tecnologia", acrescenta Prieto, "e os adultos de valores, por isso têm algo a contribuir. É preciso integrar valores e tecnologia", afirma o especialista.
Os conflitos não ocorrem no pátio, mas em uma viagem de estudos, quando alguém faz uma foto de um companheiro e a põe no Facebook. "Encontramos pais perdidos e com filhos que não conhecem o medo. Há necessidade de uma reeducação, talvez como matéria, para que os jovens aprendam o uso responsável das redes."
Tradutor: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-86 (Corpus Christi despedaçado)
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-84 (Obesidade e vida religiosa-01).
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-84 (Conversa com Dom Vital, Eremita Carmelita...
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SANTÍSSIMA TRINDADE: Homilia do Frei Petrônio de Miranda.
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domingo, 3 de junho de 2012
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Corpus Christi despedaçado
Frei Petrônio de Miranda, Carmelita da Ordem do Carmo.
Ó Jesus no ventre materno
Em Maria a gerar
Olha para as mães grávidas
Sem família e sem um lar
Junta todos os pedaços
De sangue, suor e dor
Ó meu Jesus Eucarístico,
Vem mostrar o teu amor!
Sacramento do amor
Pão da vida salutar
Os sem teto chorando
Seu suor a derramar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Este povo a clamar
Junta todos os pedaços
Vem logo os ajudar!
Com os Mártires da terra
Nós queremos te adorar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Este sangue a derramar
Estas vidas em pedaços
Este povo a caminhar
Com os jovens sofredores
Nós iremos te louvar!
Partilhar a Boa Nova
A todos saber amar
Estas vidas em pedaços
Este povo a caminhar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Vem logo nos ajudar
Abraça a mãe solteira
E a viúva a chorar!
Estas crianças sofridas
Estes jovens a lutar
Destrói do nosso país
A droga a maltratar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Vem logo nos confortar
Estas vidas em pedaços
Sem terra e sem um lar!
Os presos do nosso país
Muitas vezes a chorar
Suas vidas em pedaços
Com as famílias a gritar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Este povo a suplicar
Quebra toda corrente
Que possa aprisionar!
A violência da mídia
Entrando em nosso lar
Até a nossa irmã Morte
Sempre a nos visitar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Venha sempre nos acalmar
Estas vidas em pedaços
Precisam se libertar!
Este país que vale ouro
A mentira a corroer
A Aids levando vidas
A corrupção a vencer
Ó meu Jesus Eucarístico,
Vem logo nos socorrer
Estas vidas em pedaços
Contigo vamos vencer!
Se depender de oração
Este povo vai se salvar
Com as novenas e rezas
Todo o povo a suplicar
Mas as vidas em pedaços
Quem poderá ajuntar?
Ó meu Jesus Eucarístico,
Venha nos conscientizar!
Neste ano decisivo
Onde o voto tem valorÀs vidas despedaçadas
Sem socorro e sem amor
Ó meu Jesus Eucarístico,
Vem logo nos levantar
Livra-nos da corrupção
E dos políticos a enganar!
Em cada cidade clamamos
Meu Jesus libertador
Olha por estas famílias
Com carinho e com amor
Ó meu Jesus Eucarístico,
Do álcool vem libertar
A estas vidas em pedaços
A tua paz vem nos dar!
Pão da vida salutar
Os sem teto chorando
Seu suor a derramar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Este povo a clamar
Junta todos os pedaços
Vem logo os ajudar!
Com os Mártires da terra
Nós queremos te adorar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Este sangue a derramar
Estas vidas em pedaços
Este povo a caminhar
Com os jovens sofredores
Nós iremos te louvar!
Partilhar a Boa Nova
A todos saber amar
Estas vidas em pedaços
Este povo a caminhar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Vem logo nos ajudar
Abraça a mãe solteira
E a viúva a chorar!
Estas crianças sofridas
Estes jovens a lutar
Destrói do nosso país
A droga a maltratar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Vem logo nos confortar
Estas vidas em pedaços
Sem terra e sem um lar!
Os presos do nosso país
Muitas vezes a chorar
Suas vidas em pedaços
Com as famílias a gritar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Este povo a suplicar
Quebra toda corrente
Que possa aprisionar!
A violência da mídia
Entrando em nosso lar
Até a nossa irmã Morte
Sempre a nos visitar
Ó meu Jesus Eucarístico,
Venha sempre nos acalmar
Estas vidas em pedaços
Precisam se libertar!
Este país que vale ouro
A mentira a corroer
A Aids levando vidas
A corrupção a vencer
Ó meu Jesus Eucarístico,
Vem logo nos socorrer
Estas vidas em pedaços
Contigo vamos vencer!
Se depender de oração
Este povo vai se salvar
Com as novenas e rezas
Todo o povo a suplicar
Mas as vidas em pedaços
Quem poderá ajuntar?
Ó meu Jesus Eucarístico,
Venha nos conscientizar!
Neste ano decisivo
Onde o voto tem valorÀs vidas despedaçadas
Sem socorro e sem amor
Ó meu Jesus Eucarístico,
Vem logo nos levantar
Livra-nos da corrupção
E dos políticos a enganar!
Em cada cidade clamamos
Meu Jesus libertador
Olha por estas famílias
Com carinho e com amor
Ó meu Jesus Eucarístico,
Do álcool vem libertar
A estas vidas em pedaços
A tua paz vem nos dar!
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-83 (Conversa com Dom Vital, Eremita Carmelita).
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quarta-feira, 30 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-81 (A Espiritualidade do barzinho)
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terça-feira, 29 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-79 (Pentecostes e Violência).
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-78 (Pentecostes e Povo de Rua).
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domingo, 27 de maio de 2012
BASÍLICA DO CARMO: Sorteio em prol da reforma.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-77 (Pentecostes).
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sábado, 26 de maio de 2012
DOMINGO DE PENTECOSTES: Homilia do Frei Petrônio de Miranda.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-76 (Semana da Unidade: Libertação e Carismát...
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sexta-feira, 25 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-75 (Semana da Unidade: Tia Mariene).
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quarta-feira, 23 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-74 (Políticos marginais)
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terça-feira, 22 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-73 (Fé e Política)
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-72. (Semana da Unidade-01).
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CARMELITAS: Basílica do Carmo.
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domingo, 20 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-71. (Comissão da Verdade).
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sábado, 19 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-70. (Ascensão do Senhor).
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-69. (Vocação Religiosa e Sacerdotal)
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-66. (Entrevista com Dom Paulo Cardoso. 3ª Par...
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-67. (Escapulários falsos).
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quarta-feira, 16 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-65. (Entrevista com Dom Paulo Cardoso. 2ª Par...
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
CARMELITAS DA BAHIA: Convite.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-65. (Entrevista com Dom Paulo Cardoso. 1ª Parte)
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domingo, 13 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-64. (6º Domingo da Páscoa)
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sábado, 12 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-61. (Veta Dilma).
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A HISTÓRIA DE SÃO PAULO NO LIXO.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-61. (CPMI DO CACHOEIRA).
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-62. (Quando eu morrer...)
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27 de julho-2002- 27 de julho-2012. Frei Petrônio de Miranda, 0. Carm. 10 Anos de Padre! Pensamento para este dia 11 de maio-2012: “Amar o próximo não é ter os mesmos sentimentos ou compartilhar as mesmas ideias e sonhos, mas ter a coragem de doar a vida pela pessoa amada, mesmo sabendo que ela está errada”. (Jo 15, 12-17). Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita, Convento do Carmo, São Paulo.
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-60. (Mistérios da Vida).
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terça-feira, 8 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-59. (Morte e drogas na Virada Cultural de São...
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segunda-feira, 7 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-58. (Ecumenismo).
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domingo, 6 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-57. (5º Domingo da Páscoa).
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Reforma da Basílica do Carmo/SP. (Discurso do Frei Rothmans)
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sábado, 5 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-56. (Acontecimentos da semana).
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-55. (Rio + 20).
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-54. (A Multidão Solitária).
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-53. (A Violência contra homossexuais).
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terça-feira, 1 de maio de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-52. (Eu gosto é de São José)
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
4º DOMINGO DA PÁSCOA: Homilia do Frei Petrônio de Miranda.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-51. (Trabalho Voluntário: www.voluntarios.com...
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domingo, 29 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-50. (4º Domingo da Páscoa)
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sábado, 28 de abril de 2012
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-49. (Entrevista com Dom Frei Wilmar Santin)
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sexta-feira, 27 de abril de 2012
Padre Marcelo Rossi revela intimidade para Roberto Cabrini.
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PENSAMENTO DESTE DIA 27 DE ABRIL-2012...
27 de julho-2002- 27 de julho-2012. Frei Petrônio de Miranda, 0. Carm. 10 Anos de Padre! Pensamento para este dia 27 de abril-2012: “A vocação do Frade Carmelita não é ter, ser ou fazer, mas *zelo zelatus sum pro Domino Deo exercituum. ( (1º Reis, 19, 10) Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita, Convento do Carmo, São Paulo.
*Eu me consumo de ardente zelo pelo Senhor Deus dos exércitos.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-48. (Oração X Ação)
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-47. (A Espiritualidade da Missa)
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quarta-feira, 25 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-46. (Festa de São Marcos)
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terça-feira, 24 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-45. (Amizade ou Pacto?)
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-44. (Jesus e gênio da lâmpada)
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3º DOMINGO DA PÁSCOA: Homilia. (02).
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domingo, 22 de abril de 2012
3º DOMINGO DA PÁSCOA: Homilia.
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sábado, 21 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-43. (3º Domingo da Páscoa).
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-42. (A Fraternidade no Carmelo).
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-41. (A Escola de Santidade do Carmelo).
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-40. (A Presença de Deus na cidade).
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Pensamento para este dia 18 de abril-2012...
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-38. (Jesus Cristo e os Pobres).
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-37. (A Seca no Nordeste).
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sábado, 14 de abril de 2012
OUTRO OLHAR: Mosteiro de São Bento/SP.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-35. (A Presença do Ressuscitado).
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-34. (Voto e Cidadania).
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Pensamento para este dia 13 de abril-2012...
27 de julho-2002- 27 de julho-2012. Frei Petrônio de Miranda, 0. Carm. 10 Anos de Padre!. “Sou padre, sou pastor, sou freira, sou líder comunitário, sou cristão e voto nos caciques da política e seus afilhados corruptos nas próximas eleições”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita, Convento do Carmo, São Paulo.
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quinta-feira, 12 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-33. (Medo e Depressão).
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quarta-feira, 11 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-32.
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terça-feira, 10 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO-31.
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Pensamento para este dia 10 de abril-2012...
27 de julho-2002- 27 de julho-2012. Frei Petrônio de Miranda, 0. Carm. 10 Anos de Padre!. “Quem viu Jesus encontrou não uma doutrina, um sacramento, um mandamento, um convento, uma igreja ou um suco de maracujá, mas uma vida nova”. JO 20, 11-18)
(Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita, Convento do Carmo, São Paulo.
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domingo, 8 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO Nº 30.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO Nº 28.
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO Nº 27.
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A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO Nº 27.
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
A PALAVRA DO FREI PETRÔNIO Nº 26.
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FREI PETRÔNIO EM MANAUS-01.
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FREI PETRÔNIO EM MANAUS-01.
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sexta-feira, 30 de março de 2012
A NOITE ESCURA: Reflexão sobre a espiritualidade da noite escura na vida de São João da Cruz e na história da salvação.
Frei Pedro Caxito, 0.Carm. In memoriam (Foto).
São João da Cruz (1540-1591), filho de Elias, pela vida e pelos escritos mostrou conhecer noites escuras pontilhadas de estrelas ou de trevas sem luz. E ensina a caminhar.
A Noite Escura "é o fim do narcisismo e da abstração, é disponibilidade para o encontro com o Outro e com os outros. É a constante adaptação do homem a Deus. Não é um breve período de crises, um intermezzo, mas uma situação permanente, porque nunca nós acabamos de nos adaptarmos à lógica divina, ao amor de Deus. Atitude crítica para consigo mesmo e perante a realidade; discernimento frente à história e dentro da história; uma consciência da relatividade das metas alcançadas, concedendo espaço para a novidade do Espírito. A noite é conseqüência do amor, é escola de amor. É o meio pelo qual se consegue uma nova consciência: tornamo-nos mais livres para Subir a Montanha sem que Nada se interponha (cf. 1S,13)"[1]
Há noite dos sentidos e há noite do espírito. Há um escurecer aos poucos, progressivo, até à plena noite e há um caminhar por um manso amanhecer até deslumbrar-se na claridade plena da luz do Sol. Noite Escura do crescimento e Noite Escura do envelhecimento. Noite Escura dos caminhos da libertação e Noite Escura das ânsias que nunca se realizaram. Noite Escura das estradas da Fé e Noite Escura das esperanças que teimam em se realizar. Noite Escura debaixo da carga da opressão e Noite Escura tenebrosa por sob o peso do aviltamento da pessoa. Noite Escura, que entenebrece a alma do artista e Noite Escura da arte, que se condói do seu genitor. Noite Escura do homem e da mulher e Noite Escura de todas as veredas do Universo em busca da Luz. Noite Escura pelo eclipse do Esposo Divino e Noite Escura, filha da debilidade da alma ou da falta de amor[2].
Noite Escura de Elias - Elias, feliz na tranqüilidade de Carit ou no aconchego da casa pobre da mulher de Sarepta e seu filhinho, é despertado pela tristeza da morte de um menino: é escuridão. "Javé, meu Deus, matando o filho dela, o Senhor quer afligir até mesmo esta viúva que me deu hospedagem?" (1Rs 17,20)
"Responda-me, Senhor! Responda-me!" (1Rs 18,37)
"Javé, agora já é demais! Pode tirar a minha vida, pois não sou melhor do que os meus pais!" (1Rs 19,4)
Comeu e bebeu e tornou a prostrar-se (1Rs 19,6).
Depois quarenta dias e quarenta noites a caminho, sem comer nem beber (1Rs 19,8).
"Estou só e querem tirar-me a vida!" (1Rs 19,10.14)
Javé não estava não, nem no furacão desmantelador de montes e rachador de rochedos.
Javé não estava nos tremores de terra, não (1Rs 19,11).
Javé não estava no furor do fogo e dos raios, também não.
Estava sim numa brisa calma, que cobriu Elias com o manto e com força o trouxe fora das cavernas (Rs 19,12-13).
Um carro de fogo e cavalos de fogo arrancaram Elias de junto de Eliseu, e num redemoinho de fogo lá se foi Elias para o céu. Noites e luzes. Procurado por três dias (2Rs 2,11.17)[3]
Noite Escura de Maria - Virgem feliz em casa de Joaquim e Ana, mas é preciso não dizer não à Vontade de Javé: "Eis-me aqui! Eu sou a escrava do Senhor. Aconteça em mim tudo segundo a tua palavra" (°1,38).
É preciso deixar pai e mãe e Nazaré, com muita coisa preparada para o nascimento e seguir José até Belém. Na hospedaria não há lugar e o Menino não vai esperar mais: Ela mesma tem de envolvê-Lo em faixas e acomodá-Lo dentro da manjedoura (°2,5.6.7). O boi e burro tenham paciência, e as mansas ovelhinhas...
É preciso que o velho Simeão venha com aquela profecia? Para rebaixamento e soerguimento? Alvo diante da contradição? Uma espada que transpassa a alma? O velho estava vendo a Virgem-Mãe de pé junto à Cruz? (°2,34-35)
O Menino não se perde, mas é por gosto que se mete por três dias nos interesses do Pai. "O seu pai, meu Filho, e eu, cheios de angústia tivemos de procurar Você!" O Menino respondeu uma resposta que fez pensar, mas na hora não lhes dizia nada: só três dias depois que o seu Menino morreu para ressuscitar é que deu para entender. Interesse do Pai: o seu Menino beber do cálice até todo cálice passar? (°2,46-50). A Mãe estaria de pé junto à Cruz, na escuridão da sexta-feira, mas já antes que alvorecesse "o primeiro dia depois do sábado" (24,1) havia de encontrar o seu Jesus vivo e ressuscitado para sempre[4].
Mas nos dias de glórias humanas a Mãe nem conseguiu chegar perto d'Ele, que agora tem outras mães e outros irmãos. E Ela não é Mãe duas vezes? Bem que O recebeu como Palavra de Deus e está a produzir Fruto mais do que cem por um (8,15.19-21).
Noite Escura de Jesus - Menino unido com a Mãe que faz parte e participa da Noite Escura da Mãe nos mistérios da sua infância. Cresce e, conduzido pelo Espírito, caminha pelo deserto de Elias. Tem fome e é tentado pelo chato do diabo, que se cansa e o deixa em paz por enquanto, até um momento, "áchri kairú", até um "kairós". Como os "kairós" são demorados e duros de chegar e de passar!... (4,3-13)
O que parece é que este "kairós" vai continuar até o fim: já em Nazaré, sua cidade, onde cresceu e que lhe deu o apelido, encontra exaltação... e uma vontade doida de precipitá-lo lá de cima, serra abaixo (°4,22-29). Bem cedo os adversários o vigiam e fiscalizam: perdoa o paralítico e eles resmungam (5,21); chama
Levi-Mateus, publicano, e tornam a resmungar (5,30); mesmo quando jejua (4,2), dizem que não faz jejuns (5,33).
Colher umas espigas, debulhar alguns grãos, esmagá-los nas palmas das mãos e comê-los é tão bom: é mais divertimento do que trabalho, mas reclamam (6,2). Curar um aleijado da mão para fazer o bem e não o mal atiça os olhos deles e os enche de fúria (6,7.9.11). Pobres velhotes; parecem meninos emburrados, pois nem cantam nem choram (7,32), mas não são meninos em assunto de malícia e maldade. Veja °7,39: o mau pensamento do fariseu por Jesus deixar-se tocar pela pecadora arrependida; 11,15: atribuem a Beelzebul as expulsões de diabos realizadas por Jesus; °11,38: o fariseu anfitrião maravilha-se por Jesus não ter feito as abluções.
Sempre a tratá-Lo com hostilidade e armar-Lhe ciladas (°11, 53-54; 19,48; 20,19-20; 22,2). Conselhos hipócritas e avisos maldosos, como se Jesus tivesse medo de uma "Raposa" chamada Herodes (°13,31-33). Avarentos e ricos boa-vida, caçoam de quem aconselha o bom uso do dinheiro e carinho com os pobres (°16,14. 20).
Sempre fiscalizado nas suas atitudes e resoluções. Se livra uma pobre senhora encurvada, filha de Abraão (°13,10-17), se dá saúde a um senhor que sofre de barriga d'água (°14,1), se o povo aclama o Grande Rei que entra na sua cidade montado no jumentinho dos 40 filhos e 30 netos do juiz Abdon ou dos 30 do juiz Jair ou, talvez, do Rei Salomão e dos outros filhos do Rei Davi[5]. São corações mais duros do que a dureza das pedras (°19,39-40).
São fragílimos os amigos do Senhor - pura porcelana! São, contudo, os amigos que tem para desabafar. Sofre por eles. Como anunciar-lhes os sofrimentos futuros, a rejeição, a traição, os escárnios, os escarros, os açoites, o abandono, a morte enfim; o medo por eles e a ressurreição? Anunciar-lhes uma (9,22), duas (9,44), três (°17,25), quatro vezes! (18,31-34)
E o "kairós"? Chegará logo? "Vim lançar fogo sobre a terra e como gostaria que já se tivesse alastrado! Tenho que receber um batismo e como me sinto angustiado até que se realize!" (°12, 49-50) "Com ânsia desejei comer com vocês esta Páscoa antes da minha Paixão!" (°22,15) "Este é o meu corpo dado por vocês. É a Nova Aliança no meu sangue" (22,19.20).
Jerusalém causa-Lhe lágrimas e tristeza, e sentida elegia e lamentação. Amor traído faz sofrer. Jesus chorou. Quis ser como a galinhazinha de Nazaré, que com carinho sempre juntava a ninhada debaixo das asas, mas Jerusalém não quis... "Ser-te-á a tua casa deixada em abandono" (13,34-35). A Cidade da Paz vai pedir que o Príncipe da Paz morra como todos os profetas: hoje, de angústia ela aperta o Coração sensível e sentido de Jesus, mas "dias vão chegar para ti, quando de todos os lados os inimigos hão de apertar-te, no chão lançarão a ti e os teus filhos que estão dentro do teu seio, e não ficará pedra por cima de pedra, pois não quiseste reconhecer o tempo da tua visitação" (°19, 43-44). "Coitadas daquelas pobrezinhas que estiverem então grávidas ou dando de mamar naqueles dias!" (°21,23). Sempre pensa nas mães (°23,28-29).
Mas os inimigos querem mesmo matá-Lo. Há um profeta que fala da Vinha amada do Senhor Javé. Há um salmo que fala da Pedra que rejeitaram[6]: eles entenderão e se converterão? (20,9-17) Os ditos do Senhor são cheios de paciência e caridade: podia não ter dito nada como não dirá nada a Herodes (°23,9). Mas existe Judas, chamado o "Sicáriot", e então Satanás entrou nele (°22,3): Jesus, para maior angústia do seu Coração, sabia de tudo (22,21-22). Que faz sofrer a Amizade traída!
No meio da Escuridão é preciso falar com os amigos sobre a beleza da Luz e das alegrias do Reino: "o meu Corpo é dado em sacrifício por vós", "o meu Sangue é derramado por vós": "no meu Reino haveis de comer e beber à minha mesa" (22,19-20.30). Esperança: consolo e esperança somente... Expectativa de guerra: bolsa e alforje para se ter o que comer e espada para atacar e defender-se... E até à morte Jesus vive a agonia das Oliveiras, o Cálice (22,39-42), o Suor de Sangue (°22,44), a traição (22,47), a hora deles - o "kairós"? - e o império da escuridão (22,53), a prisão e negação de Pedro (22,54-62), a zombaria e os insultos (22,63-65), o julgamento de farsa (22,63-71), os falsos (23,2-5), a cara de Herodes (°23,9), a preferência por Barrabás, o homicida (23,18), a omissão covarde de Pôncio Pilatos e a condenação (23,24-25), a caminhada para a ladeira da Caveira (23,26-33), a condolência pelo futuro das mães e dos seus filhinhos (°23,28), mais zombarias, caçoadas e vinagre (23,35-38); e depois trevas e morte (23,44 e 46), e depois RESSURREIÇÃO E LUZ (24,4 e 6).
"De fato não temos um Sumo Sacerdote ignorante de como compadecer-se das nossas fraquezas, uma vez que foi Ele próprio provado em todas as coisas, à nossa semelhança, menos o pecado. Repletos de confiança, acheguemo-nos, pois, ao trono da graça, para recebermos misericórdia e encontrarmos graça e sermos ajudados no momento oportuno"[7]
João da Cruz comentava os seus próprios versos:
"sem outra luz nem guia,
senão a que no coração ardia!"
e explicava: "ainda que (a alma) não vá arrimada a nenhuma luz interior particular nem a alguma guia exterior para receber dela satisfação neste alto caminho, porque estas trevas escuras a mantêm privada de tudo isto, contudo, enquanto o coração solicita pelo Amado, só o amor, que neste tempo está ardendo, só ele é quem então guia e move a alma, fazendo-a voar até junto do seu Deus pelo caminho da solidão, sem saber ela nem como nem de que maneira" (3N 2,4).
Edith Stein (1891-1942), judia-alemã, carmelita, filha dedicada de São João da Cruz, comenta: "Em Cristo, graças à sua natureza (divina) e à sua livre determinação, nada havia que se opusesse ao amor. Viveu Ele cada momento da sua existência em abandono sem reserva ao amor de Deus. Fazendo-se homem, tomou Ele sobre Si todo o peso do pecado do homem, abraçando-o com o seu amor misericordioso e ocultando-o na sua alma: no "Ecce venio" (Aqui estou)[8], com o qual iniciou a sua vida na terra; depois, na renovação expressa desta sua missão no Batismo, e no Fiat do Getsêmani. O fogo da expiação cintilou primeiro no seu íntimo; em seguida, nos sofrimentos todos que acompanharam a sua vida; irrompeu inextinguível no Jardim das Oliveiras e sobre a Cruz, já que então desaparecera a sensação de gozo, que Lhe era concedida pela indissolúvel união com o Pai, lançando-O nos braços da dor a ponto de infligir-Lhe a última provação penosíssima: o abandono extremo por parte do Pai. No Consummatum est divisa-se o último lampejo do fogo da expiação, e no «Pater, in manus tuas commendo spiritum meum» acontece o definitivo retorno à eterna, amorosa e imperturbável união"[9].
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